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07/12/2009


A idade, o sexo e as possibilidades de curar a hepatite C


O avanço do conhecimento médico se consegue em função de evidencias comprovadas. Um dos melhores ''fornecedores'' desse conhecimento são os resultantes de estatísticas comparando grandes números de pacientes tratados obtidos por diferentes pesquisas, com os quais se consegue melhorar os conceitos dos tratamentos e assim aumentar a resposta terapêutica.

O ano de 2009 foi muito bom nesse sentido e a disseminação desses conhecimentos em congressos e publicações cientificas esta oferecendo aos infectados com as hepatites maiores possibilidades no relativo à quando e como tratar para conseguir uma maior possibilidade de cura.

Na hepatite C números estatísticos que surpreendem em relação à progressão da doença e ao tratamento são resultado de diversos estudos que comprovaram que são fatores muito importantes a ser considerados a idade, o sexo, o grau de fibrose, o tempo de infecção e a menopausa nas mulheres.

Um dos estudos pesquisou a importância da idade na progressão da fibrose selecionando 163 pacientes entre 23 e 84 anos de idade (media de 55 anos) com fibrose F3 ou superior. Foi encontrado de 66% dos homens apresentavam progressão de fibrose mais alta, igual ou superior a F3, mas entre as mulheres somente 41% tinham atingido grau de fibrose similar. Mas ao comparar somente os pacientes com menos de 50 anos de idade foi encontrado que 51% dos homens já tinham atingido esse grau de fibrose, mas surpreendentemente somente 11% das mulheres tinham chegado a sequer um grau F3. Já no grupo com mais de 50 anos, 77% dos homens atingiram a fibrose F3 ou superior e o percentual entre as mulheres atingia 61% delas, quase que igualando o percentual dos homens.

Sempre foi conhecido que mulheres apresentam uma progressão mais lenta que os homens, mas este estudo ao separar por faixas, abaixo e acima dos 50 anos, também inclui entre as mulheres o efeito da menopausa, já que estudos anteriores indicavam que poderia existir alguma correlação entre o estrogênio e a progressão da doença.

A conclusão dos pesquisadores confirma que as mulheres realmente progridem mais lentamente ate atingir a menopausa, mas que após a menopausa a progressão do dano hepático acelera fortemente. Os autores suspeitam que o estrogênio possa, sim, ser benéfico para as mulheres, sugerindo que após a menopausa de mulheres infectadas com a hepatite C a reposição hormonal com estrogênio deveria ser considerada para evitar a aceleração da progressão da fibrose.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Hepatitis C and Menopause: Interplay of Age, Gender, HCV Replication and Activity in Progression and Consequence for Therapy, Trépo, Bailly, Moreno, Lemmers, Adler, and Pradat - AASLD 2009


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo


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La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!



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07/12/2009


La edad, el sexo y las posibilidades de curar la hepatitis C


El avance del conocimiento médico se logra en función de evidencias comprobadas. Uno de los mejores ''proveedores'' de ése conocimiento son los resultantes de estadísticas comparando grandes números de pacientes tratados obtenidos por diferentes pesquisas, con los cuales se logra mejorar los conceptos de los tratamientos y así aumentar la respuesta terapéutica.

El año de 2009 fue muy bueno en ese sentido y la diseminación de ésos conocimientos en congresos y publicaciones científicas ésta ofreciendo a los infectados con las hepatitis mayores posibilidades en lo relativo a cuando y como tratar para conseguir una mayor posibilidad de cura.

En la hepatitis C números estadísticos que sorprenden con relación a la progresión de la enfermedad y al tratamiento son resultado de diversos estudios que comprobaron que son factores muy importantes a ser considerados la edad, el sexo, el grado de fibrosis, el tiempo de infección y la menopausia en las mujeres.

Uno de los estudios investigó la importancia de la edad en la progresión de la fibrosis seleccionando 163 pacientes entre 23 y 84 años de edad (medía de 55 años) con fibrosis F3 o superior. Fue encontrado del 66% de los hombres presentaban progresión de fibrosis más alta, igual o superior la F3, pero entre las mujeres solamente 41% habían alcanzado grado de fibrosis similar. Pero al se comparar solamente los pacientes con menos de 50 años de edad fue encontrado que 51% de los hombres ya habían alcanzado ese grado de fibrosis, pero sorprendentemente solamente 11% de las mujeres habían llegado a siquiera un grado F3. Ya en el grupo con más de 50 años, 77% de los hombres alcanzaron a fibrosis F3 o superior y el porcentual entre las mujeres alcanzaba 61% de ellas, casi que igualando el porcentual de los hombres.

Siempre fue conocido que mujeres presentan una progresión más lenta que los hombres, pero este estudio al separar por fajas, abajo y arriba de los 50 años, también incluye entre las mujeres el efecto de la menopausia, ya que estudios anteriores indicaban que podría existir alguna correlación entre el estrógeno y la progresión de la enfermedad.

La conclusión de los investigadores confirma que las mujeres realmente progresan más lentamente hasta alcanzar la menopausia, pero que después de la menopausia la progresión del daño hepático acelera fuertemente. Los autores sospechan que el estrógeno pueda, sí, ser benéfico para las mujeres, sugiriendo que después de la menopausia de mujeres infectadas con hepatitis C la reposición hormonal con estrógeno debería ser considerada para evitar la aceleración de la progresión de la fibrosis.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Hepatitis C and Menopause: Interplay of Age, Gender, HCV Replication and Activity in Progression and Consequence for Therapy, Trépo, Bailly, Moreno, Lemmers, Adler, and Pradat - AASLD 2009


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo


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Last updated 5.12.2009