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GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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19/12/2005


200 proteínas que detectam doenças do fígado


O bioquímico Enrique Santamaría Martínez, pesquisador da área de Terapia Gênica e Hepatologia da Universidade de Navarra, Espanha, identificaram mais de 200 proteínas que podem considerar-se indicadores de progressão da esteatohepatitis e o câncer de fígado. Além disso, estabelecem a base para novas linhas de pesquisas que poderiam desenvolver estratégias de aplicação clínica para melhorar o diagnóstico e o tratamento deste câncer. O trabalho forma parte de sua tese de doutorado, apresentada na Faculdade de Ciências.

Conforme explica, o estudo das enfermidades hepáticas é hoje um dos objetivos prioritários da biomedicina, devido à crescente prevalência na população destas patologias. Embora se conheça bem fatores de risco, como os genéticos e o consumo abusivo de álcool, os mecanismos que participam de seu desenvolvimento não são totalmente conhecidos.

Concluída a pesquisa, assinala que "um dos biomarcadores, em especial a forma oxidada da apo lipoproteína A1, detectou-se no soro de pacientes com câncer de fígado. Por isso resulta especialmente relevante no campo do diagnóstico".

Proteomica: novas tecnologias para estudar proteínas

O trabalho do Dr. Enrique Santamaría demonstra "a alteração de proteínas no fígado e, conseqüentemente, das funções biológicas associadas a elas, muito antes que se produzam alterações detectáveis no fígado utilizando métodos de diagnóstico convencionais". É o caso da proibitina, uma proteína importante na geração de energia para manter a atividade celular, ou a regucalcina, proteína que atua no controle do envelhecimento celular, entre outras.

Para a pesquisa realizada na Universidade da Navarra foram utilizadas novas tecnologias, como a proteomica. "Esta técnica permite estudar centenas de proteínas simultaneamente e assim definir a história natural de doenças a nível molecular e identificar marcadores que facilitem o diagnóstico e o tratamento destas alterações".

Fonte: Garazi Andonegi
garazi@elhuyar.com
Elhuyar Fundazioa
http://www.elhuyar.com


Carlos Varaldo
Grupo Otimismo







GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA A PORTADORES DE HEPATITIS C
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19/12/2005


200 proteínas que detectan enfermedades del hígado


El bioquímico Enrique Santamaría Martínez, investigador del área de Terapia Génica y Hepatología de la Universidad de Navarra, España, ha identificado más de 200 proteínas que pueden considerarse indicadores de progresión de la esteatohepatitis y el cáncer de hígado. Además, establecen la base para nuevas líneas de investigación que podrían desarrollar estrategias de aplicación clínica para mejorar el diagnóstico y el tratamiento de este cáncer. El trabajo forma parte de su tesis doctoral, presentada en la Facultad de Ciencias.

Según explica, el estudio de las enfermedades hepáticas es hoy uno de los objetivos prioritarios de la biomedicina, debido a la creciente prevalencia en la población de estas patologías. Aunque se conocen bien factores de riesgo, como los genéticos y el consumo abusivo de alcohol, los mecanismos que participan en su desarrollo no son tan conocidos.

Concluida la investigación, señala que "uno de los biomarcadores, en concreto la forma oxidada de la apolipoproteína A1, se ha detectado en el suero de pacientes con cáncer de hígado. Por ello resulta especialmente relevante en el campo del diagnóstico".

Proteómica: nuevas tecnologías para estudiar proteínas

El trabajo del Dr. Enrique Santamaría demuestra "la alteración de proteínas en el hígado y, consecuentemente, de las funciones biológicas asociadas a ellas, mucho antes de que se produzcan alteraciones detectables en el hígado utilizando métodos de diagnóstico convencionales". Es el caso de la prohibitina, una proteína implicada en la generación de energía para mantener la actividad celular, o la regucalcina, proteína implicada en el control del envejecimiento celular, entre otras.

Para la investigación realizada en el CIMA de la Universidad de Navarra ha utilizado nuevas tecnologías, como la proteómica. "Esta técnica permite estudiar cientos de proteínas simultáneamente y así definir la historia natural de enfermedades a nivel molecular e identificar marcadores que faciliten el diagnóstico y el tratamiento de estas alteraciones".

Fuente: Garazi Andonegi
garazi@elhuyar.com
Elhuyar Fundazioa
http://www.elhuyar.com


Carlos Varaldo
Grupo Optimismo









Last updated 17.12.2005