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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

11/06/2007


As Estatinas podem ser uma nova opção no tratamento da hepatite C


Alguns estudos mostram que os níveis de colesterol podem influir na resposta terapêutica no tratamento da hepatite C. Ainda não se compreende como os triglicéridos interferem no tratamento, mas e sem duvidas um fator que deve ser estudado e levado em consideração.

No congresso DDW um estudo (Abstract M1783 - Statins Improve ALT Values in Chronic Hepatitis C Patients with Abnormal Values) demonstra que pacientes que tomam estatinas apresentam níveis melhores de transaminases, em especial a ALT/TGP. Outros estudos mostram que pacientes com menor nível de transaminases conseguem maior resposta terapêutica. Faço então a pergunta: será que as estatinas se administradas durante o tratamento conseguiram uma maior resposta terapêutica? Com a resposta os pesquisadores!

O estudo, autorizado pelo FDA apresentou resultados iniciais em relação às transaminases em pessoas com problemas hepáticos (é necessário lembrar que as estatinas são somente autorizadas para pessoas com problemas de colesterol e não são recomendadas nem aprovadas para pacientes com problemas hepáticos) mostrando resultados animadores na redução do nível das transaminases.

Participaram 60 pacientes com problemas hepáticos os quais receberam dosagens de estatinas até quatro vezes superior ao recomendado. Somente um apresentou aumento das transaminases, mas foi detectado que abusava das bebidas contendo álcool. Não foram registrados aumentos nas taxas de bilirrubina. A estatina utilizada no estudo de 14 dias foi a fluvastatina.

Em outro estudo apresentado durante o congresso (Abstract M1845 - Retrospective Analysis of the Effect of Taking a Statin Along with Peginterferon and Ribavirin (PI+R) on SVR) os pesquisadores analisaram retrospectivamente um grupo de 104 pacientes tratados para hepatite C, entre os quais durante o tratamento 30 deles se encontravam tomando estatinas devido a problemas com os níveis de colesterol. Dos 30 pacientes tomando estatinas, 25 utilizavam sinvastatina, 2 lovastatina, 2 atorvastatina e 1 fluvastatina.

Comparando os dois grupos foi encontrado que os pacientes tratados com interferon peguilado e ribavirina conseguiram a resposta sustentada em 37% dos tratados (devemos considerar que é um percentual de resposta adequada já que se tratava de pacientes veteranos de guerra dos Estados Unidos, um grupo que em geral apresenta baixa resposta ao tratamento por se tratar de uma população com alta incidência de uso de drogas e abuso de álcool). Já no grupo de 30 pacientes que se encontrava tomando as estatinas durante o tratamento com interferon peguilado e ribavirina a resposta sustentada foi conseguida em 63% dos tratados.

Concluem os pesquisadores que o uso das estatinas deveriam ser retrospectivamente estudadas por médicos e pesquisadores que tratam da hepatite C para tentar validar os resultados encontrados.

Considero que estudos adicionais devem ser realizados, sejam eles retrospectivos, por simples curiosidade e, ainda, considerar nos novos estudos os pacientes que tomam estatinas sejam comparados com os restantes pacientes incluídos nos ensaios clínicos. É provável que nos encontremos perante uma droga barata, disponível no mercado, que possa vir a aumentar significativamente a resposta terapêutica do tratamento.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Abstract M1783 - Statins Improve ALT Values in Chronic Hepatitis C Patients with Abnormal Values e, Abstract M1845 - Retrospective Analysis of the Effect of Taking a Statin Along with Peginterferon and Ribavirin (PI+R) on SVR - DDW-2007.


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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11/06/2007


Las Estatinas pueden ser una nueva opción en el tratamiento de la hepatitis C


Algunos estudios muestran que los niveles de colesterol pueden influir en la respuesta terapéutica en el tratamiento de la hepatitis C. Todavía no se comprende como los triglicéridos interfieren en el tratamiento, pero son sin dudas un factor que debe ser estudiado y llevado en cuenta.

En el congreso DDW un estudio (Abstract M1783 - Statins Improve ALT Values in Chronic Hepatitis C Patients with Abnormal Values) demuestra que pacientes que toman estatinas presentan niveles mejores de transaminasas, en especial la ALT/TGP. Otros estudios muestran que pacientes con menor nivel de transaminasas logran mayor respuesta terapéutica. Hago entonces una pregunta: ¿Será qué las estatinas si administradas durante el tratamiento podrán conseguir una mayor respuesta terapéutica? ¡Con la respuesta los investigadores!

El estudio, autorizado por el FDA presentó resultados iniciales con relación a las transaminasas en personas con problemas hepáticos (es necesario recordar que las estatinas son solamente autorizadas para personas con problemas de colesterol y no son recomendadas ni aprobadas para pacientes con problemas hepáticos) mostrando resultados animadores en la reducción del nivel de las transaminasas.

Participaron 60 pacientes con problemas hepáticos quiénes recibieron dosis de estatinas hasta cuatro veces superior al recomendado. Solamente uno presentó aumento de las transaminasas, pero fue detectado que abusaba de las bebidas conteniendo alcohol. No fueron registrados aumentos en las tasas de bilirrubina. La estatina utilizada en el estudio de 14 días fue la fluvastatina.

En otro estudio presentado durante el congreso (Abstract M1845 - Retrospective Analysis of the Effect of Taking a Statin Along with Peginterferon and Ribavirin (PI+R) on SVR) los investigadores analizaron retrospectivamente un grupo de 104 pacientes tratados para hepatitis C, entre quiénes durante el tratamiento 30 de ellos se encontraban tomando estatinas debido a que problemas con los niveles de colesterol. De los 30 pacientes tomando estatinas, 25 utilizaban sinvastatina, 2 lovastatina, 2 atorvastatina y 1 fluvastatina.

Comparando los dos grupos fue encontrado que los pacientes tratados con interferón pegilado y ribavirina lograron la respuesta sostenida en un 37% de los tratados (debemos considerar que es un porcentual de respuesta adecuada ya que eran pacientes veteranos de guerra de Estados Unidos, un grupo que en general presenta baja respuesta al tratamiento por se tratar de una población con alta incidencia de uso de drogas y abuso de alcohol). Ya en el grupo de 30 pacientes que se encontraba tomando las estatinas durante el tratamiento con interferón pegilado y ribavirina la respuesta sostenida fue lograda en un 63% de los tratados.

Concluyen los investigadores que el uso de las estatinas deberían ser retrospectivamente estudiadas por médicos e investigadores que tratan de la hepatitis C para intentar validar los resultados encontrados.

Considero que estudios adicionales deben ser realizados, sean ellos retrospectivos, por simple curiosidad y, aún, considerar en los nuevos estudios los pacientes que toman estatinas sean comparados con los restantes pacientes incluidos en los ensayos clínicos. Es probable que nos encontremos frente a una droga barata, disponible en el mercado, que pueda venir a aumentar significativamente la respuesta terapéutica del tratamiento.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Abstract M1783 - Statins Improve ALT Values in Chronic Hepatitis C Patients with Abnormal Values e, Abstract M1845 - Retrospective Analysis of the Effect of Taking a Statin Along with Peginterferon and Ribavirin (PI+R) on SVR - DDW-2007.


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 10.6.2007