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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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Telefones: Rio de Janeiro (xx21) 4063.4567 - São Paulo (xx11) 3522.3154 (das 11.00 às 15.00 horas)
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18/07/2011
Falando da Vitamina D
Ultimamente muito se fala sobre a vitamina D, os problemas que causa a sua deficiência e os benefícios que ela pode outorgar as pessoas, por isso, vamos comentar um apanhado geral de tudo aquilo que é publicado.
Todos sabem que precisamos de vitamina D para conseguirmos manter os ossos fortes e saudáveis. Mas estudos recentes (alguns ainda controversos) mostram que a vitamina D ou a falta dela pode influir no estado da asma, de alguns tipos de câncer, nos sintomas de depressão, nas doenças cardíacas, no diabetes, no tratamento da hepatite C e até no aumento do peso.
O corpo produz naturalmente a vitamina D, mas em determinadas condições o nível pode estar debaixo do desejável. Pessoas de pele escura, pessoas com pouca exposição ao sol, mulheres na menopausa, pessoas com consideráveis danos no fígado ou já com cirrose, transplantados de fígado, infectados com HIV/AIDS, pessoas subnutridas e em muitas outras situações, podem estar comprometidos nos seus níveis de vitamina D. A deficiência de vitamina D pode afetar adultos, bebês, crianças e adolescentes. A maioria das pessoas com baixos níveis sanguíneos de vitamina D não notam qualquer sintoma. Nesses casos suplementos de vitamina D podem ser necessários.
A vitamina D é encontrada em alimentos e deveria ser suficiente para suprir a quantidade necessária. Alimentos como o leite, peixes gordurosos como o salmão, atum e sardinha, gema de ovos, fígado de boi, margarina, iogurtes e alguns queijos são boas fontes de vitamina D, mas o organismo somente consegue assimilar a vitamina D se a pessoa expõe uma parte de seu corpo à luz do sol por um período entre 15 e 30 minutos alguns dias da semana. Os raios ultravioletas do sol estimulam a produção de vitamina D.
Para quem se encontra com baixo nível de vitamina D e precisa aumentar sua ingestão, os suplementos são uma opção. A vitamina D está disponível em suplementos em duas formas: D2 e D3. Ambas as formas são eficazes, e tanto podem ser tomadas para assegurar níveis adequados de vitamina D. Mas a D2 não é igual a D3. D3 é o tipo de vitamina D que o organismo produz, e estudos recentes sugerem que a D3 pode ser até três vezes mais eficaz que a D2,
A quantidade de vitamina D necessária depende de diversos fatores. Recomendações do "Institute of Medicine" dos Estados Unidos recomendam uma dose de 600 UI por dia para pessoas até 70 anos de idade, e 800 UI por dia para pessoas acima de 71 anos ou acometidas por graves deficiências como explicado no terceiro parágrafo acima. Alguns estudos indicam dosagens muito superiores, mas cuidado, doses acima de 4.000 UI por dia são prejudiciais para a saúde. Mais de 10.000 UI por dia pode causar danos nos rins e tecidos. A maioria dos suplementos a venda contêm 400 UI de vitamina D, podendo ser encontrada combinada com cálcio ou na forma pura.
O teste para determinar o nível de vitamina D no sangue se chama "25-hidroxi-vitamina D". Grandes estudos estão sendo realizados para determinar o nível ideal, mas no momento a recomendação e que ele seja igual ou superior a 20 ng/ml.
Conforme alguns estudos, baixos níveis de vitamina D podem aumentar o risco de problemas cardíacos, a pressão arterial pode estar mais elevada, idosos podem apresentar maior depressão. A asma pode apresentar sintomas mais graves nas crianças, pode piorar o prognostico de câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata, pode acelerar o ganho de peso em mulheres após a menopausa e pode aumentar a possibilidade de crianças desenvolverem diabete tipo 1.
Alguns medicamentos podem interferir no metabolismo da vitamina D. Se você tomar esteróides fale com seu médico para que ele faça o controle do nível de vitamina D no organismo. O mesmo acontece com medicamentos para emagrecer que possuem o principio ativo orlistat. Medicamentos para controlar o colesterol tanto podem diminuir os níveis de vitamina D como provocar um aumento.
E já que somos um grupo de hepatite, não se esqueçam do que já publicamos sobre pesquisas que recomendam a vitamina D para quem está em tratamento com interferon e ribavirina. O assunto ainda é controverso, alguns médicos acham que não adianta nada, outros o recomendam e alguns deixam a critério do próprio paciente, achando que se não faz mal não tem problema.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM
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pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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18/07/2011
Hablando de la Vitamina D
Últimamente mucho se habla sobre la vitamina D, los problemas que causa su deficiencia y los beneficios que ella puede otorgar a las personas, por eso, vamos a comentar un recogido general de todo aquello que es publicado.
