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10/10/2011


Reações e expectativas de tratamento nos países onde os inibidores de proteases já estão sendo utilizados


Após três meses do lançamento comercial em Canadá do Incivek (telaprevir) e Victrelis (boceprevir), uma segunda pesquisa realizada pela consultoria Bio Trends no Canadá com 80 médicos gastroenterologistas, hepatologistas e infectologistas indica as tendências e o interesse pelos novos medicamentos para tratamento da hepatite C.

Os pesquisadores realizaram entrevistas qualitativas para determinar suas percepções atuais, a experiencia precoce e as expectativas futuras com os inibidores de proteases já existentes no mercado canadense. Também foi pesquisada a opinião dos pacientes, como a satisfação com os medicamentos, a influencia do pacientes para que o médico indique tal ou qual medicamento, os problemas enfrentados para aceder ao tratamento e a promoção realizada pelas empresas farmacêuticas.

A expectativa de médicos e pacientes nos meses que antecederam o lançamento comercial dos inibidores de proteases contribuiu para aumentar o nível de conhecimento e a familiaridade com os medicamentos. Na primeira pesquisa, realizada no mês do lançamento comercial, a metade dos médicos estava disposta a prescrever os medicamentos a seus pacientes. Passados 90 dias está segunda pesquisa encontra que dois terços dos médicos já se sentem em condições de indicar o tratamento.

A maioria dos médicos entrevistados relata que está prescrevendo as duas marcas, o que pode sugerir uma espécie de teste para ganhar experiencia, mas passados três meses de comercialização começam a se desenhar preferencias conforme a especialidade médica.

A maioria dos médicos relata ter recebido a visita de representantes das empresas farmacêuticas e recebido importantes informações sobre a forma de utilização e as indicações terapêuticas. Ao falar dos concorrentes não recebem mensagens negativas, simplesmente são informados dos efeitos colaterais e adversos do medicamento concorrente.

Os médicos informam que será alto o número de pacientes que poderão ser indicados para receber os inibidores de proteases, sejam para receber o primeiro tratamento e fundamentalmente para os que necessitam de um retratamento por terem fracassado a um tratamento anterior com interferon peguilado.

Chamou a atenção o fato que aproximadamente um terço dos médicos entrevistados consideram que os dois novos medicamentos também podem ser receitados para os portadores dos genótipos 2 e 3, ignorando que somente são indicados para o genótipo 1.

MEU COMENTÁRIO:

Interessante pesquisa de opinião mostrando que a maioria dos médicos está ganhando experiencia rapidamente com os novos medicamentos aumentando rapidamente o número dos que estão indicando seu uso. Por outro lado ainda e inquietante que um terço dos médicos do Canadá ainda desconhece que os inibidores de proteases lançados, somente são eficazes no genótipo 1, não sendo de qualquer utilidade no tratamento dos genótipos 2 e 3.

Carlos Varaldo



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10/10/2011


Reacciones y expectativas de tratamiento en los países donde los inhibidores de proteasas ya están siendo utilizados


Después de tres meses del lanzamiento comercial en Canadá do Incivek (Telaprevir) y Victrelis (Boceprevir), una segunda encuesta realizada por la consultoría Bio Trends en Canadá con 80 médicos gastroenterólogos, hepatólogos e infectólogos indica las tendencias y el interés por los nuevos medicamentos para tratamiento de la hepatitis C.

Los encuestadores realizaron entrevistas cualitativas para determinar sus percepciones actuales, la experiencia precoz y las expectativas futuras con los inhibidores de proteasas ya existentes en el mercado canadiense. También fue pesquisada la opinión de los pacientes, como la satisfacción con los medicamentos, la influencia de los pacientes para que el médico indique tal o cual medicamento, los problemas enfrentados para acceder al tratamiento y la promoción realizada por las empresas farmacéuticas.

La expectativa de médicos y pacientes en los meses que antecedieron el lanzamiento comercial de los inhibidores de proteasas contribuyó para aumentar el nivel de conocimiento y la familiaridad con los medicamentos. En la primera encuesta, realizada en el mes del lanzamiento comercial, la mitad de los médicos estaba dispuesta a prescribir los medicamentos a sus pacientes. Pasados 90 días está segunda encuesta encuentra que dos tercios de los médicos ya se sienten en condiciones de indicar el tratamiento.

La mayoría de los médicos entrevistados relata que está prescribiendo las dos marcas, lo que puede sugerir una especie de test para ganar experiencia, pero pasados tres meses de comercialización comienzan a se diseñar preferencias conforme la especialidad médica.

La mayoría de los médicos relata haber recibido la visita de representantes de las empresas farmacéuticas y recibido importantes informaciones sobre la forma de utilización y las indicaciones terapéuticas. Al hablar de los concurrentes no reciben mensajes negativos, simplemente son informados de los efectos secundarios y adversos del medicamento competidor.

Los médicos informan que será alto el número de pacientes que podrán ser indicados para recibir los inhibidores de proteasas, sean para recibir el primer tratamiento y fundamentalmente para los que necesitan un retratamiento por haber fracasado a un tratamiento anterior con interferón pegilado.

Llamó la atención el hecho que aproximadamente un tercio de los médicos entrevistados consideran que los dos nuevos medicamentos también pueden ser recetados para los portadores de los genotipos 2 y 3, ignorando que solamente son indicados para el genotipo 1.

MI COMENTARIO:

Interesante encuesta de opinión mostrando que la mayoría de los médicos está ganando experiencia rápidamente con los nuevos medicamentos aumentando rápidamente el número de los que están indicando su uso. Por otro lado aún e inquietante que un tercio de los médicos de Canadá aún desconoce que los inhibidores de proteasas lanzados, solamente son eficaces en el genotipo 1, no siendo de cualquier utilidad en el tratamiento de los genotipos 2 y 3.

Carlos Varaldo



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Last updated 7.10.2011