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23/04/2012
Pontos diversos colocados no EASL sobre os inibidores de proteases
1 - TESTE IL28B
O teste IL28B para estimar a possibilidade de cura no tratamento da hepatite C esta sendo a cada dia mais utilizada pelos médicos, pois auxilia para determinar a estratégia a ser seguida.
Ao realizar o teste nos pacientes nunca antes tratados com interferon se o resultado do IL28B for CC a possibilidade de cura com o tratamento tradicional ou com a utilização dos inibidores de proteases é praticamente a mesma, assim, não e necessária a utilização dos inibidores.
Já nos pacientes que fracassaram ao tratamento com interferon peguilado e ribavirina um resultado CC no teste IL28B não serve para definir qual tratamento realizar, pois a possibilidade de sucesso com o tratamento se for utilizado somente interferon peguilado e ribavirina é somente a metade que se for utilizado um dos inibidores de proteases.
2 - POSSIBILIDADE DE INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO
Analisando os resultados dos tratamentos que estão sendo realizados com telaprevir e boceprevir é possível observar que exceto nos pacientes de resposta nula a um tratamento anterior, a possibilidade de interrupção do tratamento por qualquer motivo é praticamente o mesmo em pacientes nunca antes tratados, nos recidivantes e nos não respondedores.
Em pacientes nunca antes tratados 8% dos que recebem boceprevir interrompem o tratamento. Nos pacientes que utilizam o telaprevir a interrupção acontece em 9%.
Em pacientes recidivantes a um tratamento anterior 1% dos que recebem boceprevir interrompem o tratamento e entre os não respondedores ao tratamento anterior 18% interrompem o tratamento, totalizando nesses dois grupos de pacientes 19% de interrupção. Nos pacientes que utilizam o telaprevir a interrupção acontece em 20%.
Em pacientes considerados nulos de resposta a um tratamento anterior 57% dos que recebem boceprevir interrompem o tratamento. Nos pacientes que utilizam o telaprevir a interrupção acontece em 42%.
É importante esclarecer que não se trata de estudos comparativos, pois possuem numero diferentes de pacientes e não foram realizados com a finalidade de determinar as interrupções. Os dados são relatos de equipes medicas sobre o que acontece na pratica clinica do dia a dia publicados em congressos.
3 - GENÓTIPOS 1a E 1b - RESPOSTA AOS INIBIDORES DE PROTEASES
O genótipo 1a responde aproximadamente 10% a menos que o genótipo 1b nos tratamentos utilizando os inibidores de proteases.
4 - TRATAMENTO DA ANEMIA NA UTILIZAÇÃO DOS INIBIDORES DE PROTEASES
A anemia acomete um grande numero de pacientes em tratamento com os inibidores de proteases. A recomendação para o tratamento da anemia é a utilização de eritropoietina ou a redução da dosagem da ribavirina.
Diferentemente ao tratamento tradicional com interferon peguilado e ribavirina, quando da redução da dosagem da ribavirina prejudica a possibilidade de sucesso com o tratamento, o mesmo não acontece quando o tratamento é realizado com os inibidores de proteases.
Um ensaio clínico realizado com 687 pacientes nunca antes tratados que receberam o inibidor de proteases Boceprevir mostrou que a redução da ribavirina nos pacientes com anemia em tratamento com os inibidores de proteases provoca o mesmo efeito que a eritropoietina e não afeta a possibilidade de cura.
A eritropoietina ou a redução da dosagem da ribavirina foi empregada quando o nível de hemoglobina foi inferior a 10 g/dl para nesses casos conseguir uma rápida recuperação. Caindo o nível de hemoglobina a níveis iguais ou inferiores a 7,5 g/dl se suspendia o tratamento ou era realizada uma transfusão de sangue.
5 - TRATAMENTO DOS CO-INFECTADOS HIV/HCV COM INIBIDORES DE PROTEASES
O Departamento de Saúde dos Estados Unidos autorizou "off-label" (fora do consenso) a utilização dos inibidores de proteases em pacientes com hepatite C co-infectados com HIV, desde que respeitadas as interações dos inibidores com os medicamentos antirretrovirais e com estrito acompanhamento medico.
Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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23/04/2012
Puntos diversos presentados en el EASL sobre los inhibidores de proteasas
1 - PRUEBA IL28B
La prueba IL28B para estimar la posibilidad de cura en el tratamiento de la hepatitis C ésta siendo a cada día más utilizada por los médicos, pues auxilia para determinar la estrategia a ser seguida.
Al realizar la prueba en los pacientes nunca antes tratados con interferón si el resultado del IL28B es CC la posibilidad de cura con el tratamiento tradicional o con la utilización de los inhibidores de proteasas es prácticamente la misma, así, no es necesaria la utilización de los inhibidores.
Ya en los pacientes que fracasaron al tratamiento con interferón pegilado y ribavirina un resultado CC en la prueba IL28B no sirve para definir cual tratamiento realizar, pues la posibilidad de suceso con o tratamiento si es utilizado solamente interferón pegilado y ribavirina es solamente la mitad que si es utilizado uno de los inhibidores de proteasas.
2 - POSIBILIDAD DE INTERRUPCIÓN DEL TRATAMIENTO
Analizando los resultados de los tratamientos que están siendo realizados con Telaprevir y Boceprevir es posible observar que excepto en los pacientes de respuesta nula a un tratamiento anterior, la posibilidad de interrupción del tratamiento por cualquier motivo es prácticamente el mismo en pacientes nunca antes tratados, en los recidivantes y en los no respondedores.
En pacientes nunca antes tratados 8% de los que reciben Boceprevir interrumpen el tratamiento. En los pacientes que utilizan el Telaprevir la interrupción acontece en un 9%.
En pacientes recidivantes a un tratamiento anterior 1% de los que reciben Boceprevir interrumpen el tratamiento y entre los no respondedores al tratamiento anterior 18% interrumpen el tratamiento, totalizando en ésos dos grupos de pacientes 19% de interrupción. En los pacientes que utilizan el Telaprevir la interrupción acontece en un 20%.
En pacientes considerados nulos de respuesta a un tratamiento anterior 57% de los que reciben Boceprevir interrumpen el tratamiento. En los pacientes que utilizan el Telaprevir la interrupción acontece en un 42%.
Es importante aclarar que no se trata de estudios comparativos, pues poseen número diferentes de pacientes y no fueron realizados con la finalidad de determinar las interrupciones. Los datos son relatos de equipes medicas sobre lo qué pasa en la practica clínica del día a día publicados en congresos.
3 - GENOTIPOS 1a Y 1b - RESPUESTA A LOS INHIBIDORES DE PROTEASAS
El genotipo 1a responde aproximadamente 10% a menos que el genotipo 1b en los tratamientos utilizando los inhibidores de proteasas.
4 - TRATAMIENTO DE LA ANEMIA EN LA UTILIZACIÓN DE LOS INHIBIDORES DE PROTEASAS
La anemia acomete un grande número de pacientes en tratamiento con los inhibidores de proteasas. La recomendación para el tratamiento de la anemia es la utilización de eritropoyetina o la reducción de la dosis de la ribavirina.
Diferentemente al tratamiento tradicional con interferón pegilado y ribavirina, cuando de la reducción de la dosis de la ribavirina perjudica la posibilidad de suceso con el tratamiento, lo mismo no acontece cuando el tratamiento es realizado con los inhibidores de proteasas.
Un ensayo clínico realizado con 687 pacientes nunca antes tratados que recibieron o inhibidor de proteasas Boceprevir mostró que la reducción de la ribavirina en los pacientes con anemia en tratamiento con los inhibidores de proteasas provoca el mismo efecto que la eritropoyetina y no afecta la posibilidad de cura.
La eritropoyetina o la reducción de la dosis de la ribavirina fue utilizada cuando el nivel de hemoglobina fue inferior a 10 g/dl para en esos casos lograr una rápida recuperación. Cayendo el nivel de hemoglobina a niveles iguales o inferiores a 7,5 g/dl se suspendía el tratamiento o era realizada una transfusión de sangre.
5 - TRATAMIENTO DE LOS CO-INFECTADOS HIV/HCV CON INHIBIDORES DE PROTEASAS
El Departamento de Salud de Estados Unidos autorizó "off-label" (fuera del consenso) la utilización de los inhibidores de proteasas en pacientes con hepatitis C co-infectados con HIV, desde que respetadas las interacciones de los inhibidores con los medicamentos antirretrovirales y con estricto acompañamiento medico.
Carlos Varaldo
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