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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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01/05/2001

NEW YORK TIMES - 30 de abril de 2001

Hepatite C - A grande ameaça dos portadores de HIV/AIDS


Por DAVID TULLER

SAN FRANCISCO, 30 de abril-Gerald Moreno estava emocionado quando o doutor falou que ele estava respondendo maravilhosamente ao HIV, tratado com um coquetel de drogas que incluiu um inibidor de protease, novo e poderoso.

Então o médico falou as outras notícias. Apesar da melhoria aparente de Sr. Moreno, os testes revelaram que ele tem uma segunda doença, a hepatite C que pode conduzir a uma cirrose ou um câncer no fígado, e, em alguns casos, a morte.

Assim, depois de sobreviver à epidemia de HIV, o Sr. Moreno, um usuário de drogas recuperado, que agora é um pedagogo em saúde na Universidade de Califórnia em São Diego ao ouvir de seu médico que tinha outra doença potencialmente fatal, deixou o consultório devastado.

Quando o FDA aprovou o primeiro inibidor de protease em 1996, muitas pessoas com HIV acreditaram que tinham sido premiados com uma suspensão em aberto da morte. Agora, milhares deles, estão confrontando a realidade que a longevidade lhes trouxe, com uma nova complicação -ameaçadora, a hepatite C.

Até 40 por cento dos portadores de HIV podem estar infetadas com a hepatite C, ou HCV. Entre alguns grupos, principalmente HIV ex-usuários de drogas, alguns pesquisadores acreditam que a taxa de co-infecção possa se situar em aproximadamente 90%. De acordo com a Fundação de Hemofilia, a taxa de co-infecção entre HIV hemofílicos -positivos é igualmente alto.

Isto está emergindo como um problema realmente enorme, segundo Alan Franciscus, diretor do Hepatitis C Support Project em São Francisco. Antes de inibidores de protease, a maioria das pessoas morria muito depressa de HIV.

As estatísticas de mortalidade refletem a nova realidade. Como o índice de mortalidade pela AIDS diminuiu, a hepatite C se tornou a causa número 1 de morte entre os infetados pelo HIV, disse Dr. Douglas Dieterich, chefe de gastroenterologia e hepatologia do Cabrini Medical Center de New York. Em algumas clínicas, até a metade das mortes de HIV são por perda da função hepática e não pneumonia ou qualquer outra infecção associada com a AIDS.

A hepatite C é o mais mortal das três variedades principais de hepatites. Antes de o vírus ser identificado em 1989, simplesmente foi chamado de hepatite nãoA-nãoB. Autoridades de saúde americanas há pouco reconheceu com alarme o crescente crescimento da doença.

Quase quatro milhões de norte americanos foram infetados, e entre 8,000 a 10,000 morrem anualmente de complicações da hepatite C, de acordo com os Centros para Controle de Doença e Prevenção americano. A maioria dos infetados permanece totalmente assintomática e podem transmitir isto a outras pessoas.

A perspectiva de tratamento para o vírus melhorou notadamente nos últimos Cinco anos, e o tratamento com a combinação de interferon e ribavirina e uma esperança em quase a metade dos tratados. Mas apesar dos avanços, muitos pacientes não respondem a tratamento e só podem sobreviver com a realização de um transplante de fígado-uma opção impossível a pessoas com o vírus de AIDS.

Na maioria dos infetados, o vírus não produz nenhum sintoma durante 20 anos ou mais. Então, sintomas como fadiga, dores articulares ou dor abdominal, náusea e lapsos em concentração podem ser os primeiros sinais. Como a maioria dos médicos ainda desconhece a hepatite C, muitas pessoas nunca descobrem que eles podem estar infetados, até, que, o fígado mostre sinais de dano um dano hepático sério.

Alguns estudos, por enquanto contraditórios, indicam que o HIV pode acelerar a progressão da hepatite C. As drogas para tratamento do HIV, particularmente os inibidores de protease, produzem uma grande tensão no fígado, o órgão cuja função é o de metabolizar os medicamentos. Alguns pacientes infetados com ambos vírus têm grande dificuldade para tolerar os medicamentos para tratar a AIDS.

A maioria dos médicos que tratam o HIV sabem muito pouco sobre hepatite C, e os especialistas em hepatite C tem muita pouca experiência no HIV. As pessoas com o vírus da AIDS geralmente são tratadas por médicos de doenças infecciosas, enquanto gastroenterologistas e hepatologistas são os peritos em hepatite C. Geralmente os portadores dos dois vírus são jogados de um lado para outro entre os dois especialistas.

Como a extensão do problema só agora está sendo compreendida, o tratamento das pessoas com ambos os vírus ainda está em suas primeiras fases. Alguns profissionais médicos, como o Dr. Tari Gilbert, do U.C. San Diego Treatment Center, acredita que a melhor estratégia é tratar primeiro o HIV antes de tratar hepatites C.

