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07/05/2011
O problema da resistência aos medicamentos no tratamento da hepatite B
Um dos graves problemas no tratamento da hepatite B é a resistência que o vírus pode criar em relação aos medicamentos de uso oral. Quando a resistência aparece obriga os médicos a mudar a indicação, mas um estudo publicado na Hepatology encontrou que praticamente a metade dos casos de resistência viral não é culpa dos medicamentos e sim porque os pacientes simplesmente não tomam os medicamentos conforme indicado.
Existem vários medicamentos de uso oral para tratamento da hepatite B (análogos de nucleosídeos / nucleotídeos) como a lamivudina, o adefovir, o entecavir, a telbivudina e o tenofovir, todos eles efetivos contra o vírus da hepatite B, mas a resistência aos medicamentos pode surgir durante o tratamento, comprometendo o resultado da terapia.
Pesquisa realizada na Universidade de Michigan estudou a diferenciação entre a resistência viral e a resistência genotípica em pacientes em tratamento da hepatite B com medicamentos orais.
A pesquisa retrospectiva realizada entre os anos de 2000 e 2010 apresenta um resultado surpreendente, pois 40% dos casos de resistência viral não foram relacionadas à resistência aos medicamentos utilizados, enfatizando que existe o risco de erro diagnostico na resistência aos medicamentos o que provoca modificações desnecessárias durante o tratamento.
Na verdade nesses casos não existe resistência aos medicamentos existindo simplesmente falta de aderência do paciente da indicação do médico. Paciente que não toma os medicamentos regularmente, conforme foi indicado pelo médico, provoca a replicação do vírus, o que passa a ser erroneamente diagnosticado como resistência ao medicamento.
A aderência ao tratamento, respeitando as dosagens e horários dos medicamentos conforme receitado pelo médico é fundamental para conseguir sucesso com o tratamento, mas se o paciente for desleixado e não faze a sua parte, ele será o único prejudicado.
Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Virological Breakthrough and Resistance in Patients with Chronic Hepatitis B Receiving Nucleos(t)ide Analogs in Clinical Practice." Chanunta Hongthanakorn, Watcharasak Chotiyaputta, Kelly Oberhelman, Robert J. Fontana, Jorge A. Marrero, Tracy Licari and Anna S.F. Lok. Hepatology; Published Online: March 24, 2011 (DOI: 10.1002/hep.24318); Print Issue Date: May 2011.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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07/05/2011
El problema de la resistencia a los medicamentos en el tratamiento de la hepatitis B
Uno de los graves problemas en el tratamiento de la hepatitis B es la resistencia que el virus puede crear con relación a los medicamentos de uso oral. Cuando la resistencia aparece obliga los médicos a alterar la indicación, pero un estudio publicado en la Hepatology encontró que prácticamente la mitad de los casos de resistencia viral no es culpa de los medicamentos y sí porque los pacientes simplemente no toman los medicamentos según indicado.
Existen varios medicamentos de uso oral para tratamiento de la hepatitis B (análogos de núcleosideos / núcleotideos) como la lamivudina, el adefovir, el entecavir, a telbivudina y el tenofovir, todos ellos efectivos contra el virus de la hepatitis B, pero la resistencia a los medicamentos puede surgir durante el tratamiento, comprometiendo el resultado de la terapia.
Pesquisa realizada en la Universidad de Michigan estudió la diferenciación entre la resistencia viral y la resistencia genotípica en pacientes en tratamiento de la hepatitis B con remedios orales.
La pesquisa retrospectiva realizada entre los años de 2000 y 2010 presenta un resultado sorprendente, pues 40% de los casos de resistencia viral no fueron relacionadas a la resistencia a los medicamentos utilizados, enfatizando que existe el riesgo de error diagnostico en la resistencia a los medicamentos lo que provoca modificaciones innecesarias durante el tratamiento.
En verdad en esos casos no existe resistencia a los medicamentos existiendo simplemente falta de adherencia del paciente de la indicación del médico. Paciente que no toma los medicamentos regularmente, según fue indicado por el médico, provoca a replicación del virus, lo que pasa a ser erróneamente diagnosticado como resistencia al medicamento.
La adherencia al tratamiento, respetando las dosis y horas de los medicamentos según recetado por el médico es fundamental para conseguir suceso con el tratamiento, pero si el paciente es imprudente y no hace su parte, él será el único perjudicado.
Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Virological Breakthrough and Resistance in Patients with Chronic Hepatitis B Receiving Nucleos(t)ide Analogs in Clinical Practice." Chanunta Hongthanakorn, Watcharasak Chotiyaputta, Kelly Oberhelman, Robert J. Fontana, Jorge A. Marrero, Tracy Licari and Anna S.F. Lok. Hepatology; Published Online: March 24, 2011 (DOI: 10.1002/hep.24318); Print Issue Date: May 2011.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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