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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

04/02/2008


Pacientes com risco de câncer no fígado devem ser examinados semestralmente


Semana passada um reconhecido pesquisador das hepatites, o Dr. Eugene Schiff, chefe da hepatologia da Universidade de Miami, Estados Unidos, apresentou dados durante o congresso da American Society of Clinical Oncology's 2008 Gastrointestinal Cancers Symposium (ASCO-GI), pelos quais recomenda que sejam realizados exames de imagem a cada seis meses em grupos específicos de pacientes com maior risco de desenvolver câncer no fígado.

Entre os grupos para os quais recomenda acompanhamento semestral ele citou:

- Pacientes com hepatite C que apresentam cirrose;

- Pacientes de hepatite B, ainda que não exista nenhum sinal de cirrose;

- Indivíduos que abusam das bebidas alcoólicas;

- Pacientes com outros fatores de risco, como hemocromatosis ou esteatoses (depósitos de gordura no fígado).


O Dr. Schiff diz que o exame de sangue chamado alfafetoproteina (AFP) e controverso porque tem um valor diagnostico positivo baixo e um diagnostico negativo muito mais baixo ainda. Os pacientes com níveis de AFP acima dos 200 ng/ml apresentam 67% de possibilidade de possuir um carcinoma hepatocelular, mas é importante saber que somente 5% dos pacientes com câncer no fígado apresentam uma doença hepática avançada.

Recomenda então a utilização rotineira do ultra-som como ferramenta diagnostica no acompanhamento desses pacientes. A Tomografia Computarizada e de maior eficácia por visualizar com maior precisão o sistema arterial, e a Ressonância Magnética também permite uma maior visualização do tumor, podendo esses dois métodos diagnosticar tumores não observados pelo ultra-som, mas são exames muitos mais caros para ser utilizados como exames de acompanhamento.

Em relação a biopsias do fígado, o Dr, Schiff disse que elas não são necessárias na maioria desses pacientes, em especial se "massa" são observadas pelo ultra-som em pacientes com cirrose. Alerta ainda que as biopsias podem causar hemorragias complicando o quadro clinico.

Conclui o Dr. Schiff informando que os casos de câncer de fígado nos Estados Unidos aumentaram sete vezes desde 1998.

MEU COMENTÁRIO:

É evidente que o mundo já se depara perante uma nova e mortal epidemia, a dos hepatocarcinomas causados pelas doenças hepáticas, em especial as hepatites B e C. Triste e constatar que esta nova epidemia não é ocasionada por um vírus ou por problemas ambientais, sendo fruto (e culpa) da falta de medicina preventiva nos sistemas públicos de saúde.

O diagnostico precoce das hepatites B e C teria evitado um crescimento de 700% nos casos de câncer no fígado num período de apenas nove anos. Atualmente e estimado pela Sociedade Britânica de Gastroenterologia que aconteçam anualmente no mundo 1,2 milhões de câncer de fígado somente pela hepatite B. Não existem outros dados, mas e fácil estimar que se acrescentarmos os casos ocasionados pela hepatite C, pelo uso abusivo de bebidas alcoólicas e pela esteatoses, a casa dos dois milhões de novos casos de câncer a cada ano será facilmente ultrapassada.

A recomendação do Dr. Schiff e sabia e oportuna. Já que não se não são diagnosticadas e tratadas as doenças que poderiam evitar o câncer, pelo menos deve tentar se diagnosticar o câncer na sua fase inicial. Pena que isso seja um trabalho caro e que ocupará muito tempo nos serviços médicos, pelo qual será impossível se acompanhar corretamente todos os casos. Pacientes pobres continuarão a não ter acesso nem sequer a um simples ultra-som.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Identifying High-Risk Populations for Hepatocellular Carcinoma: What Is the Standard for Screening? - Eugene Schiff, MD - Director of Center for Liver Diseases University of Miami School of Medicine - January 26 at the American Society of Clinical Oncology's 2008 Gastrointestinal Cancers Symposium (ASCO-GI)


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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04/02/2008


Pacientes con riesgo de cáncer en el hígado deben ser examinados a cada seis meses


Semana pasada un reconocido investigador de las hepatitis, el Dr. Eugene Schiff, jefe de Hepatología de la Universidad de Miami, Estados Unidos, presentó datos durante el congreso de la American Society of Clinical Oncology's 2008 Gastrointestinal Cancers Symposium (ASCO-GI), por los cuales recomienda que sean realizados exámenes de imagen a cada seis meses en grupos específicos de pacientes con mayor riesgo de desarrollar cáncer en el hígado.

