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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 9973.6832 - Fax. (21) 2549.8809
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

16/01/2006


Afrodescendentes e hepatite C


Pessoas de todas as raças estão infectadas pela hepatite C, porém as pessoas de pele escura, os afrodescendentes, por razões ainda desconhecidas apresentam uma evolução clinica diferente dos pacientes de pele branca e até a resposta terapêutica e também diferente.

Um estudo compara diversas características da doença e de seu tratamento em indivíduos brancos (caucasianos) e de pele negra (afrodescendentes) sendo um alerta importante para países como o Brasil, com alta miscigenação.

O resultado de um estudo mostrou que nos pacientes brancos a cura foi obtida por 52% dos pacientes, já no grupo de afrodescendentes somente 19% conseguiram a cura. Um segundo estudo obteve uma taxa de resposta sustentada de 39% entre os brancos e de 26% entre os afrodescendentes.

No Brasil praticamente toda a população possui em maior ou menor grau, uma percentagem de genes afrodescendentes, motivo pelo qual a resposta terapêutica global, de toda a população, pode ser muito diferente da obtida nos estudos clínicos realizados nos Estados Unidos ou Europa, onde predomina a raça branca. Estudos ao respeito deveriam ser patrocinados pelas autoridades de saúde.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
ONG - Registro n°. 176.655 - RCPJ-RJ - Rio de Janeiro - Brasil
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16/01/2006


Afro descendientes y hepatitis C


Personas de todas las razas están infectadas por la hepatitis C, sin embargo las personas de piel oscura, los afro descendientes, por razones aún desconocidas presentan una evolución clínica diferente de los pacientes de piel blanca y hasta la respuesta terapéutica es también diferente.

Un estudio compara diversas características de la enfermedad y de su tratamiento en individuos blancos (caucasianos) y de piel negra (afro descendientes) siendo un alerta importante para países como Brasil, con alta mezcla de razas.

El resultado de un estudio mostró que en los pacientes blancos la cura fue obtenida por 52% de los pacientes, ya en el grupo de afro descendientes solamente 19% consiguieron la cura. Un segundo estudio obtuvo una tasa de respuesta sostenida del 39% entre los blancos y del 26% entre los afro descendientes.

En Brasil prácticamente todo la población posee en mayor o menor grado, un porcentaje de genes afro descendientes, motivo por el cual la respuesta terapéutica global, de toda la población, puede ser muy diferente de la lograda en los estudios clínicos realizados en Estados Unidos o Europa, donde predomina la raza blanca. Estudios a lo respeto deberían ser patrocinados por las autoridades de salud.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


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Last updated 14.1.2006