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19/09/2011


Duas publicações alertam sobre a importância da vitamina D


1 - A importância da vitamina D no monitoramento de todos os pacientes com cirrose


A deficiência de vitamina D é uma complicação bem documentada na doença hepática colestática, como a cirrose biliar primária. Embora a prevalência e tratamento da deficiência tenham sido abordados em muitos artigos nas últimas décadas, pouco se sabe do estado de vitamina D na cirrose hepática alcoólica.

Em um artigo da pesquisa publicado no "World Journal of Gastroenterology" os autores descreveram o status da vitamina D em uma série retrospectiva de casos incluindo 89 pacientes com cirrose hepática alcoólica, comparados com 34 pacientes com cirrose biliar primária.

O estudo mostrou que a deficiência de vitamina D é mais frequente e grave em pacientes com cirrose hepática alcoólica do que em pacientes com cirrose biliar primária. Além disso, indicou que o grau de disfunção hepática, em vez de a etiologia da cirrose, determina o risco de deficiência de vitamina D.

Entre os pacientes com cirrose alcoólica, 85% tinham níveis de vitamina D abaixo de 50 nmol / L e 55% apresentaram níveis abaixo de 25 nmol / L, em comparação com 60% dos pacientes com cirrose biliar primária com níveis de vitamina D abaixo de 50 nmol / L e 16% dos pacientes com cirrose biliar primária com níveis abaixo de 25 nmol / L. Em ambos os grupos a vitamina D diminuiu com o aumento da severidade da doença hepática, conforme determinado pelo escore de Child-Pugh.

Este estudo enfatiza a importância do monitoramento dos níveis de vitamina D em todos os pacientes com cirrose. No entanto, mais estudos são necessários para encontrar a forma mais favorável de suplementação de vitamina D para estes pacientes.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Vitamin D deficiency in cirrhosis relates to liver dysfunction rather than aetiology - Malham M, SP Jørgensen, P Ott, Agnholt J, H Vilstrup, M Borre, JF Dahlerup. - World J Gastroenterol 2011; 17 (7): 922-925




2 - A importância da vitamina D nas doenças autoimunes


Doença autoimune é aquela na qual o próprio organismo produz anticorpos que atacam determinado órgão. Muito se desconhece ainda sobre os fatores que atuam na autoimunidade, suspeitando-se que possam ser fatores genéticos ou os chamados ambientais. Uma das suspeitas, a cada dia mais aceita, é que a vitamina D desempenha um papel decisivo nas doenças autoimunes.

A vitamina D é importante para a estrutura óssea e o cálcio no organismo. É encontrada em alimentos e para ser absorvida pelo organismo o indivíduo deve ficar exposto à luz do sol.

Diversos estudos sugerem que baixos níveis de vitamina D estão associados com a incidência e gravidade de vários transtornos autoimunes, como a inflamação intestinal, a esclerose múltipla, o lúpus eritematoso sistêmico, a diabetes tipo 1 e a artrite reumatoide. Indivíduos cirróticos ou com fibrose avançada também apresentam níveis baixos de vitamina D.

Mulheres que utilizam suplementos de vitamina D apresentam um risco 40% menor de desenvolver esclerose múltipla. Entre pacientes com esclerose múltipla os níveis baixos de vitamina D estão associados a maior risco de recaída e de incapacidade.

O risco de desenvolver diabete tipo 1 é menor à medida que se incrementa a incorporação da vitamina D. Estudos revelam que 86% das crianças com diabete tipo 1 apresentam insuficiência de vitamina D.

Nos pacientes com artrite reumatoide uma baixa concentração de vitamina D está associada com uma maior atividade da doença. Em um estudo recente a administração de doses elevadas de vitamina D obteve uma redução da atividade da doença em 89% dos pacientes.

Concluem os pesquisadores que a vitamina D modula o sistema imunológico e que níveis baixos de vitamina D elevariam o risco de transtornos autoimunes. Recomendam novos estudos para encontrar respostas a muitos interrogantes que ainda existem, especialmente para compreender se realmente a vitamina D é um fator causante e não uma consequência nas doenças autoimunes.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Vitamin D and autoimmunity: Is there an association? - Sibel Ersoy-Evans - Editorial - June 2010 - Journal of the American Academy of Dermatology Vol. 55, Issue 4, Pages 696-698


Carlos Varaldo



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19/09/2011


Dos publicaciones alertan sobre la importancia de la vitamina D


1 - La importancia de la vitamina D en el seguimiento de todos los pacientes con cirrosis


La deficiencia de vitamina D es una complicación bien documentada en la enfermedad hepática colestática, como la cirrosis biliar primaria. Aunque la incidencia y tratamiento de la deficiencia hayan sido abordados en muchos artículos en las últimas décadas, poco se sabe del estado de la vitamina D en el cirrosis hepático alcohólico.

