[:pb]Relação entre depressão e hepatite C[:es]Relación entre depresión y hepatitis C[:]

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[:pb]Pessoas com hepatite C têm mais chances de desenvolver quadros depressivos. É conhecido que o vírus da hepatite C pode afetar o sistema nervoso central em alguns infectados, mas será esse o principal culpado pela depressão?

Muitos indivíduos alegres, sem maiores problemas de relacionamento social, quando recebem o diagnostico de “hepatite C crônica” mudam de forma substancial seu comportamento.

Restrições com a alimentação, em especial com as bebidas alcoólicas, resistência a tomar medicamentos, medo do futuro, complicações naturais da doença, infinidade de exames, medo de transmissão do vírus, entre várias outras causas, levam alguns indivíduos a um quadro depressivo. Não é uma situação exclusiva que atinge somente os infectados com hepatite C, situação semelhante acontece nas pessoas quando são diagnosticadas com uma grave doença crônica.

Quando na comunicação do diagnostico de uma doença pouco conhecida e sem maiores explicações por parte do médico é colocada à palavra “crônica” a maioria dos pacientes fica perplexo, associando a palavra crônica com a gravidade da doença que foi encontrada.

Estando em acompanhamento ou tratamento da hepatite C a depressão contribui para um menor desempenho no trabalho, afetando o comprometimento profissional. Uma pessoa deprimida, ao igual que todo mundo depende do salário, assim, como as pessoas não deixam de trabalhar elas estarão no local de trabalho, mas por momentos é como se não estivessem presentes, não conseguem se concentrar, não conseguem produzir. Profissionais de relações humanas chamam isso de presenteísmo.

A especialização da medicina trouxe muitos benefícios no tratamento das doenças, mas está sendo perdida a visão geral do ser humano. Um médico especialista no tratamento da hepatite C será que consegue diagnosticar corretamente sinais de depressão? Pode perceber pequenas mudanças no comportamento do paciente na vida social ou profissional durante os poucos minutos que dura uma consulta?

É evidente que tratar a depressão resultará em um melhor tratamento da hepatite C. Um paciente com depressão certamente terá um menor cuidado com sua saúde e menor adesão ao tratamento, deixando de tomar os medicamentos nas dosagens e horários indicados.

Pessoas com depressão geralmente escondem os próprios sintomas, até da própria família. Não sabendo como lidar com a mudança no comportamento, não procurando tratamento para a depressão, um círculo vicioso começa a engolir a pessoa. Muitas vezes a porta de escape se transforma em uma fuga da realidade levando o indivíduo para o álcool ou as drogas.

O acompanhamento por um psiquiatra é fundamental para combater de forma eficaz um quadro de depressão. Atualmente existem medicamentos altamente seguros e eficazes para seu tratamento.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]Personas con hepatitis C tienen más chances de desarrollar cuadros depresivos. ¿Es conocido qué o virus de la hepatitis C puede afectar o sistema nervioso central en algunos infectados, pero será ése el principal culpado por la depresión?

Muchos individuos alegres, sin mayores problemas de relacionamiento social, cuando reciben el diagnostico de “hepatitis C crónica” mudan de forma sustancial su comportamiento.

Restricciones con la alimentación, en especial con las bebidas alcohólicas, resistencia a tomar medicamentos, miedo del futuro, complicaciones naturales de la enfermedad, infinidad de exámenes, miedo de transmisión del virus, entre varias otras causas, llevan algunos individuos a un cuadro depresivo. No es una situación exclusiva que alcanza solamente los infectados con hepatitis C, situación semejante acontece en las personas cuando son diagnosticadas con una grave enfermedad crónica.

Cuando en la comunicación del diagnostico de una enfermedad poco conocida y sin mayores explicaciones por parte del médico es colocada a la palabra “crónica” la mayoría de los pacientes se pone perplejo, asociando la palabra crónica con la gravedad de la enfermedad que fue encontrada.

Estando en acompañamiento o tratamiento de la hepatitis C la depresión contribuye para un menor desempeño en el trabajo, afectando o comprometimiento profesional. Una persona deprimida, al igual que todo el mundo depende del salario, así, como las personas no dejan de trabajar ellas estarán en el local de trabajo, pero por momentos es cual si no estuviesen presentes, no consiguen se concentrar, no logran producir. Profesionales de relaciones humanas llaman eso de presenteísmo.

La especialización de la medicina trajo muchos beneficios en el tratamiento de las enfermedades, pero está siendo perdida la visión general del ser humano. ¿Un médico especialista en el tratamiento de la hepatitis C será qué consigue diagnosticar correctamente señales de depresión? ¿Puede percibir pequeñas mudanzas en el comportamiento del paciente en la vida social o profesional durante los pocos minutos qué dura una consulta?

Es evidente que tratar la depresión resultará en un mejor tratamiento de la hepatitis C. Un paciente con depresión seguramente tendrá un menor cuidado con su salud y menor adhesión al tratamiento, dejando de tomar los medicamentos en las dosis y horarios indicados.

Personas con depresión generalmente esconden los propios síntomas, hasta de la propia familia. No sabiendo como manejar la mudanza en el comportamiento, no procurando tratamiento para la depresión, un círculo vicioso empieza a engullir la persona. Muchas veces la puerta de escape se transforma en una fuga de la realidad llevando o individuo para o alcohol o las drogas.

El acompañamiento por un psiquiatra es fundamental para combatir de forma eficaz un cuadro de depresión. Actualmente existen medicamentos altamente seguros y eficaces para su tratamiento.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com 


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