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10/01/2011


Risco de contrair HIV em transfusão no Brasil é 20 vezes maior que nos EUA


Reportagem do Jornal O Estado de São Paulo culpa a população exposta ao risco por efetuarem doações.

Meu Deus! Será que os que se consideram em risco de estarem infectados com HIV ou hepatite C deveriam procurar um CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento para realizar o teste, conforme anuncia o Departamento DST/AIDS/Hepatites?

Pelo visto os gestores do Ministério da Saúde desconhecem que dos mais de cinco mil municípios brasileiros 95% deles não possuem CTA e, que tentar realizar o teste numa unidade básica (posto de saúde) e extremamente complicado e demorado.

Fica mais fácil colocar a culpa na população, que angustiada e sem encontrar atendimento para realizar o teste decide realizar uma doação de sangue.

Em tempo, é necessário relembrar que a implantação do teste NAT nos bancos de sangue está prevista por decreto do ano 2002, do então ministro José Serra. Passados nove anos não foi ainda implementada.

Carlos Varaldo



Risco de contrair HIV em transfusão no Brasil é 20 vezes maior que nos EUA


Ministério da Saúde questiona estudo da Fundação Pró-Sangue de São Paulo feito por estimativa


07 de janeiro de 2011
Lígia Formenti, de O Estado de S.Paulo


BRASÍLIA - Uma pesquisa feita em três hemocentros brasileiros no período entre 2007 e 2008 indica que o risco de contrair HIV em transfusões de sangue no Brasil é 20 vezes maior que nos Estados Unidos. O trabalho, feito por estimativa, calcula que uma em cada 100 mil bolsas de sangue do País podem estar contaminadas pelo vírus causador da aids. Nos EUA, a relação é de 1 para cada 2 milhões de bolsas.

Embora muito mais elevados do que americanos e de alguns países europeus, os índices brasileiros melhoraram. Uma versão anterior do levantamento indicava que 1 em cada 60 mil bolsas poderiam estar contaminadas pelo HIV. "Precisamos avançar na segurança. Mas não há dúvida de que muito já foi feito", afirma a coordenadora desse trabalho, Ester Sabino, da Fundação Pró-Sangue de São Paulo. De acordo com os números atuais, entre 30 e 60 pessoas por ano podem ser contaminadas por sangue doado.

Na versão anterior da pesquisa, a estimativa era de que entre 50 e 100 indivíduos pudessem se infectar. O coordenador nacional da Política de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, questiona os índices apresentados no estudo. "Eles estão mais para um oráculo. Foram feitos por estatística, não podem ser considerados fato", observou. Para mostrar a segurança do sangue no Brasil, Genovez cita um levantamento feito em 130 mil bolsas de sangue coletadas em hemocentros de Santa Catarina, São Paulo, Rio e Pernambuco: o vírus não foi identificado em nenhuma amostra.

Financiado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, em inglês), o levantamento coordenado por Ester foi feito a partir da análise de bolsas de sangue coletadas nos hemocentros de São Paulo, Minas e Pernambuco. Durante a apresentação dos resultados, em congresso da Associação Americana de Bancos de Sangue, a autora classificou como "alto" o risco residual para HIV em transfusões de sangue no Brasil. A doação no País, no entanto, é precedida de uma série de cuidados: os candidatos passam por entrevistas para detectar situações de risco de contaminação recente com o vírus. Passada essa fase, o sangue é submetido a testes para identificar a presença do HIV.

O problema está no que médicos chamam de janela imunológica, período no qual a presença do vírus não é descoberta pelo exame. O mesmo problema ocorre com hepatite C, cuja janela imunológica é de 50 dias. Os reflexos dos exames "falso negativos" podem ser constatados nas estatísticas. Dados do Ministério da Saúde mostram que 13,3% dos casos da doença confirmados em 2009 foram causados por transfusão de sangue.

Uma das alternativas para melhorar a segurança é a introdução de rotina do uso de um teste batizado de NAT, que identifica traços do vírus no sangue e não de anticorpos, como os exames tradicionais.

Ester calcula que, com o início do teste, o risco de infecção por HIV passaria de 1 em 100 mil para um em cada 250 mil. "O exame, sozinho, não basta. O resultado não vai a zero, nem chega próximo do que é identificado nos Estados Unidos", diz. Para a professora, é importante reduzir uma prática ainda comum de as pessoas buscarem bancos de sangue para fazer testagem de HIV. "Além do NAT, dependemos de mudanças de comportamento de alguns doadores mais expostos ao HIV para que não façam doações", afirmou.

Até o segundo semestre, o país deve oferecer exame mais preciso para HIV Pelo menos oito plataformas para testes NAT devem garantir mais segurança a transfusões



Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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10/01/2011


Riesgo de contraer HIV en transfusión en Brasil es 20 veces mayor que en EE.UU.


Reportaje del Diario El Estado de Sao Paulo culpa la población expuesta al riesgo por efectuar donaciones de sangre.