Todos saben que necesitamos de vitamina D para que logremos mantener los huesos bien fuertes y saludables. Pero estudios recientes (algunos aún con controversias) muestran que la vitamina D o la falta de ella puede influir en el estado de la asma, de algunos tipos de cáncer, en los síntomas de depresión, en las enfermedades cardíacas, en el diabetes, en el tratamiento de la hepatitis C y hasta en el aumento del peso.
El cuerpo produce naturalmente la vitamina D, pero en determinadas condiciones el nivel puede estar debajo del deseable. Personas de piel oscura, personas con poca exposición al sol, mujeres en la menopausia, personas con considerables daños en el hígado o ya con cirrosis, trasplantados de hígado, infectados con HIV/SIDA, personas subnutridas y en muchas otras situaciones, pueden estar comprometidos en sus niveles de vitamina D. La deficiencia de vitamina D puede afectar adultos, bebés, niños y adolescentes. La mayoría de las personas con bajos niveles sanguíneos de vitamina D no notan cualquier síntoma. En esos casos suplementos de vitamina D pueden ser necesarios.
La vitamina D es encontrada en alimentos y debería ser suficiente para suplir la cantidad necesaria. Alimentos como la leche, peces grasos como el salmón, atún y sardina, yema de huevos, hígado de buey, margarina, yogures y algunos quesos son buenas fuentes de vitamina D, pero el organismo solamente logra asimilar la vitamina D si la persona expone una parte de su cuerpo a la luz del sol por un período entre 15 y 30 minutos algunos días de la semana. Los rayos ultravioletas del sol estimulan la producción de vitamina D.
Para quien se encuentra con bajo nivel de vitamina D y necesita aumentar su ingestión, los suplementos son una opción. La vitamina D está disponible en suplementos en dos formas: D2 y D3. Ambas las formas son eficaces, y tanto pueden ser tomadas para asegurar niveles adecuados de vitamina D. Pero a D2 no es igual a la D3. D3 es el tipo de vitamina D que el organismo produce, y estudios recientes sugieren que la D3 puede ser hasta tres veces más eficaz que la D2,
La cantidad de vitamina D necesaria depende de diversos factores. Recomendaciones del "Institute of Medicine" de los Estados Unidos recomiendan una dosis de 600 UI por día para personas con hasta 70 años de edad, y 800 UI por día para personas arriba de 71 años o acometidas por graves deficiencias como explicado en el tercer párrafo arriba. Algunos estudios indican dosis muy superiores, pero cuidado, dosis arriba de 4.000 UI por día son prejudiciales para la salud. Más de 10.000 UI por día puede causar daños en los riñones y tejidos. La mayoría de los suplementos a venta contienen 400 UI de vitamina D, pudiendo ser encontrada combinada con calcio o en la forma pura.
La prueba para determinar el nivel de vitamina D en la sangre se llama "25-hidroxi-vitamina D". Grandes estudios están siendo realizados para determinar el nivel ideal, pero en el momento la recomendación y que él sea igual o superior a 20 ng/ml.
Conforme algunos estudios, bajos niveles de vitamina D pueden aumentar el riesgo de problemas cardíacos, la presión arterial puede estar más elevada, personas de mayor de edad pueden presentar mayor depresión. La asma puede presentar síntomas más graves en los niños, puede empeorar el pronostico de cáncer de mama, cáncer de colon y cáncer de próstata, puede acelerar el aumento de peso en mujeres después de la menopausia y puede aumentar la posibilidad de niños desarrollar diabetes tipo 1.
Algunos medicamentos pueden interferir en el metabolismo de la vitamina D. Si usted toma esteroides hable con su médico para que él haga el control del nivel de vitamina D en el organismo. Lo mismo acontece con medicamentos para adelgazar que poseen el principio activo orlistat. Medicamentos para controlar el colesterol tanto pueden disminuir los niveles de vitamina D como provocar un aumento.
Y ya que somos un grupo de hepatitis, no se olviden de lo que ya publicamos sobre pesquisas que recomiendan la vitamina D para quien esté en tratamiento con interferón y ribavirina. El asunto aún es controvierso, algunos médicos piensan que no adelanta nada, otros lo recomiendan y algunos dejan a criterio del propio paciente, pensando que si no hace mal no tiene problema.
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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