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11/06/2010


Curiosidade: Começa a ser decifrado o enigma da cura espontânea da AIDS e da hepatite C


Aproximadamente 15% das pessoas que se infectam com os vírus da AIDS ou da hepatite C conseguem de forma espontânea eliminar a doença nos seis primeiros meses após a infecção. Muitos cientistas procuram descobrir o que diferente possuem essas pessoas, quais proteínas ou mecanismo de seu sistema imunológico faz delas seres praticamente diferentes da maioria dos seres humanos.

Uma equipe de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts - MIT e da Universidade de Harvard, reunidos no do Instituto Ragon, acredita ter chegado a compreender o mecanismo pelo qual alguns indivíduos conseguem eliminar o vírus de seu organismo, conforme publicado pela Revista Nature de 5 de maio último.

Eles encontraram que os indivíduos que conseguiam se livrar dos vírus da AIDS e da hepatite C possuem um gen chamado de HLA B57. Um gen é um segmento de ADN (o ARN no caso de alguns vírus) que indica ao organismo como produzir uma proteína especifica, sendo estimado que existam até 30.000 genes em cada célula do corpo humano, o que dificulta a investigação cientifica.

Os pesquisadores do Instituto Ragon encontraram que o gen HLA B57 induze o organismo a produzir células T mais potentes, especificas para combater o vírus invasor. As células T, chamadas de células assassinas, são geradas pelo sistema imunológico para combater invasores, como vírus e bactérias. Os pacientes com o gen HLA B57 conseguem produzir um número maior de células T, as quais combatem as proteínas que os vírus necessitam para sua reprodução, eliminando dessa forma o invasor e conseguindo a cura da doença ainda na fase aguda, imediatamente após a infecção.

O descobrimento parece ser um dos maiores acontecimentos científicos, mas esbarra no problema que o gen HLA B57 também faz com que o individuo fique susceptível a desenvolver doenças auto-imunes. Doenças auto-imunes são produzidas pelo sistema imunológico, quando o organismo passa a reconhecer como um invasor um órgão do próprio organismo, enviando células T para destruí-lo.

Sem ser um pesquisador tomo o atrevimento de fazer aqui uma observação pessoal, introduzindo a forma como o interferon atua no organismo, pois pode conseguir o mesmo beneficio do gen HLA B57 eliminando o vírus do organismo, deixando o paciente curado da hepatite C, mas também possui o mesmo perigo de causar ou "despertar" doenças auto-imunes, deixando o paciente com mais um problema, tal vez muito mais complicado de tratar, motivo pelo qual os pacientes devem ser criteriosamente selecionados antes de utilizarem o interferon.

O interferon e uma proteína produzida pelo próprio organismo ativando as células T para combater vírus invasores, tal qual foi colocado pelos autores do Instituto Ragon neste estudo em relação à ação positiva e negativa do gen HLA B57.

É amplamente conhecido que o tratamento da hepatite C utilizando o interferon provoca em um número significativo de pacientes o provável aparecimento de doenças, em geral as auto-imunes entre as quais podemos citar as doenças da tiróide, lúpus, psoríase, diabetes tipo 2, alterações no sistema nervoso central (depressão, irritabilidade, falta de concentração, perda de memória), distúrbio metabólico, hepatite auto-imune, síndrome de Sjogrens, síndrome do túnel do carpo, entre muitas outras.

É interessante o estudo publicado na Revista Nature, pois alerta com total propriedade que antes de se colocar um interferon no mercado, antes de ser autorizado seu uso pelas autoridades de saúde, deve ser obrigatório realizar exaustivos estudos clínicos, começando em animais e finalizando com as características três fases das pesquisas em seres humanos que são geralmente exigidas.

Querer registrar um produto como o interferon por uma simples via da comparabilidade ou por estudos de não-inferioridade poderá causar sérios danos, muitos irreversíveis, aos pacientes que utilizem tais produtos, não testados exaustivamente.


Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Effects of thymic selection of the T-cell repertoire on HLA class I-associated control of HIV infection - Andrej Kosmrlj, Elizabeth Read, Ying Qi, Todd Allen, Marcus Altfeld, Steven Deeks, Florencia Pereyra, Mary Carrington, Bruce Walker and Arup Chakraborty - Nature advance online publication 5 May 2010 | doi:10.1038/nature08997; Received 13 October 2009; Accepted 11 March 2010; Published online 5 May 2010


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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11/06/2010


Curiosidad: Empieza a ser descifrado el enigma de la cura espontánea del SIDA y de la hepatitis C


Aproximadamente 15% de las personas que se infectan con los virus del SIDA o de la hepatitis C logran de forma espontánea eliminar la enfermedad en los seis primeros meses después de la infección. Muchos científicos procuran descubrir lo que tienen de diferente esas personas, cuales proteínas o mecanismo de su sistema inmunológico hace de ellas seres prácticamente diferentes de la mayoría de los seres humanos.

