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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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04/09/2006


Vírus mutante da hepatite B não é identificado por teste ELISA


BRASÍLIA - Agência Notisa

Neiva Sellan Gonçalves da UNICAMP falou no Congresso do Hemorio, sobre "HbsAg mutante". Ela afirmou que o vírus da hepatite B (HBV) tem distribuição bastante relevante no Brasil, com uma especial concentração na região amazônica, onde a transmissão vertical (de mãe para filho) é consideravelmente alta.

Segundo a médica, o paciente que possui hepatite B por mais de seis meses já é considerado crônico. "Hoje, não se fala mais em cura da hepatite B e, sim, em resolução", disse. Isto porque não se consegue eliminar por completo o vírus do organismo e em períodos de imunodepressão ele pode voltar a atuar.

O vírus HBV ainda apresenta uma outra complicação, ele é altamente replicável, e com freqüência ocorrem mutações. O vírus HBV tem oito genótipos conhecidos, afirmou a palestrante. E esses genótipos refletem exatamente o tipo de colonização que os povos tiveram. O Brasil, por exemplo, apresenta vários tipos, inclusive o originário de ameríndios.

Segundo a médica, é importante que os especialistas conheçam os genótipos, pois muitas vezes acha-se que o paciente está migrando para o estágio de resolução e, na verdade, o vírus está sofrendo uma mutação.

Para um banco de sangue, a mutação mais importante é na região S (HbsAg), afirma Neiva. É porque, segundo ela, a mutação não é identificada pelo teste usado comumente - ELISA - e também não é destruída pela vacina existente.

Esse vírus causa uma infecção persistente e é perigoso para o hospedeiro (individuo), podendo ser transmitido de forma horizontal de uma pessoa para outra. Por estas razões, a médica considera que ele representa um importante problema de saúde pública.

MEU COMENTÁRIO:

Importante alerta da Dra. Neiva Sellan Gonçalves. O Brasil necessita com urgência disponibilizar no SUS a genotipagem para a hepatite B e os testes b-Dna (carga viral) como forma de oferecer o tratamento adequado aos portadores crônicos de hepatite B.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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04/09/2006


Virus mutante de la Hepatitis B no es identificado por la prueba ELISA


Agencia Notisa

Neiva Sellan Gonçalves da Unicamp - Universidad de Campinas - Brasil disertó en el Congreso del Hemorio, sobre "HbsAg mutante". Afirmó que el virus de la Hepatitis B (HBV) tiene distribución bastante relevante en Brasil, con una especial concentración en la región amazónica, donde la transmisión vertical (de madre para hijo) es considerablemente alta.

Según la médica, el paciente que posee Hepatitis B por más de seis meses ya es considerado crónico. "Hoy, no se habla más en cura de la Hepatitis B y, sí, en resolución", dijo. Esto porque no se consigue eliminar por completo el virus del organismo y en períodos de inmunodepresión él puede volver a actuar.

El virus HBV aún presenta otra complicación, es altamente replicable, y con frecuencia ocurren mutaciones. El virus HBV tiene ocho genotipos conocidos y esos genotipos reflejan exactamente el tipo de colonización que los pueblos tuvieron. Brasil, por ejemplo, presenta varios tipos, incluso el proveniente de tribus de indios.

Según la médica, es importante que los especialistas conozcan los genotipos, pues muchas veces se piensa que el paciente está llegando para el estadio de resolución y, en verdad, el virus está sufriendo una mutación.

Para un banco de sangre, la mutación más importante es en la región S (HbsAg), afirma Neiva. Es porque, según ella, la mutación no es identificada por la prueba usada actualmente en los bancos de sangre, la prueba ELISA y también no es destruida por la vacuna existente.

Ese virus causa una infección persistente y es peligroso para el hospedero (individuo), pudiendo ser transmitido de forma horizontal de persona a persona. Por estas razones, la médica considera que él representa un importante problema de salud pública.

MI COMENTARIO:

Importante alerta de la Dra. Neiva Sellan Gonçalves. Brasil y otros países necesitan con urgencia colocar en el sistema de salud pública la prueba del genotipo para la Hepatitis B y las pruebas b-ADN (carga viral) como forma de ofrecer el tratamiento adecuado a los portadores crónicos de Hepatitis B.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 2.9.2006