En un artículo de la pesquisa publicado en el "World Journal of Gastroenterology" los autores describieron el status de la vitamina D en una serie retrospectiva de casos incluyendo 89 pacientes con cirrosis hepático alcohólico, comparados con 34 pacientes con cirrosis biliar primario.

El estudio mostró que la deficiencia de vitamina D es más frecuente y grave en pacientes con cirrosis hepático alcohólico de que en pacientes con cirrosis biliar primario. Además, indicó que el grado de disfunción hepática, en vez de la etiología de la cirrosis, determina el riesgo de deficiencia de vitamina D.

Entre los pacientes con cirrosis alcohólico, 85% tenían niveles de vitamina D abajo de 50 nmol / L y 55% presentaron niveles abajo de 25 nmol / L, en comparación con 60% de los pacientes con cirrosis biliar primario con niveles de vitamina D abajo de 50 nmol / L y 16% de los pacientes con cirrosis biliar primaria con niveles abajo de 25 nmol / L. En ambos los grupos la vitamina D disminuyó con el aumento de la severidad de la enfermedad hepática, según determinado por lo escore de Child-Pugh.

Este estudio enfatiza la importancia del seguimiento de los niveles de vitamina D en todos los pacientes con cirrosis. Sin embargo, más estudios son necesarios para encontrar la forma más favorable de suplementación de vitamina D para estos pacientes.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Vitamin D deficiency in cirrhosis relates to liver dysfunction rather than aetiology - Malham M, SP Jørgensen, P Ott, Agnholt J, H Vilstrup, M Borre, JF Dahlerup. - World J Gastroenterol 2011; 17 (7): 922-925




2 - La importancia de la vitamina D en las enfermedades autoinmunes


Enfermedad autoinmune es aquélla en la cual el propio organismo produce anticuerpos que atacan determinado órgano. Mucho se desconoce aún sobre los factores que actúan en la autoinmunidad, sospechándose que puedan ser factores genéticos o los llamados ambientales. Una de las sospechas, a cada día más acepta, es que la vitamina D desempeña un papel decisivo en las enfermedades autoinmunes.

La vitamina D es importante para la estructura ósea y el calcio en el organismo. Es encontrada en alimentos y para ser absorbida por el organismo el individuo debe quedar expuesto a la luz del sol.

Diversos estudios sugieren que bajos niveles de vitamina D están asociados con la incidencia y gravedad de varios trastornos autoinmunes, como la inflamación intestinal, la esclerosis múltiple, el lupus eritematoso sistémico, la diabetes tipo 1 y la artritis reumatoide. Individuos cirróticos o con fibrosis avanzada también presentan niveles bajos de vitamina D.

Mujeres que utilizan suplementos de vitamina D presentan un riesgo 40% menor de desarrollar esclerosis múltiple. Entre pacientes con esclerosis múltiple los niveles bajos de vitamina D están asociados a un mayor riesgo de recaída y de incapacidad.

El riesgo de desarrollar diabetes tipo 1 es menor a la medida que se incrementa la incorporación de la vitamina D. Estudios revelan que 86% de los niños con diabetes tipo 1 presentan insuficiencia de vitamina D. v En los pacientes con artritis reumatoide una baja concentración de vitamina D está asociada con una mayor actividad de la enfermedad. En un estudio reciente la administración de dosis elevadas de vitamina D obtuvo una reducción de la actividad de la enfermedad en un 89% de los pacientes.

Concluyen los investigadores que la vitamina D modula el sistema inmunológico y que niveles bajos de vitamina D elevarían el riesgo de trastornos autoinmunes. Recomiendan nuevos estudios para encontrar respuestas a muchos interrogantes que aún existen, especialmente para comprender si realmente la vitamina D es un factor de causa y no una consecuencia en las enfermedades autoinmunes.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Vitamin D and autoimmunity: Is there an association? - Sibel Ersoy-Evans - Editorial - June 2010 - Journal of the American Academy of Dermatology Vol. 55, Issue 4, Pages 696-698


Carlos Varaldo



Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 17.9.2011