GRUPO OTIMISMO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
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08/08/2005
Vacinação na hepatite B
Concentrações de anticorpos e proteção depois da vacinação contra a hepatite B: resultados depois de 15 anos de seguimento
A hepatite pelo vírus B (HVB) constitui um problema de saúde em todo mundo. Calcula-se que um terço da população mundial se encontra infectada (de forma sintomática ou não), e 400 milhões de indivíduos são portadores crônicos da mesma e podem contagiar a outros. Na maioria dos países desenvolvidos se implementou a vacinação nos grupos considerados de risco e a vacinação universal nas crianças ao nascer, dado que a vacina é eficaz para reduzir os casos de hepatite B e as conseqüências da doença (hepatite crônica, cirrose e hepatocarcinoma). Embora a vacina é eficaz em 95% dos indivíduos, não se conhecia exatamente a duração dos anticorpos além dos 10 anos, nem se era necessário administrar uma dose de reforço após este período.
Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos seguiu a 1578 indivíduos vacinados no Alaska que receberam três dose da vacina contra a hepatite B entre os anos 1981 e 1982. Foi realizada uma verificação serológica com o fim de estudar se aos 15 anos da vacinação seguiam apresentando anticorpos protetores. Os pesquisadores comprovaram que desde a epoca da vacinação, a quantidade de anticorpos frente ao HVB vai diminuindo, mas o fato de ser homem, de ter uma maior idade no momento da vacinação (mas de 4 anos) e de ter desenvolvido muitos anticorpos logo após a vacinação pode se associar a uma possibilidade maior de continuar com niveis elevados de anticorpos 15 anos após a vacinação. Pelo contrário, as crianças que tinham sido vacinadas entre os seis meses e os quatro anos de idade tinham uma concentração de anticorpos mais baixa.
Não existe consenso ainda sobre se e necessária a aplicação de uma dose de reforço quando se produz uma redução nas concentrações de anticorpos. Alguns pesquisadores acreditam que é possível que inclusive com niveis baixos, o indivíduo seja capaz de defender-se em caso de um contato com a hepatite B, por isso não seria preciso tornar a vacinar as crianças que receberam a vacina na infância. Entretanto, os autores da investigação consideram que devem se realizar outros estudos, de maior duração para responder a esta pergunta.
Fonte:
McMahon, B.J. - Ann Intern Med 2005; 142(6): 333-341
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08/08/2005
Vacunación en la hepatitis B
Concentraciones de anticuerpos y protección tras la vacunación contra la hepatitis B: resultados después de 15 años de seguimiento
La hepatitis por el virus B (VHB) constituye un problema de salud en todo el mundo. Se calcula que un tercio de la población mundial ha padecido la enfermedad (de forma sintomática o no), y 400 millones de individuos son portadores crónicos de la misma y pueden contagiar a otros. En la mayoría de los países desarrollados se ha implementado la vacunación en los grupos considerados de riesgo y la vacunación universal en los niños al nacer, dado que la vacuna es eficaz para reducir los casos de hepatitis B y las consecuencias de la enfermedad (hepatitis crónica, cirrosis y hepatocarcinoma). Aunque la vacuna es eficaz en el 95% de los individuos, no se conocía exactamente la duración de los anticuerpos más allá de los 10 años, ni si era necesario administrar una dosis de refuerzo tras ese período.
Un grupo de investigadores estadounidenses ha seguido a 1578 individuos vacunados en Alaska que recibieron tres dosis de la vacuna contra la hepatitis B entre los años 1981 y 1982. Se les realizó un chequeo serológico con el fin de estudiar si a los 15 años de la vacunación seguían presentando anticuerpos protectores. Los investigadores comprobaron que desde la vacunación, la cantidad de anticuerpos frente al VHB va disminuyendo, pero el hecho de ser varón, de tener más edad en el momento de la vacunación (mas de 4 años) y de haber desarrollado muchos anticuerpos al inicio se asocia a una posibilidad mayor de seguir con cifras elevadas de anticuerpos a los 15 años. Por el contrario, los niños que habían sido vacunados entre los seis meses y los cuatro años tenían una concentración de anticuerpos más baja.
No existe consenso aún sobre si es necesaria la administración de una dosis de refuerzo cuando se produce una reducción en las concentraciones de anticuerpos. Algunos expertos creen que es posible que incluso con cifras bajas, el individuo sea capaz de defenderse en caso de un contacto con la hepatitis B, por lo que no sería preciso volver a vacunar a los niños a los que se administró la vacuna en la infancia. Sin embargo, los autores de la investigación consideran que deben realizarse estudios de mayor duración para responder a esta pregunta.
Fuente:
McMahon, B.J. - Ann Intern Med 2005; 142(6): 333-341