Texto en Español al final - Apriete aquí


GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

23/08/2010


A importância da adaptação psicológica ao ser diagnosticado com hepatite crônica


Ninguém está preparado para receber o diagnostico de qualquer doença, pior ainda quando a doença é pouco conhecida da população e, ainda, é considerada uma doença crônica. Convenhamos que a notícia não alegra ninguém e, pior ainda, muitos pacientes estarão saindo da consulta com duas, não com uma, doença. Falo com duas doenças porque alem da hepatite muitos recebem como brinde um problema psicológico, resultando em ansiedade, medo, depressão, incógnita sobre o futuro e, outras "cositas" mais.

Em casos assim, a adaptação psicológica a nova situação resulta fundamental, pois uma pessoa que passou a ter sintomas depressivos estará perdendo muito de seu sistema imunológico, as suas defesas ficarão debilitadas, o colocando em situação vulnerável ao ataque do vírus que acabou de descobrir, talvez seja essa uma das estratégias de ataque do vírus da hepatite.

Qualquer doença crônica provoca mudanças significativas na vida do indivíduo, afetando a qualidade de vida, alterando hábitos arraigados, afetando o bem-estar. Um número significativo de pacientes, lamentavelmente, não aceita a nova situação de conviver com um vírus no organismo e desenvolverão transtornos psicológicos, desenvolvendo pensamentos negativos. É chegado então o momento de reagir, de procurar ajuda se for necessário.

É incrível, mas pessoas que nada sentiam e que não apresentam sintomas de nenhuma espécie, após receber o diagnostico passam a sentir sintomas inespecíficos, entre eles se sentem cansadas, podem apresentar debilidade, dificuldade de concentração e memória, relatam sentir um incomodo do lado direito do abdome e até com menor vontade de participar da vida social. Aparecem sintomas fisiológicos característicos dos processos inflamatórios e infecciosos que também acontecem quando diagnosticadas outras doenças, como o câncer e a diabete.

Pacientes diferentes reagem de forma diferente. Alguns enfrentam a nova situação escondendo suas emoções, evitando ou inibindo qualquer manifestação que possa ser observada por familiares e amigos, mas essa talvez seja a pior forma de atuar, pois uma má adaptação a nova realidade estará piorando a doença. O médico não conseguirá dar a devida atenção a um problema reprimido, afetando a comunicação com o paciente o que resultará em falta de adesão ao tratamento proposto.

Aqueles que expressam suas emoções são os que melhor conseguem enfrentar os problemas psicológicos. Aceitar e expressar os sentimentos e emoções requer tempo de adaptação à nova realidade, mas resulta na diminuição do mal estar, recupera o equilíbrio psicológico e fisiológico e favorece a interação social.

Pacientes que aceitam e expressam suas emoções passam a viverem muito mais adaptados as condições e situações ao saber que estão convivendo com a hepatite crônica. Sendo consciente disso a adesão ao tratamento é maior, as mudanças no estilo de vida são aceitas e a conduta com família, amigos e companheiros de trabalho correm sem maiores traumas.

A adaptação não deve ser somente psicológica. Também as mudanças no estilo de vida devem ser vistas com naturalidade. Uma vida saudável, com pratica de exercícios físicos, chegar a ter o peso ideal a sua altura e uma alimentação balanceada é fundamental, mas sempre tomando o cuidado que o doente é o individuo e não a família. É normal ver que quando um membro da família é diagnosticado com pressão alta a esposa passa a cozinhar tudo sem sal, sacrificando toda a família por que um deles não pode comer sal. O mesmo acontece com quem descobre a hepatite, tudo bem que ele não possa beber bebidas alcoólicas, mas o restante da família não pode ser privada de um vinho ou uma cerveja.

Também, não tudo é negativo ao descobrir a hepatite no seu organismo. Por incrível que pareça muitos pacientes reagem de forma totalmente positiva. Aqueles que sempre pensavam que esse tipo de coisas somente acontece com os outros, descobrem que não são seres superiores ou intocáveis. O efeito negativo do diagnostico provoca nesses indivíduos um efeito psicológico positivo o que os leva a encontrar uma forma melhor de apreciar a vida, mudam prioridades, aumentam sua determinação para efetuar tarefas e melhoram sua relação com grupos sociais e a família.

A melhor terapia para enfrentar o convívio com uma hepatite crônica inclui estratégias destinadas a conseguir atitudes otimistas ante a doença. Vemos que muitos encontram vantagens positivas, pois com o choque se deram conta que não estavam no caminho correto, que estavam pensando muito em si próprio e não atentando para a relação com familiares e amigos.

É curioso, não pensava escrever sobre o tema, mas como estou compilando mais de 400 e-mails recebidos comentando sobre sinais e sintomas sentidos pelo infectado com hepatite antes e após o diagnostico, com o qual estamos escrevendo um livro interativo, sentei no computador e o texto acima foi fluindo. Ao mesmo tempo vejo como fomos felizes, lá em 1998 quando formamos o grupo, em ter dado o nome de OTIMISMO. Na reunião discutíamos que deveríamos aceitar e enfrentar a doença com otimismo e pensamento positivo, sem depressão, sem culpa, pois a informação e o conhecimento da forma de atuar da doença resultam se tratar de um excelente medicamento.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo




Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


¡ALERTA!

Enquanto você realiza a leitura deste artigo,
¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo,
1 pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!

GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - Brasil
Teléfonos: Rio de Janeiro (005521) 4063.4567 - São Paulo (005511) 3522.3154 (de 11.00 a las 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

23/08/2010


La importancia de la adaptación psicológica al ser diagnosticado con hepatitis crónica


Nadie está listo para recibir lo diagnostico de cualquier enfermedad, peor aún cuando la enfermedad es poco conocida de la población y, aún, es considerada una enfermedad crónica. Convengamos que la noticia no alegra a nadie y, peor aún, muchos pacientes estarán saliendo de la consulta con dos, no con una, enfermedad. Digo con dos enfermedades porque junto con la hepatitis muchos reciben como regalo un problema psicológico, resultando en ansiedad, miedo, depresión, incógnita sobre el porvenir y, otras "cositas" más.

En casos así, la adaptación psicológica a la nueva situación resulta fundamental, pues una persona que pasó a tener síntomas depresivos estará perdiendo mucho de su sistema inmunológico, sus defensas quedarán debilitadas, colocándolo en situación vulnerable al ataque del virus que acabó de descubrir, quizá sea ésa una de las estrategias de ataque del virus de la hepatitis.

Cualquier enfermedad crónica provoca mudanzas significativas en la vida del individuo, afectando la calidad de vida, alterando hábitos arraigados, afectando el bienestar. Un número significativo de pacientes, lamentablemente, no acepta la nueva situación de convivir con un virus en el organismo y desarrollarán trastornos psicológicos, desarrollando pensamientos negativos. Es llegado entonces el momento de reaccionar, de procurar ayuda si fuera necesario.

Es increíble, pero personas que nada sentían y que no presentan síntomas de ninguna especie, después de recibir el diagnostico pasan a sentir síntomas inespecíficos, entre ellos se sienten cansadas, pueden presentar debilidad, dificultad de concentración y memoria, relatan sentir un fastidio del lado derecho del abdomen y hasta con menor voluntad de participar de la vida social. Aparecen síntomas fisiológicos característicos de los procesos inflamatorios e infecciosos que también acontecen cuando diagnosticadas otras enfermedades, como el cáncer y la diabetes.

Pacientes diferentes reaccionan de forma diferente. Algunos enfrentan la nueva situación escondiendo sus emociones, evitando o inhibiendo cualquier manifestación que pueda ser observada por familiares y amigos, pero ésa quizá sea la peor forma de actuar, pues una mala adaptación a la nueva realidad estará empeorando la enfermedad. El médico no conseguirá dar a debida atención a un problema reprimido, afectando la comunicación con el paciente lo que resultará en falta de adhesión al tratamiento propuesto.

Aquéllos que expresan sus emociones son los que mejor logran enfrentar los problemas psicológicos. Aceptar y expresar los sentimientos y emociones requiere tiempo de adaptación a la nueva realidad, pero resulta en la disminución del mal estar, recupera el equilibrio psicológico y fisiológico y favorece la interacción social.

Pacientes que aceptan y expresan sus emociones pasan a vivir mucho más adaptados a las condiciones y situaciones al saber que están conviviendo con la hepatitis crónica. Siendo consciente de eso la adhesión al tratamiento es mayor, las mudanzas en el estilo de vida son aceptadas y la conducta con familia, amigos y compañeros de trabajos corren sin mayores traumas.

La adaptación no debe ser solamente psicológica. También los cambios en el estilo de vida deben ser vistos con naturalidad. Una vida saludable, con práctica de ejercicios físicos, llegar a tener el peso ideal a su altura y una alimentación balanceada es fundamental, pero siempre tomando el cuidado que el enfermo es el individuo y no la familia. Es normal ver que cuando un miembro de la familia es diagnosticado con presión alta la esposa pasa a cocinar todo sin sal, sacrificando toda la familia por qué uno de ellos no puede comer sal. Lo mismo acontece con quien descubre la hepatitis, todo bien que él no pueda beber bebidas alcohólicas, pero el restante de la familia no puede ser privado de un vino o una cerveza.

También, no todo es negativo al descubrir la hepatitis en su organismo. Por increíble que parezca muchos pacientes reaccionan de forma totalmente positiva. Aquéllos que siempre pensaban que ese tipo de cosas solamente acontece con los otros, descubren que no son seres superiores o intocables. El efecto negativo del diagnostico provoca en esos individuos un efecto psicológico positivo qué los lleva a encontrar una forma mejor de apreciar la vida, mudan prioridades, aumentan su determinación para efectuar tareas y mejoran su relación con grupos sociales y la familia.

La mejor terapia para enfrentar el convivir con una hepatitis crónica incluye estrategias destinadas a lograr actitudes optimistas ante la enfermedad. Vemos que muchos encuentran ventajas positivas, pues con el choque se dieron cuenta que no estaban en el camino correcto, que estaban pensando mucho en sí propio y no atentando para la relación con familiares y amigos.

Es curioso, no pensaba escribir sobre este tema, pero como estoy compilando más de 400 e-mails recibidos comentando sobre señales y síntomas sentidos por el infectado con hepatitis antes y después del diagnostico, con lo cual estamos escribiendo un libro interactivo, senté en la computadora y el texto arriba fue creciendo. Al mismo tiempo veo como fuimos felices, allá en 1998 cuando formamos el grupo, en haber dado el nombre de OPTIMISMO. En la reunión discutíamos que deberíamos aceptar y enfrentar la enfermedad con optimismo y pensamiento positivo, sin depresión, sin culpa, pues la información y el conocimiento de la forma de actuar de la enfermedad resultan en ser un excelente medicamento.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo




Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 20.8.2010