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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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17/12/2007


Na hepatite B a resposta ao adefovir depende do genótipo e da carga viral


Um estudo publicado não Journal of Hepatology pesquisou quais os fatores associados com uma resposta viral em pacientes com hepatite B crônica resistente a lamivudina, que foram tratados com adefovir. Participaram 44 pacientes, dos quais 46% apresentavam uma hepatite crônica HBeAg positivo. O tratamento de 28 pacientes foi realizado com adefovir em monoterapia e outros 26 receberam o adefovir combinado com lamivudina. A duração do tratamento foi em média de 30 meses.

O objetivo dos pesquisadores era encontrar opções para o número importante de pacientes com hepatite B crônica que desenvolvem resistência a lamivudina. O adefovir é um análogo dos nucleotídeos ativo frente ao vírus da hepatite B, que se administra freqüentemente a pacientes que desenvolveram resistências a lamivudina. A resistência a adefovir é menos freqüente e aparece mais tarde que a resistência a lamivudina. Observando-se uma maior incidência de resistências ao adefovir em pacientes com resistência prévia a lamivudina que em pacientes nunca antes tratados.

Foi obtida uma resposta viral (ADN-HBV inferior a 10.000 copias/ml) durante os 12 primeiros meses de tratamento em 70% dos casos. Prolongar o tratamento antiviral além dos 12 meses não produziu um incremento da resposta, pelo que nestes casos deveriam ser estudadas outras opções. Entre os pacientes HBeAg positivos, um 24% mostrou uma perda do HBeAg e em 20% a seroconversão a anti-HBe. A aparição de mutantes resistentes a adefovir aconteceu em 14% dos pacientes. A resistência foi mais freqüente nos pacientes com cirrose hepática.

Uma análise multivariada identificou diversos fatores associados com a resposta viral: respondia melhor o sexo feminino, os pacientes HBeAg negativo e os que apresentavam uma baixa carga viral. A perda do HBeAg se associou a uma carga viral baixa e ao genótipo D.

Os resultados deste estudo sugerem que os pacientes com hepatite B crônica que desenvolveram resistência a lamivudina, aqueles do genótipo D e baixa carga viral são os melhores candidatos para receber adefovir. A ausência do HBeAg identifica de forma simples aos que respondem bem. 90% dos pacientes HBeAg negativos apresentaram uma resposta viral durante os 12 primeiros meses de tratamento.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Journal of Hepatology - Volume 47, Issue 3, September 2007, Pages 366-372 - Viral genotype and baseline load predict the response to adefovir treatment in lamivudine-resistant chronic hepatitis B patients - M. Buti, I. Elefsiniotis, R. Jardi, V. Vargas, F. Rodriguez-Frias, M. Schapper, S. Bonovas and R. Esteban


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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17/12/2007


En la hepatitis B la respuesta al adefovir depende del genotipo y la carga viral


Un estudio publicado no Journal of Hepatology ha investigado los factores asociados con una respuesta viral en pacientes con hepatitis B crónica resistente a lamivudina, que fueron tratados con adefovir. Participaram 44 pacientes, de los cuáles el 46% presentaba una hepatitis crónica HBeAg positivo. El tratamiento de 28 pacientes foi realizado com adefovir en monoterapia e otros 26 recibieron el adefovir combinado con lamivudina. La duración del tratamiento fue una media de 30 meses.

El objetivo de los investigadores era encontrar opciones para el número importante de pacientes con hepatitis B crónica que desarrollan resistencia a la lamivudina. El adefovir es un análogo de los nucleótidos activo frente al virus de la hepatitis B, que se administra frecuentemente a pacientes que han desarrollado resistencias a la lamivudina. La resistencia a adefovir es menos frecuente y aparece más tarde que la resistencia a la lamivudina. Se ha observado una mayor incidencia de resistencias al adefovir en pacientes con resistencia previa a la lamivudina que en pacientes nunca antes tratados.

Se consiguió una respuesta viral (DNA-VHB inferior a 10.000 copias/ml) durante los 12 primeros meses de tratamiento en el 70% de los casos. Prolongar el tratamiento antiviral más allá de los 12 meses no produjo un incremento de la respuesta, por lo que en estos casos deberían contemplarse otras opciones. Entre los pacientes HBeAg positivos, el 24% mostró una pérdida de HBeAg y el 20% la seroconversión a anti-HBe. Se observó la aparición de mutantes resistentes a adefovir en el 14%. Estas fueron más frecuentes en los pacientes con cirrosis hepática.

Un análisis multivariado identificó diversos factores asociados con la respuesta viral: respondia mejor el sexo femenino, los pacientes HBeAg negativo y los que presentaban una baja carga viral. La pérdida de HBeAg se asoció a una carga viral baja y al genotipo D.

Los resultados de este estudio sugieren que los pacientes con hepatitis B crónica que han desarrollado resistencia a lamivudina, aquellos del genotipo D y baja carga viral son los mejores candidatos para recibir adefovir. De todos modos, la ausencia de HBeAg identifica de forma simple a los que responden bien. El 90% de los pacientes HBeAg negativos presentó una respuesta viral durante los 12 primeros meses de tratamiento.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Journal of Hepatology - Volume 47, Issue 3, September 2007, Pages 366-372 - Viral genotype and baseline load predict the response to adefovir treatment in lamivudine-resistant chronic hepatitis B patients - M. Buti, I. Elefsiniotis, R. Jardi, V. Vargas, F. Rodriguez-Frias, M. Schapper, S. Bonovas and R. Esteban


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 15.12.2007