¡Dios mío! ¿Será que los que se consideran en riesgo de que estén infectados con HIV o hepatitis C deberían procurar un CTA - Centro de Prueba para SIDA y Hepatitis para realizar la prueba, según anuncia el Departamento DST/SIDA/Hepatitis?

Parece los gestores del Ministerio de la Salud desconocen que de los más de cinco mil municipios brasileños 95% de ellos no poseen CTA y, que intentar realizar la prueba en una unidad básica (puesto de salud) es extremadamente complicado y demorado.

Queda más fácil colocar a culpa en la población, que angustiada y sin encontrar servicio para realizar la prueba decide realizar una donación de sangre.

En tiempo, es necesario recordar que la implantación de la prueba NAT en los bancos de sangre está prevista por decreto del año 2002. Pasados nueve años no fue todavía implementada.

Carlos Varaldo



Riesgo de contraer HIV en transfusión en Brasil es 20 veces mayor que en EE.UU.


Ministerio de la Salud cuestiona estudio de la Fundación Pro-Sangre de Sao Paulo hecho por estimativa


el 07 de enero de 2011
Lígia Formenti, del Estado de S.Paulo


Brasilia - Una pesquisa hecha en tres centros brasileños de donación de sangre en el período entre 2007 y 2008 indica que el riesgo de contraer HIV en transfusiones de sangre en el Brasil es 20 veces mayor que en Estados Unidos. El trabajo, hecho por estimativa, calcula que una en cada 100 mil bolsas de sangre del País pueden estar infectadas por el virus causador del SIDA. En EE.UU., la relación es de 1 para cada 2 millones de bolsas.

Aunque mucho más elevados de los americanos y de algunos países europeos, los índices brasileños mejoraron. Una versión anterior del levantamiento indicaba que 1 en cada 60 mil bolsas podrían estar infectadas por el HIV. "Necesitamos avanzar en la seguridad. Pero no hay duda de que mucho ya fue hecho", afirma la coordinadora de ése trabajo, Ester Sabino, de la Fundación Pro-Sangre de Sao Paulo. De acuerdo con los números actuales, entre 30 y 60 personas por año pueden ser infectadas por sangre donada.

En la versión anterior de la pesquisa, la estimativa era de que entre 50 y 100 individuos pudiesen se infectar. El coordinador nacional de la Política de Sangre y Hemoderivados del Ministerio de la Salud, Guilherme Genovez, cuestiona los índices presentados en el estudio. "Están más para un oráculo. Fueron hechos por estadística, no pueden ser considerados hecho", observó. Para mostrar la seguridad de la sangre en Brasil, Genovez cita un levantamiento hecho en 130 mil bolsas de sangre colectadas en hemocentros de Santa Catarina, Sao Paulo, Río y Pernambuco: el virus no fue identificado en ninguna muestra.

Financiado por el Instituto Nacional de Salud de Estados Unidos (NIH, en inglés), el levantamiento coordinado por Ester fue resultado del análisis de bolsas de sangre colectadas en los hemocentros de Sao Paulo, Minas y Pernambuco. Durante la presentación de los resultados, en el congreso de la Asociación Americana de Bancos de Sangre, la autora clasificó como "alto" el riesgo residual para HIV en transfusiones de sangre en Brasil. La donación en el País, sin embargo, es precedida de una serie de cuidados: los candidatos pasan por entrevistas para detectar situaciones de riesgo de contaminación reciente con el virus. Pasada esa fase, el sangre es sometido a pruebas para identificar la presencia del HIV.

El problema está en lo que médicos llaman de ventana inmunológica, período en el cual la presencia del virus no es descubierta por el examen. El mismo problema ocurre con hepatitis C, cuya ventana inmunológica es de 50 días. Los reflejos de los exámenes "falso negativos" pueden ser constatados en las estadísticas. Datos del Ministerio de la Salud muestran que 13,3% de los casos de la enfermedad confirmados en 2009 fueron causados por transfusión de sangre.

Una de las alternativas para mejorar la seguridad es la introducción de rutina del uso de una prueba bautizada de NAT, que identifica trazos del virus en la sangre y no de anticuerpos, como los exámenes tradicionales.

Ester calcula que, con el inicio de la prueba, el riesgo de infección por HIV pasaría de 1 en 100 mil para uno en cada 250 mil. "El examen, solo, no basta. El resultado no va a cero, ni llega próximo de lo que es identificado en los Estados Unidos", dice. Para la profesora, es importante reducir una práctica todavía común de que las personas busquen bancos de sangre para hacer la prueba de HIV. "Además del NAT, dependemos de mudanzas de comportamiento de algunos donadores más expuestos al HIV para que no hagan donaciones", afirmó.

Hasta el segundo semestre, el país debe ofrecer examen más preciso para HIV Por lo menos ocho plataformas para tests NAT deben garantizar más seguridad la transfusiones

Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 8.1.2011