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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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19/12/2005


As "meninas" têm mais facilidade de nascerem infectadas pela hepatite C que os "meninos"


Um estudo realizado em 33 centros médicos da Europa compreendendo 1.787 mulheres grávidas, todas elas infectadas com a hepatite C, apresentou um resultado surpreendente ao mostrar que das crianças nascidas destas mães infectadas as "meninas" tem mais possibilidades de estarem infectadas que os "meninos".

Os dados referentes a tipo de parto efetuado, por cesárea ou normal, confirmam que as mulheres infectadas com a hepatite C não devem ser encorajadas a efetuar uma cesariana, pois o índice de crianças infectadas e igual em qualquer tipo de parto.

De acordo com a equipe médica o parto por cesárea não protegeu a criança da infecção com a hepatite C.

Também a amamentação mais uma vez mostrou que não é uma forma de transmissão da doença. As mães podem amamentar seus filhos tomando o cuidado de não apresentar ferimentos abertos nos mamilos.

O Estudo, coordenado pelo Dr. Píer Ângelo Tovo, da Universidade de Turim, na Itália, teve como resultado um índice de transmissão vertical, da mãe para a criança, de 6,2%, conforme publicado no Journal of Infectious Disease deste mês. Este índice comprova outros estudos sobre transmissão vertical mostrando que ela e realmente baixa, não devendo então se desencorajar as mulheres a engravidar.

O nível de vírus no sangue (carga viral) e um fator importante na transmissão vertical. Cargas virais mais altas apresentam maior possibilidade de transmissão. Porem, em mulheres com baixa carga viral e, até indetectáveis no PCR com sensibilidade de 50 UI/ML, foi observado que a transmissão pode acontecer em alguns poucos casos.

Mas o resultado que mais chamou a atenção da equipe de pesquisadores e que as crianças do sexo feminino têm duas vezes mais possibilidades de permanecer infectadas que as crianças do sexo masculino.

Esta associação do sexo da criança e um "achado intrigante" que provavelmente refletem diferenças hormonais ou genéticas na suscetibilidade ao vírus ou na resposta do organismo frente ao vírus.

Os autores alertam que existem estudos mostrando que uma situação semelhante acontece com a transmissão vertical do HIV/AIDS, onde também se verifica que nascem mais meninas infectadas que meninos.

Este estudo, o primeiro que inclui um grande numero de mulheres grávidas infectadas com a hepatite C confirmou o baixo índice de transmissão durante o nascimento e, também, confirmou a não transmissão durante a amamentação. Colocou ainda a questão do sexo da criança, um enigma que deverá ser algum dia decifrado.

Pessoalmente acredito que mulheres com hepatite C não devem deixar de ter filhos e que o nascimento de uma criança infectada com a hepatite C não e um problema, pois, e observado que raramente as crianças apresentam qualquer dano no fígado e, quando esta criança tiver necessidade de tratamento, o que vai acontecer daqui a 15 ou 20 anos no mínimo, já disporá medicamentos que conseguiram curar 100% dos infectados, com total segurança e com mínimos efeitos colaterais.

O problema maior são aqueles milhões que se infectaram nas décadas de 70 e 80, há mais de 20 ou 30 anos, pois um grande número estes já desenvolveu danos hepáticos e os medicamentos ainda apresentam uma resposta muito pobre, com muitos efeitos adversos.

Lembro também que no caso de casais em que o homem e o infectado não existem possibilidades da criança nascer infectada com a hepatite C. Não existem relatos de crianças nascidas com a hepatite C, de pais infectados.

Também é importante insistir que a gravidez deve ser evitada em casais onde um dos dois parceiros se encontra em tratamento. Os medicamentos podem produzir deformações no feto. Durante o tratamento e até seis meses após o mesmo não pode existir a menor possibilidade de engravidar. Se por desgraça acontecer procure imediatamente seu médico.

