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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
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25/04/2011
A vacina da hepatite B aplicada no nascimento da criança continua efetiva por 20 anos
É comprovado que a vacinação contra a hepatite B imediatamente após o parto, conjuntamente com a aplicação de imunoglobulina, impede a transmissão vertical quando a mãe é portadora da hepatite B.
Um estudo realizado na Tailândia coloca uma luz no debate que existe para se saber se a vacinação contra a hepatite B das crianças ao nascer é suficiente para proteger contra a infecção quando expostos a infecção na vida adulta.
Foram estudadas 222 crianças tailandesas filhos de mães infectadas com hepatite B (HBsAg ?/+ e HBeAg ?/+) que ao nascer foram vacinadas no primeiro dia de vida, recebendo novas doses da vacina aos 30, 60 e 360 dias após o nascimento. Um subgrupo de 100 crianças recebeu uma nova dose de reforço ao completar cinco anos de idade.
Ao completar 20 anos cada indivíduo realizou exames para anticorpos anti-HBs e marcadores sorológicos de hepatite B (anti-HBc, HBsAg, e em casos selecionados de HBeAg, anti-HBe, HBV/DNA). Durante os 20 anos de seguimento nenhum indivíduo adquiriu uma nova infecção crônica pela hepatite B ou desenvolveu doença clínica causada pela hepatite B.
Durante a primeira década de vida das crianças é possível a progressão subclínica da infecção pela hepatite B (soro conversão anti-HBc), mas somente foi observada em 6 das 49 (12,2%) crianças nascidas de mães HbsAg+ e HBeAg+. Na segunda década de vida a progressão foi observada em todos os grupos, acontecendo em 18 de 140 (12,8%) dos adolescentes.
Aumento na concentração do anti-HBs, não relacionada à vacina da hepatite B ou uma nova infecção foi detectada em aproximadamente 10% das crianças em cada uma das décadas analisadas.
Concluem os autores que a vacinação das crianças no nascimento com a vacina recombinante contra a hepatite B confere proteção a longo prazo contra a possível progressão da doença clínica ou a probabilidade de uma nova infecção.
Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
- Evidence of protection against clinical and chronic hepatitis B infection 20? years after infant vaccination in a high endemicity region - Poovorawan, Y.1; Chongsrisawat, V; Theamboonlers, A.; Leroux-Roels, G.; Kuriyakose, S.; Leyssen, M.; Jacquet, J.-M. - Journal of Viral Hepatitis, Volume 18, Number 5, May 2011 , pp. 369-375(7)
- http://www.clinicaltrials.gov NCT00240500 and NCT00456625
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.
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pessoas estarão morrendo por culpa das hepatites B ou C no mundo!
personas estarán muriendo por culpa de las hepatitis B o C en el mundo!
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A Organização Mundial da Saúde estima que 1,5 milhão de pessoas morrem a cada ano por culpa das hepatites B ou C. Uma morte a cada 20 segundos!
La Organización Mundial de la Salud estima que 1,5 millón de personas mueren a cada año por culpa de las hepatitis B o C. ¡Una muerte a cada 20 segundos!
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GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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25/04/2011
La vacuna de la hepatitis B aplicada en el nacimiento del niño continúa efectiva por 20 años
Es comprobado que la vacunación contra la hepatitis B inmediatamente después del parto, conjuntamente con la aplicación de inmunoglobulina, impide la transmisión vertical cuando la madre es portadora de la hepatitis B.
Un estudio realizado en la Tailandia coloca una luz en el debate que existe para saberse si la vacunación contra la hepatitis B de los niños al nacer es suficiente para proteger contra la infección cuando expuestos a la infección en la vida adulta.
Fueron estudiados 222 niños tailandeses hijos de madres infectadas con hepatitis B (HBsAg -/+ y HBeAg -/+) que al nacer fueron vacunadas en el primer día de vida, recibiendo nuevas dosis de la vacuna a los 30, 60 y 360 días después del nacimiento. Un subgrupo de 100 niños recibió una nueva dosis de refuerzo al completar cinco años de edad.
Al completar 20 años cada individuo realizó pruebas para anticuerpos anti-HBs y marcadores serológicos de hepatitis B (anti-HBc, HBsAg, y en casos seleccionados de HBeAg, anti-HBe, HBV/DNA). Durante los 20 años de seguimiento ningún individuo adquirió una nueva infección crónica por la hepatitis B o desarrolló enfermedad clínica causada por la hepatitis B.
Durante la primera década de vida de los niños es posible la progresión subclínica de la infección por la hepatitis B (suero conversión anti-HBc), pero solamente fue observada en 6 de los 49 (12,2%) niños nacidos de madres HbsAg+ y HBeAg+. En la segunda década de vida la progresión fue observada en todos los grupos, aconteciendo en 18 de 140 (12,8%) de los adolescentes.
Aumento en la concentración del anti-HBs, no relacionada a la vacuna de la hepatitis B o una nueva infección fue detectada en aproximadamente 10% de los niños en cada una de las décadas analizadas.
Concluyen los autores que la vacunación de los niños en el nacimiento con la vacuna recombinante contra la hepatitis B confiere protección a largo plazo contra la posible progresión de la enfermedad clínica o la probabilidad de una nueva infección.
Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
- Evidence of protection against clinical and chronic hepatitis B infection 20? years after infant vaccination in a high endemicity region - Poovorawan, Y.1; Chongsrisawat, V; Theamboonlers, A.; Leroux-Roels, G.; Kuriyakose, S.; Leyssen, M.; Jacquet, J.-M. - Journal of Viral Hepatitis, Volume 18, Number 5, May 2011 , pp. 369-375(7)
- http://www.clinicaltrials.gov NCT00240500 and NCT00456625
Carlos Varaldo
Carlos Varaldo Grupo Optimismo. Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.
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