Texto en Español al final - Apriete aquí

For an electronic translation of this page to English, press here

A manutenção do Grupo Otimismo é possível pelo recebimento de contribuições de pessoas físicas e jurídicas.
A Agência de Notícias das Hepatites cede o espaço desta página gratuitamente.

Saiba como pode contribuir clicando aqui
GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154
(das 11.00 às 15.00 horas)
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

19/12/2011


Perspectivas do paciente sobre o tratamento da Hepatite C (PATH-C)


Nada melhor que ouvir a opinião dos pacientes que passaram por um tratamento da hepatite C para saber como é possível melhorar o atendimento. Conhecer a opinião do "outro lado da mesa" oferece uma serie de valiosas informações para formular novas estratégias de tratamento. Foi exatamente isso que pesquisadores da Califórnia, nos Estados Unidos, fizeram entrevistando 200 pacientes que realizaram tratamento no "Northern California Kaiser Permanente Medical Care Program" para aprender sobre suas experiências durante o tratamento e obter sugestões sobre onde é possível melhorar o atendimento. Os pacientes receberam tratamento entre os anos de 2008 e 2010, sendo todos tratados com interferon peguilado e ribavirina.

O grupo de entrevistados era formado por 63% de homens e 37% de mulheres. O genótipo 1 afetava 69% dos pacientes. Os pacientes eram atendidos durante o tratamento principalmente por enfermeiros ou clínicos farmacêuticos em 56% dos casos ou por um médico em 44% dos casos.

No total 17% interromperam o tratamento devido à efeitos adversos e colaterais. Quando solicitados a indicar os três aspectos mais difíceis do tratamento, 69% dos pacientes indicaram os efeitos colaterais físicos, 36% os efeitos colaterais mentais (de comportamento), e 22% o processo de aplicação da injeção de interferon peguilado. Entre todos os grupos, 26% incluem problemas para o desempenho no trabalho.

Mas apesar dos problemas, 70% dos que não obtiveram sucesso com o tratamento disseram que vão tentar um retratamento.

Os membros da família foram úteis durante o tratamento para 80% dos pacientes, mas somente 26% relataram qualquer apoio por parte de colegas no trabalho ou dos superiores. 52% dos pacientes de pele branca (caucasianos) relataram ter recebido apoio dos amigos, contra 31% dos pacientes de pele negra e 29% dos hispanicos.

Ao serem perguntados sobre o profissional de saúde que preferem para serem atendidos durante o tratamento, 83% responderam que preferiam o atendimento por parte de um enfermeiro ou um farmacéutico, contra 59% que responderam preferir serem atendidos por um médico. A resposta provavelmente tem relação ao dialogo com o paciente, já que 94% responderam que sempre foram ouvidos atentamente quando estavam na frente de um enfermeiro ou farmacéutico, contra 74% que foram ouvidos atentamente pelos médicos.

Ao responderem sobre qual a avaliação de suporte que eles escolheriam, como provavelmente muito útil, o contato semanal pelo telefone com o profissional da saúde teve 81% das preferências, o acesso a uma nutricionista também teve 81% de preferência, o apoio teléfonico de outros pacientes que já passaram pelo tratamento teve 75% das preferências, a possibilidade de participar de algum grupo de apoio ficou com 72%, a troca de telefonemas com outros pacientes em tratamento foi preferência de 66% dos pacientes e o acesso vía internet com os profissionais de saúde que realizam o tratamento foi a preferência de 63% dos pacientes.

MEU COMENTÁRIO:

É crucial conhecer o que pensa o paciente, quais suas necessidades, angustias e ansiedades, como forma de melhorar o atendimento no tratamento da hepatite C.

Os resultados desta pesquisa são indicadores muito validos para se repensar a forma de relacionamento com o paciente, mas no fundo demonstram que programas de tratamentos multidisciplinares, o que não foi o caso dos pacientes pesquisado, atendem perfeitamente as necessidades e anseios dos pacientes para um atendimento digno e humano.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
AASLD 2011 - Final ID: 948 - Patient Perspectives About the Treatment of Hepatitis C (PATH-C) - M. Manos; R. C. Murphy; V. Shvachko. - Viral Hepatitis Registry, Kaiser Permanente Division of Research, Oakland, CA, United States.


Carlos Varaldo



Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal:
As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM

O Grupo Otimismo e afiliado a AIGA - ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO - www.aigabrasil.org


Enquanto você realiza a leitura deste artigo

¡Mientras usted realiza la lectura de este artículo
1 pessoas morrem por culpa das hepatites B ou C no mundo!

personas mueren en el mundo por culpa de las hepatitis B o C!
A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!


