GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
02/05/2005
Tratar ou não tratar?
Eis a questão, quem deve receber tratamento?
Em geral o infectado com a hepatite C deve passar pelo dilema de ter que decidir se e conveniente realizar ou não o tratamento, devendo avaliar e considerar os benefícios ou problemas que esta decisão poderá trazer a sua vida futura. Para tomar esta decisão a informação e o conhecimento da doença e seu tratamento e fundamental sendo aqui e que reside o problema, avaliar se a informação recebida e confiável.
De um lado o paciente receberá informações por diversas fontes, como jornais, revistas, internet, em geral originadas em pesquisas financiadas pelos fabricantes de medicamentos, os quais, por interesses de mercado teriam o maior interesse em tratar todo mundo, receberá também informações do médico e com certeza vai se deparar com médicos que irão aconselhar o tratamento e outros irão recomendar não tratar por enquanto e, ainda, vai se deparar com o sistema publico de saúde, o governo, que por diversas condições de infra-estrutura vai dificultar o tratamento, sendo que em alguns países isto será feito de forma proposital, tentando que sejam tratados o menor numero possível de indivíduos, necessitando assim dispensar menores recursos.
No meio destas informações desencontradas fica o pobre do paciente, muitas vezes sem poder chegar a uma conclusão sobre se realmente e necessário se submeter ao tratamento ou se e conveniente somente acompanhar o quadro.
Como não existe uma receita de bolo, isto é, uma formula única que possa ser aplicada a todos os infectados e como cada caso apresenta inúmeras variáveis que podem afetar o estado clinico e a velocidade de progressão da doença, vamos listar os principais pontos que podem ser estudados, para que cada paciente tente ver onde se enquadra seu caso pessoal e assim poder discutir com seu médico o que e melhor ser feito. Para tal empregaremos uma forma muito utilizada pelos advogados para fornecer informações aos juizes e tentar conseguir a melhor sentença, a mais conveniente para seu caso.
Vamos lá:
CONSIDERANDO que o não tratamento pode progredir para a cirrose em alguns dos infectados;
CONSIDERANDO que o estado clinico, físico e emocional do paciente pode influenciar na velocidade de progressão da doença;
CONSIDERANDO que outras doenças podem vir a afetar o fígado ou o sistema da defesa, aumentando o dano existente;
CONSIDERANDO a idade e a expectativa de quantos anos de vida ainda são esperados;
CONSIDERANDO a existência de outras doenças que impeçam o tratamento;
CONSIDERANDO a predisposição genética, hereditária ou clinica sobre determinadas doenças que o tratamento poderá vir a desencadear ou ocasionar;
CONSIDERANDO qual e o grau dano hepático hoje existente (comprovado por uma biopsia) e qual a atividade no fígado;
CONSIDERANDO que de cada 100 infectados pela hepatite C, aproximadamente 80 faleceram de velhice, sem ter chegado a desenvolver cirroses (alguns estudos mostram que este percentual poderá ser maior, chegando a 85% dos infectados);
CONSIDERANDO que os medicamentos atualmente disponíveis para o tratamento, a ribavirina e o interferon (convencional e peguilado) não são totalmente eficazes, conseguindo a cura de pouco mais que a metade dos tratados;
CONSIDERANDO os efeitos adversos que o tratamento pode ocasionar aos pacientes, como o aparecimento de outras doenças, entre elas as auto-imunes, a depressão, a irritabilidade, etc.;
CONSIDERANDO a chegada em curto e médio prazo de novos medicamentos e tratamento;
CONSIDERANDO os considerandos acima não existe a menor possibilidade de se poder recomendar uma ou outra decisão a todos os infectados, sendo a decisão sobre tratar ou não tratar um assunto de foro intimo a ser discutido entre o paciente e o médico, devendo se considerar que não existem dois casos iguais, que cada caso deve ser estudado e discutido separadamente.
Assim, cabe a cada um se informar, conhecer o máximo possível sobre a doença, sua historia natural da evolução, suas conseqüências e sobre os tratamentos disponíveis.
Aqueles que iniciarem o tratamento devem conhecer quais serão os efeitos colaterais do tratamento e ainda informar sobre estes a sua família, amigos e companheiros de trabalho, para evitarem mal entendidos.
Aqueles que não necessitem ou não queiram realizar o tratamento devem obrigatoriamente manter um acompanhamento médico permanente, levando uma vida saudável, longe de qualquer bebida alcoólica, com uma alimentação o mais natural e balanceada possível, com poucas gorduras, devem realizar um programa de atividades físicas rotineiras e constantes, mantendo seu peso dentro do ideal e tentar ter sempre um pensamento positivo, sem ansiedade ou estresse com uma boa disposição psicológica e emocional. Tudo isto vai beneficiar o organismo conseguindo uma melhor convivência com o vírus e por conseqüente uma menor agressão a seu fígado.
Em fim, eu coloquei alguns dos pontos que devem ser considerados. A decisão sobre o tratamento cabe a cada um.
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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02/05/2005
¿Tratar o no tratar?
