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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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07/08/2011


Principais pontos do novo protocolo de tratamento da hepatite C

5 - Comentando sobre: Co-infecções - Hepatite C e HIV/AIDS - Hepatite C e hepatite B


A partir de 18 de julho, um novo protocolo de tratamento da hepatite C passa a valer para tratamento no sistema público de saúde o SUS. É um avanço considerável. O protocolo na integra é encontrado em http://hepato.com/p_consensos_consensos/consenso_heptitec_final.pdf

Comentarei diversos tópicos do novo protocolo em diversos artigos os quais estarei publicando ao longo dos próximos dias. Para uma melhor interpretação estou dividindo os tópicos em:

1 - Comentários Gerais
2 - Biópsia
3 - Medicamentos e resposta terapêutica ao tratamento
4 - Esquemas de tratamento
5 - Co-infecção com o HIV e com a hepatite B
6 - Grupos especiais de pacientes
7 - Pacientes com cirrose
8 - Retratamento
9 - Efeitos adversos - Manifestações extra-hepáticas




5 - Co-infecções - Hepatite C e HIV/AIDS - Hepatite C e hepatite B

Co-infecção HCV e HIV/AIDS


Somente profissionais experientes no tratamento de co-infectados HCV/HIV estão em condições de indicar tratamento já que a abordagem dessas situações deve ser individualizada.

A biópsia hepática é opcional para pacientes com hepatite C co-infectados pelo HIV. O tratamento, se necessário, é recomendado com qualquer grau de fibrose.

O tratamento da hepatite C em pacientes co-infectados com HIV sempre deverá ser realizado com interferon peguilado, independentemente do genótipo, com 48 semanas de duração em todos os casos.

Infectados assintomáticos do HIV com contagem do T-CD4 superior a 500 células/mm devem receber prioritariamente a indicação de trat

amento da hepatite C Infectados assintomáticos do HIV com contagem do T-CD4 entre 350 e 500 células/mm devem ser avaliados de forma individual, devendo se considerar o tratamento antirretroviral inicialmente. O tratamento concomitante da hepatite C pode acarretar em acumulo de toxicidade e comprometimento da adesão.

Infectados assintomáticos e sintomáticos do HIV com contagem do T-CD4 inferior a 350 células/mm com indicação de tratamento antirretroviral, a indicação do tratamento da hepatite C deve ser individual e somente iniciado após a estabilização clínica e imunológica.

É importante considerar as seguintes condições antes de iniciar o tratamento da hepatite C nos co-infectados HIV/HCV:

- Que o tratamento antirretroviral esteja sendo efetivo com supressão da replicação viral do HIV e sem apresentar sinais de falha terapêutica;

- Que não existam infecções (estabilidade clínica);

- Que exista estabilidade imunológica, definida pela contagem do T-CD4 acima de 200 células/mm.


Co-infecção da hepatite C com a hepatite B (HBV/HCV)


Não existe uma regra fixa sobre qual das duas hepatites tratar no caso de co-infectado com as hepatites B e C. Em geral deve se proceder a realizar o tratamento daquela que está causando um maior dano ao paciente.

A biópsia hepática é opcional para pacientes com hepatite C co-infectados com hepatite B. O tratamento, se necessário, é recomendado com qualquer grau de fibrose.

O HBeAg é um indicativo racional sobre qual deverá ser o tratamento recomendado:

Pacientes com HBeAg positivo devem receber tratamento com interferon peguilado associado a ribavirina durante 48 ou 72 semanas, conforme as recomendações para o tratamento dos diferentes genótipos da hepatite C.

Em pacientes com HBeAg negativo com carga viral (HBV-DNA) maior que 10.000 cópias/mL (ou maior que 2.000UI/mL) o médico deverá considerar a associação de um medicamento de uso oral, seja o tenofovir ou o entecavir, ao esquema de interferon peguilado combinado à ribavirina.