Para recibir semanalmente las últimas noticias en las hepatitis por e-mail, entre aquí

For an electronic translation of this page to English, press here

La Agencia de Noticias de las Hepatitis colabora con el Grupo Optimismo cediendo espacio en esta página
Grupo Optimismo de Ayuda al Portador de Hepatitis
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Río de Janeiro - RJ - Brasil
Telefones: Río de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154
e-mail:
hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com
19/12/2011


Perspectivas del paciente sobre el tratamiento de la Hepatitis C (PATH-C)


Nada mejor que oír la opinión de los pacientes que pasaron por un tratamiento de la hepatitis C para saber como es posible mejorar la atención. Conocer la opinión del "otro lado de la mesa" ofrece una serie de valiosas informaciones para formular nuevas estrategias de tratamiento. Fue exactamente eso que investigadores de California, en Estados Unidos, hicieron entrevistando 200 pacientes que realizaron tratamiento en el "Northern Califórnia Kaiser Permanente Medical Care Program" para aprender sobre sus experiencias durante el tratamiento y obtener sugestiones sobre donde es posible mejorar la atención. Los pacientes recibieron tratamiento entre los años de 2008 y 2010, siendo todos tratados con interferón pegilado y ribavirina.

El grupo de entrevistados era formado por 63% de hombres y 37% de mujeres. El genotipo 1 afectaba 69% de los pacientes. Los pacientes eran atendidos durante el tratamiento principalmente por enfermeros o clínicos farmacéuticos en un 56% de los casos o por un médico en un 44% de los casos.

En el total 17% interrumpieron el tratamiento debido a los efectos adversos y secundarios. Cuando solicitados a indicar los tres aspectos más difíciles del tratamiento, 69% de los pacientes indicaron los efectos secundarios físicos, 36% los efectos secundarios mentales (de comportamiento), y 22% el proceso de aplicación de la inyección de interferón pegilado. Entre todos los grupos, 26% incluyen problemas para el desempeño en el trabajo.

Pero a pesar de los problemas, 70% de los que no lograron suceso con el tratamiento dijeron que van a tentar un retratamiento.

Los miembros de la familia fueron útiles durante el tratamiento para 80% de los pacientes, pero solamente 26% relataron cualquier apoyo por parte de colegas en el trabajo o de los superiores. 52% de los pacientes de piel blanca (caucasianos) relataron haber recibido apoyo de los amigos, contra 31% de los pacientes de piel negra y 29% de los hispánicos.

Al ser preguntados sobre el profesional de salud que prefieren para ser atendidos durante el tratamiento, 83% respondieron que preferían ser atendidos por parte de un enfermero o un farmacéutico, contra 59% que respondieron preferir ser atendidos por un médico. La respuesta probablemente tiene relación al dialogo con el paciente, ya que 94% respondieron que siempre fueron oídos atentamente cuando estaban en la frente de un enfermero o farmacéutico, contra 74% que fueron oídos atentamente por los médicos.

Al responder sobre cual la evaluación de soporte que ellos escogerían, como probablemente muy útil, el contacto semanal por el teléfono con e profesional de la salud tuvo 81% de las preferencias. El acceso a una bromatóloga (nutrición) también tuvo 81% de preferencia, o apoyo telefónico de otros pacientes que ya pasaron por el tratamiento tuvo 75% de las preferencias, la posibilidad de participar de algún grupo de apoyo se quedó con 72%, poder cambiar informaciones por teléfono con otros pacientes en tratamiento fue preferencia del 66% de los pacientes y el acceso vía internet con los profesionales de salud que realizan el tratamiento fue la preferencia del 63% de los pacientes.

MI COMENTARIO:

Es crucial conocer lo que piensa el paciente, cuales sus necesidades, angustias y ansiedades, como forma de mejorar los cuidados en el tratamiento de la hepatitis C.

Los resultados de esta pesquisa son indicadores muy validos para se repensar la forma de relación con el paciente, pero en el fondo demuestran que programas de tratamientos multidisciplinares, lo que no fue el caso de los pacientes investigados, atienden perfectamente las necesidades y deseos de los pacientes para una atención digna y humana.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
AASLD 2011 - Final ID: 948 - Patient Perspectives About the Treatment of Hepatitis C (PATH-C) - M. Manos; R. C. Murphy; V. Shvachko. - Viral Hepatitis Registry, Kaiser Permanente Division of Research, Oakland, CA, United States.


Carlos Varaldo



Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
Aviso legal:
Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica. Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente como retiradas de WWW.HEPATO.COM







Last updated 17.12.2011