GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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30/08/2005
Painel de especialistas recomenda PEGASYS® como terapia de primeira linha no tratamento da Hepatite Crônica B
A recomendação abrange a região Ásia-Pacífico - area de maior prevalência mundial de hepatite B
Bali, Indonésia, 18 de agosto de 2005
O Novo protocolo de tratamento da Associação Ásia-Pacífico para Estudos do Fígado (APASL) é o primeiro a recomendar especificamente PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) como terapia de primeira linha para a hepatite crônica B.(I) O protocolo reconhece que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) é mais eficaz que a lamivudine, medicamento que representa hoje o padrão de tratamento, uma vez que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) pode levar à supressão viral sustentada/ remissão da doença após a interrupção do tratamento. Este é um avanço importante, uma vez que a lamivudina não permite este benefício sustentado, o que significa dizer que o paciente pode precisar manter este medicamento por toda a vida. PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]), em contraste, oferece a esperança de uma vida livre de tratamento para milhões de pessoas com hepatite crônica B.
O recente protocolo de tratamento do APASL é endossado pelos resultados de uma análiseii dos pacientes asiáticos incluídos nos dois maiores estudos clínicos de fase 3 (III)(IV) apresentados na 15o Congresso Annual da APASL em Bali, Indonésia. Em ambos os estudos, os pacientes asiáticos que receberam PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) atingiram taxas significativamente maiores de resposta sustentada comparados àqueles tratados com lamivudina sozinha. Importante ressaltar que apenas os pacientes tratados com PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) atingiram o significativo resultado da soroconversão HBsAG, que representa o resultado mais próximo de cura que se consegue atingir.
"É pouco provável que pacientes que responderam a PEGASYS necessitem de outros tratamentos específicos e, com base em estudos prévios usando interferon, o risco deles desenvolverem cirrose, falência hepática e câncer de fígado é reduzido. Estas são razões que nos levam a usar PEGASYS como primeira escolha em hepatite B e eu estou muito satisfeito que isto tenha sido refletido nas novas recomendações da APASL" disse o Dr. Piratvisuth, da Universidade Prince of Songkla, Tailândia, autor líder deste estudo. "Os resultados de minha análise apresentados hoje demonstram que PEGASYS é eficaz também na população de pacientes asiáticos, que tem sido tradicionalmente considerada como de mais difícil tratamento, quando comparada aos caucasianos."
Resultados mais importantes do estudo
A análise incluiu um total de 708 pacientes asiáticos com hepatite crônica B tipo HBeAg-positivo e 332 com hepatite crônica B tipo HBeAg-negativo. Os pacientes foram tratados por 48 semanas com PEGASYS 180 uma vez por semana mais placebo ou lamivudina 100 mg uma vez ao dia. A resposta dos pacientes foi avaliada 24 semanas após a parada do tratamento.
24 semanas após terem completado a terapia:
- 31% dos pacientes asiáticos com hepatite B HBeAg-positivo tratados com PEGASYS atingiram remissão sustentada, comparado a 19% daqueles tratados com lamivudina.
- 26% dos pacientes asiáticos com hepatite B HBeAg-negativo tratados com PEGASYS manteve o HBV DNA menor que 400 cópias/ml, comparado a 11% daqueles tratados com lamivudina.
- Importante ressaltar que resistência foi observada apenas nos pacientes que receberam lamivudina.
Estes estudos são parte de um dos maiores programas de desenvolvimento clínico em hepatite crônica B que inclui três estudos globais que incluiram mais de 1.500 pacientes de 19 países, inclusive Brasil. Os resultados destes estudos demonstram que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) foi mais eficaz que a lamivudina e que o interferon convencional em atingir remissão prolongada.
PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD])já recebeu aprovação para o tratamento da hepatite crônica B em cerca de 40 países (no Brasil, ainda aguarda aprovação da ANVISA para esta indicação terapêutica), incluindo recentes aprovações no Camboja, China, Hong Kong, Indonésia, Filipinas, Taiwan, Tailândia e Coréia do Sul, assim como nos Estados Unidos e na União Européia, e ainda aguarda novas aprovações. PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) é o primeiro e único interferon peguilado a ter indicação de tratamento na hepatite crônica B.
PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) combate a doença de duas maneiras: ele estimula o sistema imune e, ao mesmo tempo, ataca o virus diretamente. A lamivudina, assim como outras medicações de sua classe, tem apenas o efeito antiviral direto e tende a ser tomada de forma indefinida, pelo fato da hepatite B retornar se o paciente parar o tratamento. Entretanto, o virus pode tornar-se resistente à lamivudina com o uso prolongado, limitando a eficácia deste medicamento.
