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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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26/09/2011


Retratamento dos não respondedores ao tratamento realizado com interferon peguilado e ribavirina utilizando os inibidores de proteases


Para os pacientes que já realizaram o tratamento com interferon peguilado e ribavirina a opção de realizar um retratamento com interferon peguilado e ribavirina não apresenta bons resultados. A possibilidade de sucesso fica entre 4 a 50% dos que tentarem o retratamento durante um período de 72 semanas.

A experiência de milhares de retratamentos realizados no mundo mostra que se o paciente for não respondedor ao tratamento anterior, isto é se encontrava positivo ao final do tratamento, a possibilidade de cura será entre 4 e 14%. Já se o paciente respondeu ao tratamento finalizando negativo e nos seis meses seguintes do final do tratamento o vírus recidivou (voltou a estar presente ao realizar a carga viral) a possibilidade de sucesso será superior aos 24%. Nos pacientes que na semana 12 do tratamento anterior tiveram que interromper o tratamento por não conseguir sequer baixar 2 log da carga viral (são os considerados nulos de resposta) não apresentam nenhuma possibilidade de sucesso com um retratamento utilizando interferon peguilado e ribavirina.

É um desafio para os médicos poder determinar o porquê do fracasso de um tratamento para com tal informação poder desenhar uma estratégia de retratamento. Os motivos pelos quais o tratamento fracassou podem ser os mais variados, mas o mais difícil de conhecer é a adesão que o paciente teve em relação às doses e horários de administração de medicamentos e, também a forma como eles foram armazenados e aplicados.

O Victrelis (Boceprevir) ao ser utilizado junto com o interferon peguilado e ribavirina no retratamento de recidivantes (recidivantes são aqueles que chegam ao final das 48 semanas de tratamento com interferon peguilado e ribavirina estando indetectaveis, mas nos seis meses após o final do tratamento a carga viral volta a estar detectável) apresentou uma taxa de cura dos pacientes entre 69% e 75%, contra 29% dos que foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina.

O Victrelis (Boceprevir) ao ser utilizado junto com o interferon peguilado e ribavirina no retratamento de respondedores parciais (respondedores parciais são aqueles que na semana 12 do tratamento com interferon peguilado e ribavirina conseguiram na semana 12 ter uma baixa na carga viral superior a 2 log, mas que na semana 24 permanecem detectáveis (positivos) na carga viral) apresentou uma taxa de cura dos pacientes entre 40% e 52%, contra 7% dos que foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina.

Pacientes em retratamento com Victrelis (Boceprevir) que na semana 8 do retratamento se encontram indetectaveis na carga viral possuem possibilidade de cura de 86% com somente 32 semanas de retratamento ou de 88% se o retratamento for feito em 48 semanas.

O Incivek (o Telaprevir é comercializado com o nome de "INCIVO" em alguns países) ao ser utilizado junto com o interferon peguilado e ribavirina no retratamento de recidivantes (recidivantes são aqueles que chegam ao final das 48 semanas de tratamento com interferon peguilado e ribavirina estando indetectaveis, mas nos seis meses após o final do tratamento a carga viral volta a estar detectável) apresentou uma taxa de cura dos pacientes entre 83% e 88%, contra 24% dos que foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina.

O Incivek (o Telaprevir é comercializado com o nome de "INCIVO" em alguns países) ao ser utilizado junto com o interferon peguilado e ribavirina no retratamento de respondedores parciais (respondedores parciais são aqueles que na semana 12 do tratamento com interferon peguilado e ribavirina conseguiram na semana 12 ter uma baixa na carga viral superior a 2 log, mas que na semana 24 permanecem detectáveis (positivos) na carga viral) apresentou uma taxa de cura dos pacientes entre 54% e 59%, contra 5% dos que foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina.

O Incivek (o Telaprevir é comercializado com o nome de "INCIVO" em alguns países) ao ser utilizado junto com o interferon peguilado e ribavirina no retratamento de respondedores nulos (respondedores nulos aqueles que na semana 12 do tratamento com interferon peguilado e ribavirina não conseguiram ter uma baixa na carga viral de pelo menos 2 log) apresentou uma taxa de cura dos pacientes entre 29% e 33%, contra 5% dos que foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina.

ATENÇÃO: Não é possível se comparar os resultados dos dois medicamentos devido a que cada fabricante seleccionou grupos diferentes de pacientes, fato que pode ser comprovado pela disparidade dos grupos controle, os quais foram tratados somente com interferon peguilado e ribavirina, mas apresentam resultados totalmente diferentes. Somente após 1 ou 2 anos de utilização na população em geral é que poderá se conhecer se um inibidor de proteases é superior ao outro. Por enquanto tudo é pura especulação de marketing.

Os dados aqui colocados são os obtidos nos ensaios clínicos publicados na literatura científica e apresentados aos órgãos reguladores para conseguir a aprovação. Ainda não existem dados resultantes da pratica clínica no dia a dia.

