Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

18/01/2010


Novos estudos comprovam que o café diminui a progressão da fibrose


A revista Hepatology do mês de janeiro publica mais um estudo que comprova o efeito benéfico do café no fígado realizado por pesquisadores do Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) dos Estados Unidos.

Entre janeiro de 2006 até novembro de 2008 todos os pacientes atendidos no instituto preenchiam um formulário para avaliar o consumo de cafeína. As perguntas eram destinadas a determinar todas as fontes de cafeína, incluindo o café normal, o descafeinado, bebidas que contem cafeína, chocolates, cacau, chás (pretos, verdes, chineses, etc.), bebidas energéticas, e medicamentos com cafeína.

Conforme a freqüência de ingerir os produtos os participantes foram divididos entre os que nunca consumiam cafeína, os que o faziam entre 1 e 3 vezes ao mês, os que os ingeriam entre 1 e 4 ou entre 5 e 6 vezes a semana e, os que o faziam mais de 6 vezes a semana.

Foi observado que a maior parte da cafeina consumida era do café, representando 71%, seguida da ingerida por refrigerantes com 13% e chá preto com 4%.

Com idade média de 51 anos e massa corporal de 27,5 (BMI) os 177 participantes realizaram uma biopsia antes e outra após o estudo. Entre os participantes 68% estavam infectados cronicamente com hepatite C.

A biopsia foi avaliada pela classificação de ISHAK, onde a fibrose e avaliada numa escala de 0 até 6. Zero representa um fígado sadio e nível 6 representa cirrose na escala ISHAK. Os pacientes com fibrose no nível menor que 3 consumiram em média 212 mg/dia de cafeína, contra uma média de 154 mg/dia dos pacientes com grau de fibrose maior que 3.

Os resultados mostram que para cada incremento de 67 mg/dia no consumo de cafeína (metade de uma xícara de café) existia uma diminuição de 14% na possibilidade de encontrar um grau avançado de fibrose nos participantes do estudo entre os infectados com hepatite C.

Concluem os pesquisadores que se consegue um efeito benéfico com o consumo um pouco superior ao correspondente a duas xícaras de café ao dia. As outras fontes de cafeína pesquisadas não tiveram o mesmo efeito terapêutico conseguida com o café.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Apurva A Modi, Jordan J Feld, Yoon Park, David E Kleiner, James E. Everhart, T. Jake Liang, and Jay H. Hoofnagle. Increased caffeine consumption is associated with reduced hepatic fibrosis. Hepatology, 2009; NA DOI: 10.1002/hep.23279


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org



¡ALERTA!


Enquanto você realiza a leitura deste artigo,

¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,


1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
18/01/2010


Nuevos estudios comprueban que el café disminuye la progresión de la fibrosis


La revista Hepatology del mes de enero publica más un estudio que comprueba el efecto benéfico del café en el hígado realizado por investigadores del Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK) de Estados Unidos.

Entre enero de 2006 hasta noviembre de 2008 todos los pacientes atendidos en el instituto completaban un formulario para evaluar el consumo de cafeína. Las preguntas eran destinadas a determinar todas las fuentes de cafeína, incluyendo el café normal, el descafeinado, bebidas con cafeína, chocolates, cacao, te (negros, verde, chinos, etc.), bebidas energéticas, y medicamentos con cafeína.

Conforme la frecuencia de ingerir los productos los participantes fueron divididos entre los que nunca consumían cafeína, los que lo hacían entre 1 y 3 veces al mes, los que los ingerían entre 1 y 4 o entre 5 y 6 veces a la semana y, los que lo hacían más de 6 veces a la semana.

Fue observado que la mayor parte de la cafeína consumida era del café, representando 71%, seguida de la ingerida por refrescos con 13% y té negro con 4%.

Con edad promedio de 51 años y masa corporal de 27,5 (BMI) los 177 participantes realizaron una biopsia antes y otra después el estudio. Entre los participantes 68% estaban infectados crónicamente con hepatitis C.

La biopsia fue evaluada por la clasificación de ISHAK, donde la fibrosis es evaluada en una escala de 0 hasta 6. Cero representa un hígado sano y nivel 6 representa cirrosis en la escala ISHAK. Los pacientes con fibrosis en nivel menor que 3 consumieron en media 212 mg/día de cafeína, contra una media de 154 mg/día de los pacientes con grado de fibrosis mayor que 3.

Los resultados muestran que para cada incremento de 67 mg/día en el consumo de cafeína (mitad de una taza de café) existía una disminución del 14% en la posibilidad de encontrar un grado avanzado de fibrosis en los participantes del estudio entre los infectados con hepatitis C.

Concluyen los investigadores que se logra un efecto benéfico con el consumo un poco superior al correspondiente a dos tazas de café al día. Las otras fuentes de cafeína investigadas no tuvieron el mismo efecto terapéutico logrado con el café.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Apurva A Modi, Jordan J Feld, Yoon Park, David E Kleiner, James E. Everhart, T. Jake Liang, and Jay H. Hoofnagle. Increased caffeine consumption is associated with reduced hepatic fibrosis. Hepatology, 2009; NA DOI: 10.1002/hep.23279


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 17.1.2010