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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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01/06/2009


Sobre os protocolos e consensos para o tratamento das hepatites B e C


Governos e Sociedades Médicas publicam recomendações de consenso ou protocolos para o tratamento de diversas doenças, em especial daquelas mais difíceis de diagnosticar, difíceis de tratar, com pouca resposta terapêutica ou se necessitam de medicamentos caros. Quatro fatores presentes no tratamento das hepatites B e C.

Todas as recomendações de consenso para tratamento das hepatites B e C, sejam elas escritas pelas sociedades que representam a hepatologia, a infectologia, a gastroenterologia os as definidas pelos diversos governos possuem muitos pontos em comum, com poucas diferenças nas indicações. A maior diferença entre elas e causada pela data de publicação ou pela falta de atualização dos conceitos ou na não inclusão de novos medicamentos.

Em geral os consensos de tratamento escritos por sociedades médicas são mais atualizados, recomendando sempre o que existe de mais moderno e atualizado na medicina, sendo muitas vezes injustamente criticadas pelos gestores de saúde insinuando que estão defendendo interesses da indústria farmacêutica. Já as recomendações para tratamento na saúde pública não recebem atualizações periódicas como seria necessário e são mais restritivas quanto ao acesso ao tratamento e a medicamentos mais modernos ou mais caros, recebendo por isso criticas de médicos e principalmente dos pacientes.

Pessoalmente defendo as recomendações de diagnostico e tratamento escritas por sociedades médicas, pois os profissionais da saúde devem respeitar o juramento de Hipocrates que realizaram ao sair da universidade, pelo qual se comprometeram a fazer e indicar o melhor para curar o paciente. Mas quando um profissional assume um cargo público parece que esse juramento e colocado dentro de uma gaveta, esquecido, passando a pensar em evitar gasto do dinheiro do orçamento, quando seria muito mais produtivo e com melhores resultados para a sociedade gastar o tempo procurando aumentar o orçamento.

Consensos e protocolos são necessários e possuem muita utilidade, identificando os problemas baseados no conhecimento cientifico indicando aquilo básico ou mínimo que deve ser oferecido aos pacientes. Estará interpretando erroneamente o médico que achar que uma recomendação de consenso ou um protocolo é o máximo que pode ser realizado em beneficio do paciente já que a recomendação e um caminho, mas em alguns casos e necessário fugir, subir um pouco mais alto nas possibilidades terapêuticas recomendadas objetivando a cura de uma doença.

Os pacientes sempre poderão achar que as recomendações dos consensos e protocolos limitam a possibilidade de tratamento recomendando as terapias mais baratas, de menor custo. Isso pode até ser verdadeiro quando os mesmos são redigidos pelos gestores públicos de saúde, mas em relação aos redigidos pelas sociedades médicas sempre será recomendado aquilo que na data da publicação for o melhor, desde que com comprobação cientifica pela medicina baseada em evidencias. A partir da publicação poderão surgir novos medicamentos ou terapias e somente na próxima revisão serão incluídas.

Devo lembrar que em relação às hepatites as novidades se precipitam uma acima das outras e num pequeno período de seis meses muita coisa poderá ficar obsoleta. Por ser um motivo de fundamental importância sugiro como recomendação final que nenhum consenso ou protocolo passe mais de 12 meses sem sofrer revisões nesse curto período, se oferecendo ao pacientes sempre a melhor possibilidade de cura.

Não é possível aceitar o absurdo que existe no Brasil com o protocolo de tratamento da hepatite B, publicado no ano de 2002, baseado em evidencias que por serem anteriores ao ano 2000 poderíamos falar que são do século passado. Até quando o Programa Nacional de Hepatites Virais vai continuar prejudicando os infectados de hepatite B os obrigando a usar um medicamento ultrapassado como e a Lamivudina?

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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01/06/2009


Sobre los protocolos y consensos para el tratamiento de las hepatitis B y C


Gobiernos y Sociedades Médicas publican recomendaciones de consenso o protocolos para el tratamiento de diversas enfermedades, en especial de aquéllas más difíciles de diagnosticar, difíciles de tratar, con poca respuesta terapéutica o se necesitan medicamentos caros. Cuatro factores presentes en el tratamiento de las hepatitis B y C.

Todas las recomendaciones de consenso para tratamiento de las hepatitis B y C, sean ellas escritas por las sociedades que representan la Hepatología, la Infectología, la Gastroenterología o las definidas por los diversos gobiernos poseen muchos puntos en común, con pocas diferencias en las indicaciones. La mayor diferencia entre ellas es causada por la fecha de publicación o por la falta de actualización de los conceptos o en la no inclusión de nuevos medicamentos.

En general los consensos de tratamiento escritos por sociedades médicas son más actualizados, recomendando siempre lo que existe de más moderno y actualizado en la medicina, siendo muchas veces injustamente criticadas por los gestores de salud insinuando que están defendiendo intereses de la industria farmacéutica. Ya las recomendaciones para tratamiento en la salud pública no reciben actualizaciones periódicas como sería necesario y son más restrictivas en cuanto al acceso al tratamiento y a medicamentos más modernos o más caros, recibiendo por eso criticas de médicos y principalmente de los pacientes.

Personalmente defiendo las recomendaciones de diagnostico y tratamiento escritas por sociedades médicas, pues los profesionales de la salud deben respetar el juramento de Hipócrates que realizaron al salir de la universidad, por el cual se comprometieron a hacer e indicar lo mejor para curar el paciente. Pero cuando un profesional asume un cargo público parece que ese juramento es colocado dentro de un cajón, olvidado, pasando a pensar en evitar gasto del dinero del presupuesto, cuando sería muy más productivo y con mejores resultados para la sociedad gastar el tiempo procurando aumentar el presupuesto.

Consensos y protocolos son necesarios y poseen mucha utilidad, identificando los problemas basados en el conocimiento científico indicando aquello básico o mínimo que debe ser ofrecido a los pacientes. Estará interpretando erróneamente el médico que pensar que una recomendación de consenso o un protocolo es lo máximo que puede ser realizado en beneficio del paciente ya que la recomendación y un camino, pero en algunos casos es necesario fugarse, subir un poco más alto en las posibilidades terapéuticas recomendadas objetivando la cura de una enfermedad.

Los pacientes siempre podrán pensar que las recomendaciones de los consensos y protocolos limitan la posibilidad de tratamiento recomendando las terapias más baratas, de menor costo. Eso puede hasta ser verdadero cuando los mismos son redactados por los gestores públicos de salud, pero con relación a los redactados por las sociedades médicas siempre será recomendado aquello que en la fecha de la publicación sea el mejor, desde que con comprobación científica por la medicina basada en evidencias. Después de la publicación podrán surgir nuevos medicamentos o terapias y solamente en la próxima revisión serán incluidas.

Debo recordar que con relación a las hepatitis las novedades se precipitan una arriba de las otras y en un pequeño período de seis meses mucha cosa podrá quedar obsoleta. Por ser un motivo de fundamental importancia sugiero como recomendación final que ningún consenso o protocolo pase más de 12 meses sin sufrir revisiones en ese corto período, se ofreciendo a los pacientes siempre la mejor posibilidad de cura.

No es posible aceptar el absurdo que existe en Brasil con el consenso de tratamiento de la hepatitis B del gobierno, publicado en el año de 2002, basado en evidencias que por ser anteriores al año 2000 podríamos decir que son del siglo pasado. ¿Hasta cuándo el Programa Nacional de Hepatitis Virales va a continuar perjudicando los infectados de hepatitis B los obligando a usar un medicamento ultrapasado cómo es la Lamivudina?

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


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Last updated 28.5.2009