Fonte: The Journal of Infectious Disease, December 1, 2005.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo







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19/12/2005


Las "niñas" tienen más facilidad de nacer infectadas por la hepatitis C que los "niños"


Un estudio realizado en 33 centros médicos de Europa comprendiendo 1.787 mujeres embarazadas, todas ellas infectadas con la hepatitis C, presentó un resultado sorprendente al mostrar que de los hijos nacidos de estas madres infectadas las "niñas" tienen más posibilidades de que estén infectadas que los "niños".

Los datos referentes a tipo de parto efectuado, por cesárea o normal, confirman que las mujeres infectadas con la hepatitis C no deben ser encorajadas a efectuar una cesariana, pues el índice de niños infectados es igual en cualquier tipo de parto.

De acuerdo con el equipo médico el parto por cesárea no protegió a los recién nacidos de la infección con la hepatitis C.

También la lactancia una vez más mostró que no es una forma de transmisión de la enfermedad. Las madres pueden amamantar sus hijos tomando el cuidado de no presentar heridas abiertas en los pezones.

El Estudio, coordinado por el Dr. Píer Ángelo Tovo, de la Universidad de Turín, en Italia, tuvo como resultado un índice de transmisión vertical, de la madre para el niño, del 6,2%, según fue publicado en el Journal of Infectious Disease de este mes. Este índice comprueba otros estudios sobre transmisión vertical mostrando que ella es realmente baja, no debiendo entonces no se indicar a las mujeres a embarazar.

El nivel de virus en la sangre (carga viral) es un factor importante en la transmisión vertical. Cargas víricas más altas presentan mayor posibilidad de transmisión. Pero, en mujeres con baja carga viral y, hasta indetectables en el PCR con sensibilidad de 50 UI/ML, fue observado que la transmisión puede acontecer en algunos pocos casos.

Pero el resultado que más llamó la atención del equipo de pesquisidores es que los niños del sexo femenino tienen dos veces más posibilidades de permanecer infectadas que los niños del sexo masculino.

Esta asociación del sexo del niño es un "hallazgo intrigante" que probablemente reflejan diferencias hormonales o genéticas en la susceptibilidad al virus o en la respuesta del organismo frente al virus.

Los autores alertan que existen estudios mostrando que una situación semejante acontece con la transmisión vertical del HIV/SIDA, donde también se verifica que nacen más niñas infectadas que niños.

Este estudio, el primero que incluye un gran numero de mujeres embarazadas infectadas con la hepatitis C confirmó el bajo índice de transmisión durante el nacimiento y, también, confirmó la no transmisión durante la lactancia. Colocó todavía la cuestión del sexo del niño, un enigma que deberá ser algún día descifrado.

Personalmente creo que mujeres con hepatitis C no deben dejar de tener hijos y que el nacimiento de un niño infectado con la hepatitis C no es un problema, pues, es observado que raramente los niños presentan cualquier daño en el hígado y, cuando este niño tenga necesidad de tratamiento, lo que va a acontecer de aquí a 15 ó 20 años por lo menos, ya dispondrá medicamentos que podrán curar 100% de los infectados, con total seguridad y con mínimos efectos colaterales.

El problema mayor son aquéllos millones que se infectaron en las décadas de 70 y 80, hace más de 20 ó 30 años, pues un gran número éstos ya desarrolló daños hepáticos y los medicamentos todavía presentan una respuesta muy pobre, con muchos efectos adversos.

Recuerdo también que en el caso de parejas en las que el hombre es el infectado no existe posibilidad del niño nacer infectado con la hepatitis C. No existen relatos de niños nacidos con la hepatitis C, de padres infectados.

También es importante insistir que el embarazo debe ser evitado en parejas donde uno de los dos compañeros se encuentra en tratamiento. Los medicamentos pueden producir deformaciones en el feto. Durante el tratamiento y hasta seis meses después del mismo no puede existir la menor posibilidad de embarazar. Si por desgracia acontecer procure inmediatamente su médico.

Fuente: The Journal of Infectious Disease, December 1, 2005.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo









Last updated 17.12.2005