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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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26/01/2010


Medicamentos conhecidos podem aumentar a cura da hepatite C


Diversas pesquisas estão sendo realizadas com medicamentos utilizados nas mais variadas doenças para verificar se podem aumentar o efeito do interferon e a ribavirina no tratamento da hepatite C. Estão em fase de comprovação de resultados medicamentos utilizados no controle do diabetes como o realizado com a Metformina para diminuir a resistência a insulina), medicamentos para o controle do colesterol com as estatinas, medicamentos para parasitas intestinais como o Annita ou Alinia, medicamentos para distúrbios femininos, como o Danazol e tantos outros.

Nenhuma dessas pesquisas objetiva substituir o interferon ou a ribavirina, mas é resultado da observação dos médicos que se perguntam por que alguns pacientes respondem melhor que outros e, após comparar os históricos clínicos observam que se trata de pacientes que por culpa de alguma outra doença fazem uso de determinado tipo de medicamentos.

Isso ocasiona pesquisas que combinam o uso desses medicamentos em grupos de pacientes que iniciam o tratamento da hepatite C. Um estudo publicado no World Journal of Gastroenterology relata o tratamento de 45 pacientes infectados com o genótipo 1 da hepatite C que alem do interferon peguilado e da ribavirina receberam também um medicamento antiinflamatório, analgésico não esteróide utilizado geralmente no tratamento de processos reumáticos. O medicamento e o Ketoprofen (cetoprofeno).

O estudo, na fase 2, realizado de forma aberta e randomizado foi realizado dividindo os pacientes em três grupos. Um grupo foi tratado com interferon peguilado e ribavirina (tratamento normal), um segundo grupo recebeu interferon peguilado e cetoprofeno (sem a ribavirina) e um terceiro grupo recebeu a combinação de interferon peguilado, ribavirina e cetropofeno. A dosagem de cetropofeno foi de 200 mg duas vezes ao dia nas primeiras quatro semanas e depois 200 mg ao dia até completar a semana 24.

A resposta sustentada, considerada a cura da hepatite C, foi de 47% no grupo tratado tradicionalmente com interferon peguilado e ribavirina, de somente 31% no grupo que recebeu interferon pegilado e cetoprofeno sem uso da ribavirina e de 57% no grupo que recebeu a terapia tripla de interferon peguilado, ribavirina e cetoprofeno. Os pesquisadores concluem que a adição do cetoprofeno durante as primeiras 24 semanas do tratamento com interferon peguilado e ribavirina melhora a cinética viral e ativa a ação do interferon, obtendo assim uma taxa melhor de resposta terapêutica, recomendando entre tanto que sejam realizados novos estudos, com grupos maiores de pacientes em observação.

Considero ser de fundamental importância as pesquisas que resultam da observação dos médicos em diversos tipos de pacientes, as quais levam a tentativas de melhorar o tratamento mediante a combinação de medicamentos já em uso e, por tanto seguros quanto a sua confiabilidade.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Ketoprofen, peginterferon 2a and ribavirin for genotype 1 chronic hepatitis C: A phase II study - World J Gastroenterol 2009; 15(47): 5946-5952 - Annagiulia Gramenzi, Carmela Cursaro, Marzia Margotti, Clara Balsano, Alessandra Spaziani, Simona Anticoli, Elisabetta Loggi, Maddalena Salerno, Silvia Galli, Giuliano Furlini, Mauro Bernardi, Pietro Andreone


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






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1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!

A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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26/01/2010


Medicamentos conocidos pueden aumentar la cura de la hepatitis C


Diversas investigaciones están siendo realizadas con medicamentos utilizados en las más variadas enfermedades para verificar si pueden aumentar el efecto del interferón y de la ribavirina en el tratamiento de la hepatitis C. Están en fase de comprobación de resultados medicamentos utilizados en el control del diabetes como el realizado con la Metformina para disminuir la resistencia a la insulina), medicamentos para el control del colesterol con las estatinas, medicamentos para parásitos intestinales como el Annita o Alinia, medicamentos para disturbios femeninos, como el Danazol y tantos otros.

Ninguna de ésas investigaciones objetiva sustituir el interferón o la ribavirina, pero es resultado de la observación de los médicos que se preguntan por qué algunos pacientes responden mejor que otros y, después de comparar los históricos clínicos observan que se trata de pacientes que por culpa de alguna otra enfermedad hacen uso de determinado tipo de medicamentos.

Eso ocasiona investigaciones que combinan el uso de ésos medicamentos en grupos de pacientes que empiezan el tratamiento de la hepatitis C. Un estudio publicado en el World Journal of Gastroenterology relata el tratamiento de 45 pacientes infectados con el genotipo 1 de la hepatitis C que junto del interferón pegilado y de la ribavirina recibieron también un medicamento antiinflamatorio, analgésico no esteróide utilizado generalmente en el tratamiento de procesos reumáticos. El medicamento es el Ketoprofen (cetoprofeno).

El estudio, en la fase 2, realizado de forma abierta y randomizada fue realizado dividiendo los pacientes en tres grupos. Un grupo fue tratado con interferón pegilado y ribavirina (tratamiento normal), un segundo grupo recibió interferón pegilado y cetoprofeno (sin la ribavirina) y un tercer grupo recibió la combinación de interferón pegilado, ribavirina y cetropofeno. La dosis de cetropofeno fue de 200 mg dos veces al día en las primeras cuatro semanas y después 200 mg al día hasta completar la semana 24.

La respuesta sostenida, considerada la cura de la hepatitis C, fue del 47% en el grupo tratado tradicionalmente con interferón pegilado y ribavirina, de solamente 31% en el grupo que recibió interferón pegilado y cetoprofeno sin uso de la ribavirina y del 57% en el grupo que recibió la terapia tripla de interferón pegilado, ribavirina y cetoprofeno. Los investigadores concluyen que la adición del cetoprofeno durante las primeras 24 semanas del tratamiento con interferón pegilado y ribavirina mejora la cinética viral y activa la acción del interferón, logrando así una tasa mejor de respuesta terapéutica, recomendando entre tanto que sean realizados nuevos estudios, con grupos mayores de pacientes en observación.

Considero ser de fundamental importancia las investigaciones que resultan de la observación de los médicos en diversos tipos de pacientes, las cuales llevan a tentativas de mejorar el tratamiento mediante la combinación de medicamentos ya en uso y, por tanto seguros en cuanto su confiabilidad.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Ketoprofen, peginterferon 2a and ribavirin for genotype 1 chronic hepatitis C: A phase II study - World J Gastroenterol 2009; 15(47): 5946-5952 - Annagiulia Gramenzi, Carmela Cursaro, Marzia Margotti, Clara Balsano, Alessandra Spaziani, Simona Anticoli, Elisabetta Loggi, Maddalena Salerno, Silvia Galli, Giuliano Furlini, Mauro Bernardi, Pietro Andreone


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo






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Last updated 25.1.2010