Carlos Varaldo



Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica. É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte como retiradas de WWW.HEPATO.COM


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26/09/2011


Retratamiento de los no respondedores al tratamiento realizado con interferón pegilado y ribavirina utilizando los inhibidores de proteasas


Para los pacientes que ya realizaron el tratamiento con interferón pegilado y ribavirina la opción de realizar un retratamiento con interferón pegilado y ribavirina no presenta buenos resultados. La posibilidad de suceso se queda entre 4 a 50% de los que intenten el retratamiento durante un período de 72 semanas.

La experiencia de millares de retratamientos realizados en el mundo muestra que si el paciente es no respondedor al tratamiento anterior, esto es se encontraba positivo al final del tratamiento, la posibilidad de cura será entre 4 y 14%. Ya si el paciente respondió al tratamiento finalizando negativo y en los seis meses siguientes del final del tratamiento el virus recidivo (volvió a estar presente al realizar la carga viral) la posibilidad de suceso será superior a los 24%. En los pacientes que en la semana 12 del tratamiento anterior tuvieron que interrumpir el tratamiento por no lograr siquiera bajar 2 Log de la carga viral (son los considerados nulos de respuesta) no presentan ninguna posibilidad de suceso con un retratamiento utilizando interferón pegilado y ribavirina.

Es un desafío para los médicos poder determinar el porqué del fracaso de un tratamiento para con tal información poder diseñar una estrategia de retratamiento. Los motivos por los cuales el tratamiento fracasó pueden ser los más variados, pero lo más difícil de conocer es la adhesión que el paciente tuvo con relación a las dosis y horarios de administración de medicamentos y, también la forma como ellos fueron almacenados y aplicados.

El Victrelis (Boceprevir) al ser utilizado juntamente con el interferón pegilado y ribavirina en el retratamiento de recidivantes (recidivantes son aquéllos que llegan al final de las 48 semanas de tratamiento con interferón pegilado y ribavirina estando indetectables, pero en los seis meses después del final del tratamiento la carga viral vuelve a estar detectable) presentó una tasa de cura de los pacientes entre 69% y 75%, contra 29% de los que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina.

El Victrelis (Boceprevir) al ser utilizado juntamente con el interferón pegilado y ribavirina en el retratamiento de respondedores parciales (respondedores parciales son aquéllos que en la semana 12 del tratamiento con interferón pegilado y ribavirina lograron en la semana 12 tener una baja en la carga viral superior a 2 Log, pero que en la semana 24 permanecen detectables (positivos) en la carga viral) presentó una tasa de cura de los pacientes entre 40% y 52%, contra 7% de los que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina.

Pacientes en retratamiento con Victrelis (Boceprevir) que en la semana 8 del retratamiento se encuentran indetectables en la carga viral poseen posibilidad de cura del 86% con solamente 32 semanas de retratamiento o del 88% si el retratamiento es hecho en 48 semanas.

El Incivek (el Telaprevir es comercializado con el nombre de "INCIVO" en algunos países) al ser utilizado juntamente con el interferón pegilado y ribavirina en el retratamiento de recidivantes (recidivantes son aquéllos que llegan al final de las 48 semanas de tratamiento con interferón pegilado y ribavirina estando indetectables, pero en los seis meses después del final del tratamiento la carga viral vuelve a estar detectable) presentó una tasa de cura de los pacientes entre 83% y 88%, contra 24% de los que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina.

El Incivek (el Telaprevir es comercializado con el nombre de "INCIVO" en algunos países) al ser utilizado juntamente con el interferón pegilado y ribavirina en el retratamiento de respondedores parciales (respondedores parciales son aquéllos que en la semana 12 del tratamiento con interferón pegilado y ribavirina lograron en la semana 12 tener una baja en la carga viral superior a 2 Log, pero que en la semana 24 permanecen detectables (positivos) en la carga viral) presentó una tasa de cura de los pacientes entre 54% y 59%, contra 5% de los que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina.

El Incivek (el Telaprevir es comercializado con el nombre de "INCIVO" en algunos países) al ser utilizado juntamente con el interferón pegilado y ribavirina en el retratamiento de respondedores nulos (respondedores nulos aquéllos que en la semana 12 del tratamiento con interferón pegilado y ribavirina no lograron tener una baja en la carga vírica de por lo menos 2 Log) presentó una tasa de cura de los pacientes entre 29% y 33%, contra 5% de los que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina.

ATENCIÓN: No es posible se comparar los resultados de los dos medicamentos debido a que cada fabricante seleccionó grupos diferentes de pacientes, hecho que puede ser comprobado por la disparidad de los grupos control, que fueron tratados solamente con interferón pegilado y ribavirina, pero presentan resultados totalmente diferentes. Solamente después de 1 ó 2 años de utilización en la población en general es que podrá se conocer si un inhibidor de proteasas es superior al otro. Por el momento todo es pura especulación de marketing.

Los datos aquí colocados son los logrados en los ensayos clínicos publicados en la literatura científica y presentados a los órganos reguladores para conseguir la aprobación. Aún no existen datos resultantes de la práctica clínica en el día a día.

Carlos Varaldo



Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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Last updated 24.9.2011