[:pb]O cuidado da dor para pacientes com cirrose[:es]Prácticas de manejo del dolor para pacientes con cirrosis[:]

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[:pb]Na edição de maio do mês de Maio da revista Mayo Clinic Proceedings, os pesquisadores examinam as práticas atuais para o manejo da dor em pacientes cirróticos. Os pesquisadores revisaram toda a literatura atual disponível no PubMed e MEDLINE sem limites na busca objetivando encontrar uma guia uniforme e prática para tratar a dor nos pacientes cirróticos.

A cirrose é um problema de saúde pública importante, representa aproximadamente 770.000 mortes ao ano e, afeta entre 4,5% e 9,5% da população mundial. “O manejo da dor em pacientes com cirrose é uma provocação difícil para os profissionais clínicos de atenção à saúde, e poucos estudos prospectivos ofereceram um enfoque apoiado na evidência”, diz o Dr. Kymberly Watt do Departamento da Gastroenterologia e Hepatologia da Clínica Mayo.

Não há diretrizes apoiadas em provas científicas existentes sobre o uso de analgésicos em pacientes com doença hepática e cirrose, diz o Dr. Watt. De seus achados na literatura atual, sua recomendação para o uso do acetaminofeno (paracetamol) a longo prazo em pacientes cirróticos (que não consomem álcool) está em reduzir a dose para 2 a 3 gramas por dia. Para o uso a curto prazo ou de uma só vez a dose não deve exceder de 4 gramas por dia, mas o projeto de diretrizes da FDA (ainda por finalizar) pode recomendar uma dose máxima diária de 2,6 gramas ao dia para qualquer pessoa.

Além disso, o artigo de revisão estabelece que os NSAIDs (antiinflamatórios não esteróides) e os opiáceos se podem utilizar em pacientes com doença hepática crônica sem cirrose. “Os NSAIDs devem evitar-se em pessoas que têm cirrose compensada e descompensada, sobre tudo devido ao risco de insuficiência renal aguda devido à inibição de prostaglandinas,” diz o Dr. Watt.

“Quando for apropriado, os anticonvulsivos e os antidepressivos são opções dignas de exploração no manejo de dor crônica neuropática em pacientes com doença hepática avançada. Um rígido acompanhamento quanto à toxicidade, efeitos adversos e complicações é necessário”, adiciona o Dr. Watt.

“Em pacientes com doença hepática em fase final, os eventos adversos dos analgésicos são freqüentes e potencialmente mortais. Esta análise ressalta a falta de estudos prospectivos que avaliaram a segurança de vários analgésicos em pacientes com disfunção hepática, “diz o Dr. Watt.

A revista “Mayo Clinic Proceedings” publica artigos originais e revisões sobre temas de investigação clínica e medicina de laboratório, clínica, pesquisa em ciências básicas e epidemiologia clínica. Mayo Clinic Proceedings é uma publicação mensal da Fundação Mayo para a Educação Médica e Investigação como parte de seu compromisso com a educação médica. A revista se publicou durante mais de 80 anos e tem uma circulação de 130.000 exemplares. Os artigos estão disponíveis em linha em http://www.mayoclinicproceedings.com

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Pain Management in the Cirrhotic Patient: The Clinical Challenge – Natasha Chandok and Kymberly D. S. Watt – Mayo Clin Proc. May 2010 85(5):451-458; published March 31, 2010, doi:10.4065/mcp.2009.0534

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]En la edición del mes de mayo de la revista Mayo Clinic Proceedings, los investigadores examinan las prácticas actuales para el manejo del dolor en pacientes cirróticos. Los investigadores revisaron toda la literatura actual disponible en PubMed y MEDLINE sin límites en la búsqueda objetivando encontrar una guía uniforme y práctica para tratar el dolor en los pacientes cirróticos.

La cirrosis es un problema de salud pública importante, representa aproximadamente 770.000 muertes al año y, afecta entre 4,5% y 9,5% de la población mundial. “El manejo del dolor en pacientes con cirrosis es un reto difícil para los profesionales clínicos de atención a la salud, y pocos estudios prospectivos han ofrecido un enfoque basado en la evidencia”, dice el Dr. Kymberly Watt del Departamento de Gastroenterología y Hepatología de la Clínica Mayo.

No hay directrices basadas en pruebas científicas existentes sobre el uso de analgésicos en pacientes con enfermedad hepática y cirrosis, dice el Dr. Watt. De sus hallazgos en la literatura actual, su recomendación para el uso del acetaminofeno (paracetamol) a largo plazo en pacientes cirróticos (que no consumen alcohol) está en reducir la dosis para 2 a 3 gramos por día. Para el uso a corto plazo o de una sola vez la dosis no debe exceder de 4 gramos por día, pero el proyecto de directrices de la FDA (aún por finalizar) puede recomendar una dosis máxima diaria de 2,6 gramos al día para cualquier persona.

Además, el artículo de revisión establece que los NSAIDs (antiinflamatorios no esteroides) y los opiáceos se pueden utilizar en pacientes con enfermedad hepática crónica sin cirrosis. “Los NSAIDs deben evitarse en personas que tienen cirrosis compensada y descompensada, sobre todo debido al riesgo de insuficiencia renal aguda debido a la inhibición de prostaglandinas,” dice el Dr. Watt.

“Cuando sea apropiado, los anticonvulsivos y los antidepresivos son opciones dignas de exploración en el manejo de dolor crónico neuropático en pacientes con enfermedad hepática avanzada. Un rígido seguimiento cuanto a toxicidad, efectos adversos y complicaciones es necesario”, agrega el Dr. Watt.

“En pacientes con enfermedad hepática en fase final, los eventos adversos de los analgésicos son frecuentes y potencialmente mortales. Este análisis resalta la falta de estudios prospectivos que han evaluado la seguridad de varios analgésicos en pacientes con disfunción hepática , “dice el Dr. Watt.

La revista “Mayo Clinic Proceedings” publica artículos originales y revisiones sobre temas de investigación clínica y medicina de laboratorio, clínica, investigación en ciencias básicas y epidemiología clínica. Mayo Clinic Proceedings es una publicación mensual de la Fundación Mayo para la Educación Médica e Investigación como parte de su compromiso con la educación médica. La revista se ha publicado durante más de 80 años y tiene una circulación de 130.000 ejemplares. Los artículos están disponibles en línea en http://www.mayoclinicproceedings.com

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Pain Management in the Cirrhotic Patient: The Clinical Challenge – Natasha Chandok and Kymberly D. S. Watt – Mayo Clin Proc. May 2010 85(5):451-458; published March 31, 2010, doi:10.4065/mcp.2009.0534

Carlos Varaldo
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