[:pb]Comprovam que o vírus da hepatite C não se transmitiria por via sexual[:es]Comprueban que el virus de la hepatitis C no se transmitiría por vía sexual[:]

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[:pb]Um estudo canadense realizado entre homens que mantêm relações homossexuais não demonstrou nenhum caso de transmissão sexual do vírus da hepatite C, pelo que, de existir este mecanismo de contágio, considera-se extraordinariamente raro.

A literatura medica cita alguns casos esporádicos de transmissão sexual da hepatite C, mas todos os estudos epidemiológicos realizados fracassaram na hora de demonstrar que dito vírus possa ser transmitido por relações sexuais.

Alguns pesquisadores afirmam que os estudos realizados não incorporavam um número suficientemente grande de pacientes, pelo que as conclusões não podiam ser definitivas. O estudo “Omega”, realizado em Montreal entre homens homossexuais, incluiu 1.085 participantes aos que se fez uma sorologia de hepatite C e foram entrevistados sobre os hábitos sexuais, além de valorar-se outros possíveis modos de contágio. Os resultados foram publicados na revista “American Journal of Public Health”. Foram encontrados 32 casos de hepatite C, o que mostrou uma incidência de 2,9% no grupo dos indivíduos participantes do estudo. 31 destes pacientes já estavam infectados no inicio da pesquisa e somente uma nova infecção aconteceu durante a realização do estudo.

Os fatores que se associaram a maior risco de ter hepatite C foram o consumo de droga injetável, sobre tudo quando o consumo era ativo no momento do estudo, e o de ter compartilhado seringas. Dos 85 participantes que consumiam drogas, 32,9% tinham o vírus da hepatite C, comparados com apenas três dos não consumidores (0,3%).

Todos os participantes responderam uma pesquisa em que se lhes perguntava quantos parceiros regulares tinham, se praticavam sexo anal e se usavam preservativo, assim como suas práticas sexuais esporádicas. Mais de 50% dos participantes tinha relações sem o uso de camisinha e 40% confessaram ter tido mais de 50 parceiros esporádicos.

Entretanto, nenhum destes fatores de risco se associou a maior possibilidade de infecção pelo vírus da hepatite C.

Fonte:
March 2005, Vol 95, No. 3 | American Journal of Public Health 502-505
Michel Alary, MD, PhD, Jean R. Joly, MD, FRCPC, MSPH, MBA, Jean Vincelette, MD, MSc, FRCPC, René Lavoie, BA, Bruno Turmel, MD and Robert S. Remis, MD, MPH, FRCPC

Carlos Varaldo
www.hepato.com
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O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]Un estudio canadiense realizado entre varones que mantienen relaciones homosexuales no ha demostrado ningún caso de transmisión sexual del virus de la hepatitis C por lo que, de existir este mecanismo de contagio, se considera extraordinariamente raro.

Se han comunicado algunos casos esporádicos de transmisión sexual de la hepatitis C, pero todos los estudios epidemiológicos realizados han fracasado a la hora de demostrar que dicho virus pueda ser transmitido por relaciones sexuales.

Algunos expertos afirman que los trabajos no incorporaban un número suficientemente grande de pacientes, por lo que las conclusiones no podían ser definitivas. El estudio “Omega”, realizado en Montreal entre varones homosexuales, incluía 1.085 participantes a los que se hizo una serología de hepatitis C y una encuesta sobre hábitos sexuales, además de valorarse otros posibles modos de contagio. Los resultados fueron publicados en la revista “American Journal of Public Health”. Se confirmaron 32 casos de hepatitis C, lo que supuso un 2,9 por ciento de los individuos estudiados. Treinta y uno de los pacientes estaban infectados ya cuando se realizó la serología y uno se contagió durante el estudio.

Los factores que se asociaron a mayor riesgo de tener la hepatitis fueron el consumo de drogas por vía parenteral, sobre todo cuando el consumo era activo en el momento del estudio, y haber compartido jeringas. De los 85 participantes que consumían drogas, un 32,9 por ciento tenían un virus C, comparados con sólo tres de los no consumidores (un 0,3 por ciento).

Todos los participantes contestaron una encuesta en la que se les preguntaba cuántas parejas regulares tenían, si tenían relaciones anales y si usaban preservativo, así como sus prácticas sexuales esporádicas. Más del 50 por ciento de los participantes tenía relaciones sin protección y un 40 por ciento confesó haber tenido más de 50 parejas esporádicas.

Sin embargo, ninguno de estos factores de riesgo se asoció a mayor posibilidad de infección por el virus de la hepatitis C.

Fuente:
March 2005, Vol 95, No. 3 | American Journal of Public Health 502-505
Michel Alary, MD, PhD, Jean R. Joly, MD, FRCPC, MSPH, MBA, Jean Vincelette, MD, MSc, FRCPC, René Lavoie, BA, Bruno Turmel, MD and Robert S. Remis, MD, MPH, FRCPC

Carlos Varaldo
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