Entre los grupos para quiénes recomienda acompañamiento semestral fueron citados:

- Pacientes con hepatitis C que presentan cirrosis;

- Pacientes de hepatitis B, aunque no exista ningún señal de cirrosis;

- Individuos que abusan de las bebidas alcohólicas;

- Pacientes con otros factores de riesgo, como hemocromatosis o esteatosis (depósitos de grasa en el hígado).


El Dr. Schiff dice que la prueba de sangre llamada alfafetoproteina (AFP) e controversia porque tiene un valor diagnostico positivo bajo y un diagnostico negativo mucho más bajo aún. Los pacientes con niveles de AFP arriba de los 200 ng/ml presentan 67% de posibilidad de poseer un carcinoma hepatocelular, pero es importante señalar que solamente 5% de los pacientes con cáncer en el hígado presentan una enfermedad hepática avanzada.

Recomienda entonces la utilización rutinaria del ultrasonido como herramienta diagnostica en el acompañamiento de ésos pacientes. La Tomografía Computarizada es de mayor eficacia por visualizar con mayor precisión el sistema arterial, y la Resonancia Magnética también permite una mayor visualización del tumor, pudiendo ésos dos métodos diagnosticar tumores no observados por el ultrasonido, pero son exámenes muchos más caros para ser utilizados como exámenes de seguimiento.

Con relación a biopsias del hígado, el Dr. Schiff dijo que ellas no son necesarias en la mayoría de ésos pacientes, en especial se "masas" son observadas por el ultrasonido en pacientes con cirrosis. Alerta que las biopsias pueden causar hemorragias complicando el cuadro clínico.

Concluye el Dr. Schiff informando que los casos de cáncer de hígado en Estados Unidos aumentaron siete veces desde 1998.

MI COMENTARIO:

Es evidente que el mundo ya si se encuentra frente una nueva y mortal epidemia, la de los hepatocarcinomas causados por las enfermedades hepáticas, en especial las hepatitis B y C. Triste es constatar que esta nueva epidemia no es ocasionada por un virus o por problemas ambientales, siendo fruto (y culpa) de la falta de medicina preventiva en los sistemas públicos de salud.

El diagnostico precoz de las hepatitis B y C habría evitado un crecimiento del 700% en los casos de cáncer en el hígado en un período de apenas nueve años. Actualmente es estimado por la Sociedad Británica de Gastroenterología que acontezcan anualmente en el mundo 1,2 millones de cáncer de hígado solamente por la hepatitis B. No existen otros datos, pero es fácil estimar que si sumamos los casos ocasionados por la hepatitis C, por el uso abusivo de bebidas alcohólicas y por la esteatosis, la casa de los dos millones de nuevos casos de cáncer a cada año será fácilmente ultrapasada.

La recomendación del Dr. Schiff es sabía y oportuna. Ya que al no ser diagnosticadas y tratadas las enfermedades que podrían evitar el cáncer, por lo menos debe se tentar se diagnosticar el cáncer en su fase inicial. Pena que eso sea un trabajo caro y que empleará mucho tiempo en los servicios médicos, por lo cual será imposible se acompañar correctamente todos los casos. Pacientes pobres continuarán a no tener acceso ni siquiera a un simple ultrasonido.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Identifying High-Risk Populations for Hepatocellular Carcinoma: What Is the Standard for Screening? - Eugene Schiff, MD - Director of Center for Liver Diseases University of Miami School of Medicine - January 26 at the American Society of Clinical Oncology's 2008 Gastrointestinal Cancers Symposium (ASCO-GI)


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 3.2.2008