|
 |
GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
25/07/2011
Principais pontos do novo protocolo de tratamento da hepatite C
Comentando sobre a biópsia
A partir de 18 de julho, um novo protocolo de tratamento da hepatite C passa a valer para tratamento no sistema público de saúde o SUS. É um avanço considerável. O protocolo na integra é encontrado em http://hepato.com/p_consensos_consensos/consenso_heptitec_final.pdf
Comentarei diversos tópicos do novo protocolo em diversos artigos os quais estarei publicando ao longo dos próximos dias. Para uma melhor interpretação estou dividindo os tópicos em:
1 - Comentários Gerais
2 - Biópsia
3 - Medicamentos e resposta terapêutica ao tratamento
4 - Esquemas de tratamento
5 - Co-infecção com o HIV e com a hepatite B
6 - Grupos especiais de pacientes
7 - Pacientes com cirrose
8 - Retratamento
9 - Efeitos adversos - Manifestações extra-hepáticas
2 - Biópsia - Quem deve fazer conforme o novo protocolo?
A biópsia é necessária para indicação do tratamento para todos os infectados com o genótipo 1 e para alguns casos quando o genótipo presente for o 2 ou o 3. A biópsia para portadores dos genótipos 2 e 3 é facultativa, mas se o paciente infectado com os genótipos 2 ou 3 apresentar uma carga viral inferior a 600.000UI/mL, e não quiser realizar a biópsia, não recebera tratamento com interferon peguilado, passando ser tratado com o interferon convencional.
Não é necessária a realização de biópsia para indicar tratamento em pacientes infectados com qualquer genótipo que apresentam sinais clínicos e/ou evidências ecográficas de cirrose. Recomenda-se a realização de uma endoscopia digestiva alta para diagnosticar varizes de esôfago e hipertensão porta em pacientes com sinais clínicos ou evidências ecográficas de cirrose hepática.
Pacientes com manifestações extra-hepáticas comprovadamente relacionadas à hepatite C (ex. crioglobulinemia) podem ser tratados independentemente do resultado da biópsia.
Outros casos em que a biópsia hepática pode ser facultativa para indicação de tratamento estão descritos detalhadamente nos itens que definem as recomendações terapêuticas do protocolo.
O tratamento é recomendado para os pacientes que apresentem um estagio de fibrose igual ou maior que F2 pela escala METAVIR ou um estagio igual ou maior que 2 pela escala da SBP ou um resultado igual ou superior a 3 se empregada a escala de ISHAK, independentemente da atividade inflamatória.
Também devem receber indicação os pacientes que na biópsia apresentam um resultado F1 pela escala METAVIR ou um estagio igual ou maior que 1 pela escala da SBP ou um resultado igual ou superior a 1 se empregada a escala de ISHAK, nos quais a atividade inflamatória apresente um resultado igual ou superior a A2 na escala METAVIR, ou seus correspondentes nas escalas SBP e ISHAK igual ou superior a 2.
Para o paciente ser submetido à biópsia deve ser observado que o mesmo apresente os seguintes critérios:
- Doença hepática compensada;
- Contagem de plaquetas acima de 60.000/mm3;
- Atividade de protrombina acima de 50%;
- Ausência de contra-indicações às drogas usadas para tratamento.
Não é necessária a realização da biópsia hepática para indicar tratamento em pacientes portadores de coagulopatias (com problemas de coagulação).
Nos pacientes co-infectados pelo HIV, a recomendação de biópsia hepática para indicação de tratamento é facultativa.
Quando a biópsia for necessária para definir indicação de tratamento, deve ser realizada dentro dos 24 meses que antecedem o início do tratamento. Mas existem condições do paciente pelas quais a biópsia é contra-indicada e por tanto pode ser dispensada para se solicitar o tratamento, bastando o laudo do médico.
Se o paciente sofrer de obesidade mórbida ou se suspeitar da existência de lesões vasculares no fígado a contra-indicação para realizar a biópsia é relativa e a secretaria da saúde poderá vir a consultar o comitê estadual, já nos casos em que o paciente apresenta coagulopatia grave (hemofilia, doença de Von Willebrand, trombastenia de Glansmann e outras), devido ao risco aumentado de hemorragia, infecção no parenquimica hepático ou obstrução biliar extra-hepática é totalmente contra-indicada a realização da biópsia e o médico deve atestar tal condição no seu laudo.
Nos pacientes em que por qualquer motivo não for recomendado o tratamento imediato ou que por contra-indicações não possam realizar o tratamento, a avaliação clínico-laboratorial deve ser quadrimestral e a biópsia hepática deve ser realizada em períodos entre 3 a 5 anos
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM
O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org
¡ALERTA!
Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
|
1 |
pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
|
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
| |
 |
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com |
25/07/2011
Principales puntos del nuevo consenso de tratamiento de la hepatitis C en Brasil
Comentando sobre la biopsia
Desde el 18 de julio, nuevas recomendaciones de consenso de tratamiento de la hepatitis C pasan a valer para tratamiento en el sistema público de salud. Es un avance considerable. El consenso en la integra es encontrado en http://hepato.com/p_consensos_consensos/consenso_heptitec_final.pdf , lamentablemente está en portugués, más no será difícil de entender para quien se interesar por el asunto.
Comentaré diversos tópicos del nuevo consenso en diversos artículos que estaré publicando a lo largo de los próximos días. Para una mejor interpretación estoy dividiendo los tópicos en:
1 - Comentarios Generales
2 - Biopsia
3 - Medicamentos y respuesta terapéutica al tratamiento
4 - Esquemas de tratamiento v
5 - Co-infección con el HIV y con la hepatitis B
6 - Grupos especiales de pacientes
7 - Pacientes con cirrosis
8 - Retratamiento
9 - Efectos adversos - Manifestaciones extra-hepáticas
2 - Biopsia - ¿Quién deberá hacer conforme el nuevo consenso?
La biopsia es necesaria para indicación del tratamiento para todos los infectados con el genotipo 1 y para algunos casos cuando el genotipo presente sea el 2 o el 3. La biopsia para portadores de los genotipos 2 y 3 es facultativa, pero si el paciente infectado con los genotipos 2 ó 3 presentar una carga viral inferior a 600.000UI/mL, y no quiera realizar la biopsia, no recibiera tratamiento con interferon pegilado, pasando ser tratado con el interferon convencional.
No es necesaria la realización de biopsia para indicar tratamiento en pacientes infectados con cualquier genotipo que presentan señales clínicas o evidencias ecográficas de cirrosis. Se recomienda la realización de una endoscopia digestiva alta para diagnosticar varices de esófago e hipertensión puerta en pacientes con señales clínicas o evidencias ecográficas de cirrosis hepático.
Pacientes con manifestaciones extra-hepáticas comprobadamente relacionadas a la hepatitis C (Ej. crioglobulinemia) pueden ser tratados independientemente del resultado de la biopsia.
Otros casos en los que la biopsia hepática puede ser facultativa para indicación de tratamiento están descritos en los temas que definen las recomendaciones terapéuticas del consenso.
El tratamiento es recomendado para los pacientes que presenten un estadio de fibrosis igual o mayor que F2 por la escala METAVIR o un estadio igual o mayor que 2 por la escala de la SBP o un resultado igual o superior a 3 si utilizada la escala de ISHAK, independientemente de la actividad inflamatoria.
También deben recibir indicación los pacientes que en la biopsia presentan un resultado F1 por la escala METAVIR o un estadio igual o mayor que 1 por la escala de la SBP o un resultado igual o superior a 1 si utilizada la escala de ISHAK, en los cuales la actividad inflamatoria presente un resultado igual o superior a A2 en la escala METAVIR, o sus correspondientes en las escalas SBP y ISHAK igual o superior a 2.
Para el paciente ser sometido a la biopsia debe ser observado que el mismo presente los siguientes criterios:
- Enfermedad hepática compensada;
- Conteo de plaquetas arriba de 60.000/mm3;
- Actividad de protrombina arriba del 50%;
- Ausencia de contraindicaciones a las drogas usadas para tratamiento.
No es necesaria la realización de la biopsia hepática para indicar tratamiento en pacientes portadores de coagulopatias (con problemas de coagulación).
En los pacientes co-infectados por el HIV, la recomendación de biopsia hepática para indicación de tratamiento es facultativa.
Cuando la biopsia sea necesaria para definir indicación de tratamiento, debe ser realizada dentro de los 24 meses que anteceden el inicio del tratamiento. Pero existen condiciones del paciente por las cuales la biopsia es contraindicada y por tanto puede ser dispensada para indicar el tratamiento, bastando el laudo del médico.
Si el paciente sufre de obesidad mórbida o sospecharse de la existencia de lesiones vasculares en el hígado la contraindicación para realizar la biopsia es relativa y la secretaría de la salud podrá venir a consultar el comité estadual, ya en los casos en los que el paciente presenta coagulopatia grave (hemofilia, enfermedad de Von Willebrand, trombastenia de Glansmann y otras), debido al riesgo aumentado de hemorragia, infección en el parenquímica hepático u obstrucción biliar extra-hepática es totalmente contraindicada la realización de la biopsia y el médico debe testificar tal condición en su laudo.
En los pacientes en los que por cualquier motivo no sea recomendado el tratamiento inmediato o que por contraindicaciones no puedan realizar el tratamiento, la evaluación clínico-laboratorial debe ser realizada a cada 4 meses y la biopsia hepática debe ser realizada en períodos entre 3 a 5 años
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal: Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM
|