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GRUPO OTIMISMO DE APOIO AO PORTADOR DE HEPATITE
ONG - Registro n°.: 176.655 - RCPJ-RJ - CNPJ: 06.294.240/0001-22
Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel.: (21) 9973.6832
e-mail: hepato@hepato.com Internet: www.hepato.com

28/05/2007


O sucesso da vacina para prevenir a hepatite A


Faz dois anos aproximadamente a Argentina introduziu no calendário oficial a vacinação para prevenir a hepatite A nas crianças ao completar 1 ano de idade e já conseguiu reduzir a zero os transplantes por esta doença. Os casos de hepatite A passaram de 50.000 a 8.000 desde 2005.

O uso maciço desta vacina na Argentina demonstrou um resultado que não é menor. Reverteu a tendência de impacto desta doença, que pode chegar a ser mortal ou exigir ao afetado a necessidade de um transplante de fígado quando na forma fulminante.

A pior época aconteceu entre os anos de 2000 e o 2004 quando os casos chegaram a 150.000 e não se conseguia baixar a subida no número de casos. Ante a alarmante situação, em 2005 o governo decidiu incorporar a vacina específica contra esta infecção no calendário oficial de vacinação para reduzir os casos e os transplantes hepáticos.

O contágio da hepatite A é de pessoa a pessoa ou através de água ou alimentos que estejam contaminados. Suas principais vítimas são as crianças em idade escolar, que na Argentina chegam a 40% dos casos, seguidos pelos adolescentes e os adultos jovens. A vacina e aplicada a todos nas crianças ao completar um ano de idade.

"Em 2006 se notificaram somente 8.000 casos de hepatite A em todo o país, contra os mais de 150.000 casos registrados em 2004", declarou num jornal de Buenos Aires o doutor Eduardo López, médico infectologista chefe do Departamento de Medicina do Hospital Infantil Ricardo Gutiérrez.


TRANSPLANTES POR HEPATITE A FULMINANTE

Segundo o serviço da Infectología do Hospital Garrahan, até 2004 se produziam aproximadamente 20 transplantes de fígado no país por culpa da hepatite A fulminante, mas desde metade de 2006 não foi registrado nenhum caso argentino nos quatro principais centros de transplante do país.


MEU COMENTÁRIO:

O Custo da vacina e de aproximadamente sete dólares. Com somente sete dólares por criança nascida a hepatite A pode ser eliminada do mapa. No Brasil seriam gastos vinte e um milhões de dólares por ano para acabar com a hepatite A em poucos anos. É barato e rápido, dependendo somente de vontade política.

Carlos Varaldo
Grupo Otimismo






GRUPO OPTIMISMO DE AYUDA AL PORTADOR DE HEPATITIS
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28/05/2007


El suceso de la vacuna para hepatitis A


Hace dos años aproximadamente Argentina introdujo en el calendario oficial la vacunación para prevenir la hepatitis A a los niños al completar 1 año de edad y ya logró reducir a cero los trasplantes por esta enfermedad. Los casos de hepatitis A pasaron de 50.000 a 8.000 desde 2005.

El uso masivo de esta vacuna en la Argentina ha demostrado un resultado que no es menor. Revertió la tendencia de impacto de esta enfermedad, que puede llegar a ser mortal o exigir al afectado la necesidad de un trasplante de hígado cuando se presenta de forma fulminante.

La peor época se atravesó entre el 2000 y el 2004 cuando los casos llegaron a 150.000 y no había manera de bajar el ascenso. Ante la alarmante situación, en 2005 el Gobierno decidió incorporar la vacuna específica contra esta infección tan grave en el calendario oficial para reducir los casos y los transplantes hepáticos.

El contagio de la hepatitis A es de persona a persona o a través de agua o alimentos que estén contaminados por la enfermedad. Y sus principales víctimas son los niños en edad escolar, que llegan a sumar el 40% de los casos, seguidos por los adolescentes y los adultos jóvenes. La vacuna se da a todos los niños que hayan cumplido un año.

"En 2006 se notificaron sólo 8.000 casos de hepatitis A en todo el país, contra los más de 150.000 casos registrados en 2004 ", explicó a un matutino porteño el doctor Eduardo López, médico infectólogo a cargo del Departamento de Medicina del Hospital de Niños Ricardo Gutiérrez.


TRASPLANTES POR HEPATITIS A FULMINANTE

Según el servicio de la Insectología del Hospital Garrahan, hasta 2004 se producían aproximadamente 20 trasplantes de hígado en el país por culpa de la Hepatitis A fulminante, pero desde mitad de 2006 no fue registrado ningún caso argentino en los cuatro principales centros de trasplante del país.

Carlos Varaldo
Grupo Optimismo







Last updated 26.5.2007