GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
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e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
27/02/2006
Estigma na hepatite C
A hepatite C causa dois tipos de danos no individuo infectado, o dano físico ao ter seu fígado atacado pelo vírus e o emocional, causado pelo estigma que a doença carrega.
Vamos falar um pouco sobre o segundo, sobre as conseqüências negativas do estigma, da diminuição da saúde mental, da baixa na auto-estima, da falta de suporte social ou psicológico, da pouca oferta de centros de tratamento realmente especializados e do desconhecimento da doença pela população em geral.
Ninguém se contamina com a hepatite C por vontade própria, mas neste sentido o estigma na sociedade e muito grande. A reação mais comumente observada e que os infectados são tachados de ter tido um comportamento imoral, um sujeito com comportamento sexual de risco ou usuário de drogas. De fato, atualmente são poucos os novos infectados e destes, dois terços são usuários de drogas, mas não é divulgado que a maioria dos infectados adquiriram a infecção antes de 1993 por meio de transfusões de sangue, pelo uso de seringas não descartáveis, de vidro, aquelas que eram fervidas pelos profissionais de saúde. Por falta de divulgação da doença, pela omissão dos governos, estas formas de contaminação do passado ainda são desconhecidas da população.
O estigma muitas vezes leva o paciente ao isolamento social evitando em alguns casos até a procura de cuidados médicos especializados. Em outros casos o individuo pode gerar um sentimento de vingança, principalmente quando o paciente enfrenta discriminação no atendimento, seja médico, odontológico ou de qualquer tipo, passando a esconder sua condição de infectado, colocando assim em risco profissionais de saúde, outros pacientes que serão atendidos após seu atendimento e até parceiros e familiares.
GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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27/02/2006
Estigma en la hepatitis C
La hepatitis C causa dos tipos de daños en el individuo infectado, el daño físico al tener su hígado atacado por el virus y el emocional, causado por el estigma que la enfermedad carga.
Vamos a hablar un poco sobre el segundo, sobre las consecuencias negativas del estigma, de la disminución de la salud mental, de la baja en la autoestima, de la falta de soporte social o psicológico, de la poca oferta de centros de tratamiento realmente especializados y del desconocimiento de la enfermedad por la población en general.
Nadie se infecta con la hepatitis C por voluntad propia, pero en este sentido el estigma en la sociedad es muy grande. La reacción más común que es observada es la que los infectados son tachados de haber tenido un comportamiento inmoral, un sujeto con comportamiento sexual de riesgo o usuario de drogas. De hecho, actualmente son pocos los nuevos infectados y de éstos, dos tercios son usuarios de drogas, pero no es divulgado que la mayoría de los infectados adquirieron la infección antes de 1993 por medio de transfusiones de sangre, por el uso de jeringas no desechables, de vidrio, aquéllas que eran hervidas por los profesionales de salud. Por falta de divulgación de la enfermedad, por la omisión de los gobiernos, estas formas de contaminación del pasado aún son desconocidas de la población.
El estigma muchas veces lleva el paciente al aislamiento social evitando en algunos casos hasta la procura de cuidados médicos especializados. En otros casos el individuo puede generar un sentimiento de venganza, principalmente cuando el paciente enfrenta discriminación en el servicio, sea médico, odontológico o de cualquier tipo, pasando a esconder su condición de infectado, colocando así en riesgo profesionales de salud, otros pacientes que serán atendidos después de su consulta y hasta compañeros y familiares.