Un equipo de investigadores del Hospital General de Massachusetts, del Instituto de Tecnología de Massachusetts - MIT y de la Universidad de Harvard, reunidos en el del Instituto Ragon, cree haber llegado a comprender el mecanismo por el cual algunos individuos logran eliminar el virus de su organismo, según publicado por la Revista Nature de 5 de mayo último.

Encontraron que los individuos que conseguían se librar de los virus del SIDA y de la hepatitis C poseen un gen llamado de HLA B57. Un gen es un segmento de ADN (o ARN en el caso de algunos virus) que indica al organismo como producir una proteína especifica, siendo estimado que existan hasta 30.000 genes en cada célula del cuerpo humano, lo que dificulta la investigación científica.

Los investigadores del Instituto Ragon encontraron que el gen HLA B57 induce el organismo a producir células T más potentes, especificas para combatir el virus invasor. Las células T, llamadas de células asesinas, son generadas por el sistema inmunológico para combatir invasores, como virus y bacterias. Los pacientes con el gen HLA B57 consiguen producir un número mayor de células T, las cuales combaten las proteínas que los virus necesitan para su reproducción, eliminando de ésa forma el invasor y logrando la cura de la enfermedad aún en la fase aguda, inmediatamente después de la infección.

El descubrimiento parece ser uno de los mayores acontecimientos científicos, pero topa en el problema que el gen HLA B57 también hace con que el individuo quede susceptible a desarrollar enfermedades auto-inmunes. Enfermedades auto-inmunes son producidas por el sistema inmunológico, cuando el organismo pasa a reconocer como un invasor un órgano del propio organismo, enviando células T para destruirlo.

Sin ser un investigador tomo el atrevimiento de hacer aquí una observación personal, introduciendo la forma como el interferón actúa en el organismo, pues puede lograr el mismo beneficio del gen HLA B57 eliminando el virus del organismo, dejando el paciente curado de la hepatitis C, pero también posee el mismo peligro de causar o "despertar" enfermedades auto-inmunes, dejando el paciente con más un problema, tal vez mucho más complicado de tratar, motivo por el cual los pacientes deben ser criteriosamente seleccionados antes de que utilicen el interferón.

El interferón es una proteína producida por el propio organismo activando las células T para combatir virus invasores, tal cual fue colocado por los autores del Instituto Ragon en este estudio con relación a la acción positiva y negativa del gen HLA B57.

Es ampliamente conocido que el tratamiento de la hepatitis C utilizando el interferón provoca en un número significativo de pacientes el probable aparecimiento de enfermedades, en general las auto-inmunes entre las cuales podemos citar las enfermedades de la tiroides, lupus, psoriasis, diabetes tipo 2, alteraciones en el sistema nervioso central (depresión, irritabilidad, falta de concentración, pérdida de memoria), disturbio metabólico, hepatitis auto-inmune, síndrome de Sjogrens, síndrome del túnel de carpo, entre muchas otras.

Es interesante el estudio publicado en la Revista Nature, pues alerta con total propiedad que antes de colocarse un interferón en el mercado, antes de ser autorizado su uso por las autoridades de salud, debe ser obligatorio realizar exhaustivos estudios clínicos, empezando en animales y finalizando con las características tres fases de las pesquisas en seres humanos que son generalmente exigidas.

Querer registrar un producto como el interferón por una simple vía de la comparabilidad o por estudios de no-inferioridad podrá causar serios daños, muchos irreversibles, a los pacientes que utilicen tales productos, no testados exhaustivamente.



Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Effects of thymic selection of the T-cell repertoire on HLA class I-associated control of HIV infection - Andrej Kosmrlj, Elizabeth Read, Ying Qi, Todd Allen, Marcus Altfeld, Steven Deeks, Florencia Pereyra, Mary Carrington, Bruce Walker and Arup Chakraborty - Nature advance online publication 5 May 2010 | doi:10.1038/nature08997; Received 13 October 2009; Accepted 11 March 2010; Published online 5 May 2010


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 11.6.2010