Sobre a hepatite crônica B
A hepatite crônica B é um sério problema de saúde pública mundial que afeta mais de 350 milhões de pessoas globalmente. É uma das principais causas de doença hepatica crônica, cirrose e câncer primário de fígado. Aproximadamente um milhão de pessoas morre anualmente de hepatite crônica B, tornando-a a 10a maior causa de morte no mundo. Para aqueles que estão cronicamente infectados, o objetivo imediato do tratamento é a remissão da doença hepatica para prevenir a progressão para cirrose, falência hepatica e câncer primário de fígado.
Sobre a Roche
Com sua matriz na cidade suiça de Basiléia, a Roche é um dos grupos de healthcare focados em pesquisa & desenvolvimento líderes nos campos farmacêutico e diagnóstico. Como fornecedor de produtos e serviços inovadores, para a detecção precoce, prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, o Grupo contribui numa ampla frente para melhorar a saúde e a qualidade de vida das pessoas. A Roche é líder na area de diagnósticos, a maior empresa fornecedora de medicamentos para câncer e transplantes, e a líder no Mercado de Virologia. A Roche emprega cerca de 65.000 pessoas em 150 países e tem acordos de P&D e alianças estratégicas com diversas companhias. Informações adicionais sobre o Grupo Roche estão disponíveis na Internet (www.roche.com ou www.roche.com.br).
Referências:
I - Liaw Y-F, Leung N, Guan R, et al. Asian-Pacific consensus statement on the management of chronic hepatitis B: a 2005 update. Liver International 2005; 25: 472-489.
II - Piratvisuth T, Lau GKK, Chao YC, et al. Sustained response in Asian patients enrolled in two large, multinational studies of peginterferon alfa-2a (40KD) (PEGASYS) +/- lamivudine vs lamivudine for chronic hepatitis B. 15th APASL meeting, 14th - 18th August, Bali, Indonesia.
III - Lau GKK, Piratvisuth T, Luo KX, et al. Peginterferon alfa-2a, lamivudine, and the combination for HBeAg-positive chronic hepatitis B. N Engl J Med 2005; 352:2682-2695.
IV - Marcellin P, Lau GK, Bonino F, et al. Peginterferon alfa-2a alone, lamivudine alone, and the two in combination in patients with HBeAg-negative chronic hepatitis B. N Engl J Med 2004; 351: 1206-17
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
ONG - Registro n°. 176.655 - RCPJ-RJ - Rio de Janeiro - Brasil
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
30/08/2005
Nuevo panel de especialistas recomienda PEGASYS® como terapia de primera línea en el tratamiento de la Hepatitis Crónica B
La recomendación abarca la región Asia-Pacífico - área de mayor incidencia mundial de hepatitis B
Bali, Indonesia, el 18 de agosto de 2005
El Nuevo protocolo de tratamiento de la Asociación Asia-Pacífico para Estudios del Hígado (APASL) es el primero a recomendar específicamente PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) como terapia de primera línea para la hepatitis crónica B.(I) El protocolo reconoce que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) es más eficaz que la lamivudine, medicamento que representa hoy el padrón de tratamiento, una vez que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) puede llevar a la supresión vírica sostenida con la remisión de la enfermedad después de la interrupción del tratamiento. Éste es un avance importante, una vez que la lamivudina no permite este beneficio sostenido, lo que significa decir que el paciente puede necesitar mantener este medicamento por todo el vida. PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]), en contraste, ofrece la esperanza de una vida libre de tratamiento para millones de personas con hepatitis crónica B.
El reciente protocolo de tratamiento del APASL es endosado por los resultados de un análisisiI de los pacientes asiáticos incluidos en los dos mayores estudios clínicos de fase 3 (III) e (IV) presentados en la 15° Congreso Anual da APASL en Bali, Indonesia. En ambos los estudios, los pacientes asiáticos que recibieron PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) alcanzaron tasas significativamente mayores de respuesta sostenida comparados a aquellos tratados con lamivudina. Importante resaltar que apenas los pacientes tratados con PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) alcanzaron el significativo resultado de la soro conversión HBsAG, que representa el resultado más próximo de cura que se consigue alcanzar.
"Es poco probable que pacientes que respondieron a PEGASYS necesiten otros tratamientos específicos y, con base en estudios previos usando interferón, el riesgo de ellos desarrollar cirrosis, falencia hepática y cáncer de hígado es reducido. Éstas son razones que nos llevan a usar PEGASYS como primera elección en hepatitis B y yo estoy muy satisfecho que esto haya sido reflejo en las nuevas recomendaciones de la APASL" dijo el Dr. Piratvisuth, de la Universidad Prince of Songkla, Tailandia, autor líder de este estudio. "Los resultados de mi análisis presentados hoy demuestran que PEGASYS es eficaz también en la población de pacientes asiáticos, que ha sido tradicionalmente considerada como de más difícil tratamiento, cuando comparada a los caucasianos."