Tradução: Carlos Varaldo - Grupo Otimismo

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo



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01/05/2001

NEW YORK TIMES - 30 de abril de 2001

Hepatitis C - La gran amenaza para los portadores de HIV/SIDA


Por DAVID TULLER

SAN FRANCISCO, 30 de abril - Gerald Moreno estaba emocionado cuando el médico le dijo que el estaba respondiendo maravillosamente al HIV, tratado con una combinación de drogas que incluye un inhibidor de proteases, nuevo y poderoso.

Entonces el médico hablo sobre las otras noticias. A pesar de la mejora aparente del Sr. Moreno, las ultimas pruebas revelaran que el tiene una segunda enfermedad, la hepatitis C que pode conducir a una cirrosis o a un cáncer en el hígado, y en algunos casos, a la muerte.

Así, después de sobrevivir a la epidemia de HIV, el Sr. Moreno, un usuario de drogas recuperado, que ahora es un pedagogo en salud en la Universidad de California en San Diego al escuchar de su médico que tenia otra enfermedad potencialmente fatal, dejo el consultorio devastado.

Cuando el FDA aprobó el primer inhibidor de protease en 1996, muchas personas con HIV acreditaron que habían sido premiados con una suspensión, en abierto, de su muerte. Ahora, millares de ellos, están confrontando la realidad que la longevidad les trajo, con una nueva complicación amenazadora, la hepatitis C.

Hasta 40 por ciento de los portadores de HIV pueden estar infectados con la hepatitis C, o HCV. Entre algunos grupos, principalmente HIV ex-usuarios de drogas, algunos investigadores acreditan que la tasa de co-infección pueda se situar en aproximadamente 90%. De acuerdo con la Fundación de Hemofilia, la tasa de co-infección entre HIV hemofílicos -positivos es igualmente alto.

Esto está emergiendo como un problema realmente enorme, segundo Alan Franciscus, director del Hepatitis C Support Project en San Francisco. Antes de los inhibidores de protease, la mayoría de las personas mayoría muy rápidamente del HIV.

Las estadísticas de mortalidad muestran la nueva realidad. Como el índice de mortalidad pela AIDS diminuye, la hepatitis C se torno la causa número 1 de muerte entre los infectados por el HIV, dice el Dr. Douglas Dieterich, jefe de gastroenterología y hepatología del Cabrini Medical Center de New York. En algunas clínicas, hasta la mitad de las muertes de HIV son por perdida de la función hepática y no por pulmonía o cualquier otra infección asociada con el SIDA.

La hepatitis C es la mas mortal de las tres variedades principales de hepatitis. Antes de el virus ser identificado en 1989, simplemente fue llamado de hepatitis noA-noB. Autoridades de salud americanas han reconocido recientemente, con alarme, el creciente crecimiento de la enfermedad.

Casi cuatro millones de norte americanos fueron infectados, y entre 8.000 a 10.000 mueren anualmente de complicaciones por la hepatitis C, de acuerdo con los Centros para Control de Enfermedades y Prevención de los Estados Unidos. La mayoría de los infectados permanece totalmente asintomático y pueden transmitir esto a otras personas.

La perspectiva de tratamiento para el virus mejoro notadamente en los últimos Cinco anos, y el tratamiento con la combinación de interferon y ribavirina es una esperanza en casi la mitad de los tratados. Mas a pesar de los adelantos, muchos pacientes no responden al tratamiento y solo pueden sobrevivir con la realización de un transplante de hígado-una opción imposible para personas con el virus del SIDA.

En la mayoría de los infectados, el virus no produce ningún síntoma durante 20 anos o mas. Entonces, síntomas como fatiga, dolores articulares o dolor abdominal, sensación de nausea y lapsos en la concentración pueden ser los primeros señales. Como la mayoría de los médicos todavía desconoce la hepatitis C, muchas personas nunca descubren que pueden estar infectadas, hasta que el hígado muestre señales de un daño hepático serio.

Algunos estudios, por el momento contradictorios, indican que el HIV puede acelerar el avanzo de la hepatitis C. Los fármacos para tratamiento del HIV, particularmente os inhibidores de protease, producen una gran tensión en el hígado, el órgano que tiene por función metabolizar los medicamentos. Algunos pacientes infectados con ambos virus tienen gran dificultad para tolerar os medicamentos para tratar el SIDA.

La mayoría de los médicos que tratan el HIV sabe muy poco sobre hepatitis C, y los especialistas en hepatitis C tienen muy poca experiencia en HIV. Las personas con el virus del SIDA generalmente son tratadas por médicos de enfermedades infecciosas, y gastroenterologistas o hepatologistas son los peritos en hepatitis C.

Generalmente los portadores de los dos virus son enviados de un lado para otro entre los dos especialistas. Como la extensión del problema solo ahora está sendo comprendida, el tratamiento de las personas con ambos los virus todavía está en sus primeras fases. Algunos profesionales médicos, como el Dr. Tari Gilbert, del U.C. San Diego Treatment Center, acredita que la mejor estrategia es tratar primero el HIV antes de tratar la hepatitis C.

Traducción: Carlos varaldo - Grupo Optimismo

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo



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Last updated 30.10.2005