¿Esta es la cuestión, quién debería recibir tratamiento?
En general el infectado con la Hepatitis C debe pasar por el dilema de tener que decidir si es conveniente realizar o no realizar el tratamiento, debiendo evaluar y considerar los beneficios o problemas que esta decisión podrá traer a su vida futura. Para tomar esta decisión la información y el conocimiento de la enfermedad y de su tratamiento es fundamental siendo aquí que reside el problema, evaluar si la información recibida es confiable.
De un lado el paciente recibirá informaciones por diversas fuentes, como periódicos, revistas, Internet, en general originadas en pesquisas financiadas por los fabricantes de medicamentos, quiénes, por intereses de mercado tendrían el mayor interés en tratar todo el mundo, recibirá también informaciones del médico y con seguridad se ira deparar con médicos que estarán a aconsejar el tratamiento y otros irán a recomendar no tratar por ahora y, aún, va a se deparar con el sistema publico de salud, el gobierno, que por diversas condiciones de infraestructura tentará dificultar el tratamiento, siendo que en algunos países esto será hecho de forma intencional, tentando que sean tratados el menor numero posible de individuos, necesitando así dispensar menores recursos.
En medio a estas informaciones desencontradas es que queda el pobre del paciente, muchas veces sin poder llegar a una conclusión sobre si realmente es necesario se someter al tratamiento o si es conveniente solamente acompañar el cuadro.
Como no existe una receta de cocina, esto es, una formula única que pueda ser aplicada a todos los infectados y como cada caso presenta muchas variables que pueden afectar el estado clínico y la velocidad de progresión de la enfermedad, vamos a listar los principales puntos que pueden ser estudiados, para que cada paciente intente ver donde se encuadra su caso personal y así poder discutir con su médico qué es lo mejor a ser realizado. Para tal emplearemos una forma muy utilizada por los abogados para suministrar informaciones a los jueces para se tentar conseguir la mejor sentencia, la mejor para al caso.
Vamos ver:
CONSIDERANDO que lo no tratamiento puede progresar para el cirrosis en algunos de los infectados;
CONSIDERANDO que el estado clínico, físico y emocional del paciente puede influenciar en la velocidad de progresión de la enfermedad;
CONSIDERANDO que otras enfermedades pueden venir a afectar el hígado o el sistema de defensa del organismo, aumentando el daño existente;
CONSIDERANDO la edad y la expectativa de cuántos años de vida aún son esperados;
CONSIDERANDO la existencia de otras enfermedades que impidan el tratamiento;
CONSIDERANDO la predisposición genética, hereditaria o clínica sobre determinadas enfermedades que el tratamiento podrá venir a desencadenar u ocasionar;
CONSIDERANDO cual es el grado de daño hepático hoy existente (comprobado por una biopsia) y cual la actividad en el hígado;
CONSIDERANDO que de cada 100 infectados por la hepatitis C, aproximadamente 80 fallecerán de vejez, sin haber llegado a desarrollar cirrosis (algunos estudios muestran que este porcentual podrá ser mayor, llegando a 85% de los infectados);
CONSIDERANDO que los medicamentos actualmente disponibles para el tratamiento, la Ribavirina y el interferón (convencional y pegilado) no son totalmente eficaces, consiguiendo la cura de poco más que la mitad de los tratados;
CONSIDERANDO los efectos adversos que el tratamiento puede ocasionar a los pacientes, como el aparecimiento de otras enfermedades, entre ellas las auto-inmunes, la depresión, la irritabilidad, etc.;
CONSIDERANDO la llegada en corto y medio plazo de nuevos medicamentos y tratamientos;
CONSIDERANDO los considerandos arriba no existe a menor posibilidad de poderse recomendar una u otra decisión a todos los infectados, siendo la decisión sobre tratar o no tratar un asunto de foro intimo a ser discutido entre el paciente y el médico, debiendo se considerar que no existen dos casos iguales, que cada caso debe ser estudiado y discutido separadamente.
Así, cabe a cada un se informar, conocer el máximo posible sobre la enfermedad, su historia natural de la evolución, sus consecuencias y sobre los tratamientos disponibles.
Aquéllos que inicien el tratamiento deben conocer cuales serán los efectos secundarios del tratamiento y aún informar sobre éstos a su familia, amigos y compañeros de trabajo, para que eviten mal entendidos.
Aquéllos que no necesiten o no quieran realizar el tratamiento deben obligatoriamente mantener un acompañamiento médico permanente, llevando una vida saludable, lejos de cualquier bebida alcohólica, con una alimentación la más natural y balanceada posible, con pocas grasas, deben realizar un programa de actividades físicas rutinarias y constantes, manteniendo su peso dentro del ideal e intentar tener siempre un pensamiento positivo, sin ansiedad o estrés con una buena disposición psicológica y emocional. Todo esto estará beneficiando el organismo logrando una mejor convivencia con el virus y por consecuente una menor agresión a su hígado.
En fin, puse algunos de los puntos que deben ser considerados. La decisión sobre el tratamiento cabe a cada un.