Resultados más importantes del estudio
El análisis incluyó un total de 708 pacientes asiáticos con hepatitis crónica B tipo HBeAg-positivo y 332 con hepatitis crónica B tipo HBeAg-negativo. Los pacientes fueron tratados por 48 semanas con PEGASYS 180 una vez por semana más placebo o lamivudina 100 mg una vez al día. La respuesta de los pacientes fue evaluada 24 semanas después de la parada del tratamiento.
24 semanas después de han completado la terapia:
- 31% de los pacientes asiáticos con hepatitis B HBeAg-positivo tratados con PEGASYS alcanzaron remisión sostenida, comparado a 19% de aquellos tratados con lamivudina.
- 26% de los pacientes asiáticos con hepatitis B HBeAg-negativo tratados con PEGASYS mantuvo el HBV ADN menor que 400 copias/ml, comparado a 11% de aquellos tratados con lamivudina.
- Importante resaltar que resistencia fue observada apenas en los pacientes que recibieron lamivudina.
Estos estudios son parte de uno de los mayores programas de desarrollo clínico en hepatitis crónica B que incluye tres estudios globales que incluyeron más de 1.500 pacientes de 19 países. Los resultados de estos estudios demuestran que PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) fue más eficaz que la lamivudina y que el interferón convencional en alcanzar remisión prolongada.
PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD])ya recibió aprobación para el tratamiento de la hepatitis crónica B en cerca de 40 países (en Brasil, todavía aguarda aprobación de la ANVISA para esta indicación terapéutica), incluyendo recientes aprobaciones en el Camboya, China, Hong Kong, Indonesia, Filipinas, Taiwan, Tailandia y Corea del Sur, así como en Estados Unidos y en la Unión Europea, y aún aguarda nuevas aprobaciones. PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) es el primero y único interferón pegilado a tener indicación de tratamiento en la hepatitis crónica B.
PEGASYS® (alfapeginterferona-2a [40 KD]) combate la enfermedad de dos modos: estimula el sistema inmune y, al mismo tiempo, ataca el virus directamente. La lamivudina, así como otras medicaciones de su clase, tiene apenas el efecto antiviral directo y tiende a ser tomada de forma indefinida, por el hecho de la hepatitis B regresar si el paciente parar el tratamiento. Mientras, el virus puede volverse fuerte a la lamivudina con el uso prolongado, limitando la eficacia de este medicamento.
Sobre la hepatitis crónica B
La hepatitis crónica B es un serio problema de salud pública mundial que afecta más de 350 millones de personas globalmente. Es una de las principales causas de enfermedad hepática crónica, cirrosis y cáncer primario de hígado. Aproximadamente un millón de personas muere anualmente de hepatitis crónica B, tornándola la 10la mayor causa de muerte en el mundo. Para aquéllos que están crónicamente infectados, el objetivo inmediato del tratamiento es la remisión de la enfermedad hepática para prevenir la progresión para cirrosis, falencia hepática y cáncer primario de hígado.
Sobre la Roche
Con su matriz en la ciudad suiza de Basilea, la Roche es uno de los grupos de healthcare que invierte en investigación & desarrollo siendo uno de los líderes en los campos farmacéutico y diagnóstico. Como proveedor de productos y servicios innovadores, para la detección precoz, prevención, diagnóstico y tratamiento de enfermedades, el Grupo contribuye en una amplia frente para mejorar la salud y la calidad de vida de las personas. La Roche es líder en el área de diagnósticos, la mayor empresa proveedora de medicamentos para cáncer y trasplantes, y la líder en el Mercado de Virologia. La Roche emplea cerca de 65.000 personas en 150 países y tiene acuerdos de P&D y alianzas estratégicas con diversa compañías. Informaciones adicionales sobre el Grupo Roche están disponibles en el Internet en www.roche.com
Referencias:
I - Liaw Y-F, Leung N, Guan R, et al. Asian-Pacific consensus statement on the management of chronic hepatitis B: a 2005 update. Liver International 2005; 25: 472-489.
II - Piratvisuth T, Lau GKK, Chao YC, et al. Sustained response in Asian patients enrolled in two large, multinational studies of peginterferon alfa-2a (40KD) (PEGASYS) +/- lamivudine vs lamivudine for chronic hepatitis B. 15th APASL meeting, 14th - 18th August, Bali, Indonesia.
III - Lau GKK, Piratvisuth T, Luo KX, et al. Peginterferon alfa-2a, lamivudine, and the combination for HBeAg-positive chronic hepatitis B. N Engl J Med 2005; 352:2682-2695.
IV - Marcellin P, Lau GK, Bonino F, et al. Peginterferon alfa-2a alone, lamivudine alone, and the two in combination in patients with HBeAg-negative chronic hepatitis B. N Engl J Med 2004; 351: 1206-17
Traducción de Carlos Varaldo - Grupo Optimismo - Con informaciones recibidas de ROCHE