Carlos Varaldo



Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

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07/08/2011


Principales puntos del nuevo consenso de tratamiento de la hepatitis C en Brasil

5 - Comentando: Co-infecciones - Hepatitis C y HIV/SIDA - Hepatitis C y hepatitis B


Desde el 18 de julio, nuevas recomendaciones de consenso de tratamiento de la hepatitis C pasan a valer para tratamiento en el sistema público de salud. Es un avance considerable. El consenso en la integra es encontrado en http://hepato.com/p_consensos_consensos/consenso_heptitec_final.pdf , lamentablemente está en portugués, más no será difícil de entender para quien se interesar por el asunto.

Comentaré diversos tópicos del nuevo consenso en diversos artículos que estaré publicando a lo largo de los próximos días. Para una mejor interpretación estoy dividiendo los tópicos en:

1 - Comentarios Generales
2 - Biopsia
3 - Medicamentos y respuesta terapéutica al tratamiento
4 - Esquemas de tratamiento v 5 - Co-infección con el HIV y con la hepatitis B
6 - Grupos especiales de pacientes
7 - Pacientes con cirrosis
8 - Retratamiento
9 - Efectos adversos - Manifestaciones extra-hepáticas




5 - Co-infecciones - Hepatitis C y HIV/SIDA - Hepatitis C y hepatitis B

Co-infección HCV y HIV/SIDA


Solamente profesionales experimentados en el tratamiento de Co-infectados HCV/HIV están en condiciones de indicar tratamiento ya que el abordaje de ésas situaciones debe ser individualizado.

La biopsia hepática es opcional para pacientes con hepatitis C co-infectados por el HIV. El tratamiento, si necesario, es recomendado con cualquier grado de fibrosis.

El tratamiento de la hepatitis C en pacientes co-infectados con HIV siempre deberá ser realizado con interferón pegilado, independientemente del genotipo, con 48 semanas de duración en todos los casos.

Infectados asintomáticos del HIV con conteo de la T-CD4 superior a 500 células/mm deben recibir prioritariamente la indicación de tratamiento de la hepatitis C

Infectados asintomáticos del HIV con conteo de la T-CD4 entre 350 500 células/mm deben ser evaluados de forma individual, debiendo se considerar el tratamiento antirretroviral inicialmente. El tratamiento concomitante de la hepatitis C puede resultar en acumulo de toxicidad y comprometimiento de la adhesión.

Infectados asintomáticos y sintomáticos del HIV con conteo de la T-CD4 inferior a 350 células/mm con indicación de tratamiento antirretroviral, la indicación del tratamiento de la hepatitis C debe ser individual y solamente iniciada después de la estabilización clínica e inmunológica.

Es importante considerar las siguientes condiciones antes de empezar el tratamiento de la hepatitis C en los co-infectados HIV/HCV:

- Que el tratamiento antirretroviral esté siendo efectivo con supresión de la replicación viral del HIV y sin presentar señales de fallo terapéutico;

- Que no existan infecciones (estabilidad clínica);

- Que exista estabilidad inmunológica, definida por el conteo de la T-CD4 arriba de 200 células/mm.


Co-infección de la hepatitis C con la hepatitis B (HBV/HCV)


No existe una regla fija sobre cual de las dos hepatitis tratar en el caso de co-infectado con las hepatitis B y C. En general debe se proceder a realizar el tratamiento de aquélla que está causando un mayor daño al paciente.

La biopsia hepática es opcional para pacientes con hepatitis C co-infectados con hepatitis B. El tratamiento, si necesario, es recomendado con cualquier grado de fibrosis.

El HBeAg es un indicativo racional sobre cual deberá ser el tratamiento recomendado:

Pacientes con HBeAg positivo deben recibir tratamiento con interferón pegilado asociado a ribavirina durante 48 ó 72 semanas, conforme las recomendaciones para el tratamiento de los diferentes genotipos de la hepatitis C.

En pacientes con HBeAg negativo con carga viral (HBV-ADN) mayor que 10.000 copias/mL (o mayor que 2.000UI/mL) el médico deberá considerar la asociación de un medicamento de uso oral, sea el tenofovir o el entecavir, al esquema de interferón pegilado combinado a la ribavirina.

Carlos Varaldo



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Last updated 7.8.2011