[:pb]Alimentação – O perigo da frutose industrial utilizada em alimentos preparados[:es]Alimentación – El peligro de la fructosa industrial utilizada en alimentos preparados[:]

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[:pb]Infectados com hepatite possuem maior possibilidade de desenvolver o chamado distúrbio metabólico, provocando depósitos de gordura no fígado (esteatose) e o surgimento do diabetes tipo 2. Já foi demonstrado que alguns alimentos e, especialmente a frutose, são fatores de risco importantes que levam ao distúrbio metabólico e aceleram a progressão da fibrose.

Pesquisadores observaram 147 pacientes infectados com o genótipo 1 da hepatite C para determinar se qualquer frutose era prejudicial, para tal, alguns ingeriam frutas que contém frutose e outros pacientes alimentos adoçados com frutose industrial. Todos eram também controlados por biopsias hepáticas para avaliar o grau de esteatose. A esteatose era considerada grave se mais de 20% das células hepáticas estavam com gordura.

Fatores antropométricos e metabólicos eram avaliados durante o estudo, como mudanças na circunferência da cintura, a relação entre o diâmetro do quadril e o diâmetro do dorso, o peso do paciente e o índice HOMA para medir a resistência a insulina.

Os resultados mostram que os pacientes com fibrose grave (F3) apresentavam consumo significativamente maior de frutose industrial, ingerindo refrigerantes, os quais nos Estados Unidos e, em muitos países, são adoçados com frutose industrial por ser um adoçante mais barato que o açúcar.

Também, a mesma analise encontrou que os pacientes que consumiam alimentos adoçados com frutose industrial apresentavam maior atividade necro inflamatória e esteatose grave.

Entre os pacientes que ingeriam a mesma quantidade de frutose exclusivamente por meio do consumo de frutas não apresentavam os mesmos níveis elevados de atividade necro inflamatória ou esteatose.

Concluem os autores que o consumo de alimentos adoçados com frutose industrial é um fator de risco para alterações metabólicas e gravidade da fibrose em pacientes infectados com a hepatite C.

MEU COMENTÁRIO

Cientistas usando testes mais recentes de Ressonância Magnética Funcional (fMRI) têm mostrado agora que a frutose industrial, um açúcar encontrado na maioria dos alimentos processados (geralmente na forma de xarope de milho de alta frutose), pode de fato acionar mudanças em seu cérebro que pode levar a excessos e ganho de peso.

Os pesquisadores descobriram que quando você bebe uma bebida contendo frutose industrial, o cérebro não registra a sensação de estar saciado, como faz quando você consome glicose simples (açúcar).

Depois de ingerir frutose industrial, 100% devem ser metabolizados pelo fígado, pois outras células do corpo não se alimentam de frutose, já com o açúcar somente 20% é metabolizado no fígado, isso porque cada célula do seu corpo, incluindo o cérebro, utiliza glicose. Portanto, muito do açúcar é “queimado” logo depois de consumi-lo.

Os ácidos graxos produzidos durante o metabolismo da frutose industrial no fígado acumulam gotículas de gordura no fígado e músculos esqueléticos, causando resistência à insulina e doença hepática gordurosa não alcoólica. A resistência à insulina progride para a síndrome metabólica e diabetes tipo 2.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
INDUSTRIAL, BUT NOT FRUIT FRUCTOSE INTAKE IS INDEPENDENTLY ASSOCIATED WITH SEVERE LIVER FIBROSIS IN GENOTYPE 1 CHRONIC HEPATITIS C PATIENTS – S. Petta, V. Di Marco, F.S. Macaluso, C. Cammà, D. Cabibi, S. Ciminnisi, L. Caracausi, A. Craxì. – EASL 2013 – Abstract 486

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]Infectados con hepatitis poseen mayor posibilidad de desarrollar el llamado disturbio metabólico, provocando depósitos de grasa en el hígado (esteatosis) y el surgimiento de la diabetes tipo 2. Ya fue demostrado que algunos alimentos y, especialmente la fructosa, son factores de riesgo importantes que llevan al disturbio metabólico y aceleran la progresión de la fibrosis.

Investigadores observaron 147 pacientes infectados con el genotipo 1 de la hepatitis C para determinar si cualquier fructosa era prejudicial, para tal, algunos ingerían frutas que contienen fructosa y otros pacientes alimentos edulcorados con fructosa industrial. Todos eran también controlados por biopsias hepáticas para evaluar el grado de esteatosis. La esteatosis era considerada grave si más del 20% de las células hepáticas estaban con gordura.

Factores antropométricos y metabólicos eran evaluados durante el estudio, como mudanzas en la circunferencia de la cintura, la relación entre el diámetro del cuadril y el diámetro del dorso, el peso del paciente y el índice HOMA para medir la resistencia a la insulina.

Los resultados muestran que los pacientes con fibrosis grave (F3) presentaban consumo significativamente mayor de fructosa industrial, ingiriendo bebidas, las cuales en Estados Unidos y, en muchos países, son edulcoradas con fructosa industrial por ser un edulcorante más barato que el azúcar.

También, la misma analice encontró que los pacientes que consumían alimentos edulcorados con fructosa industrial presentaban mayor actividad necro inflamatoria y esteatosis grave.

Entre los pacientes que ingerían la misma cantidad de fructosa exclusivamente por medio del consumo de frutas no presentaban los mismos niveles elevados de actividad necro inflamatoria o esteatosis.

Concluyen los autores que el consumo de alimentos edulcorados con fructosa industrial es un factor de riesgo para alteraciones metabólicas y gravedad de la fibrosis en pacientes infectados con hepatitis C.

MI COMENTARIO

Científicos usando pruebas más recientes de Resonancia Magnética Funcional (fMRI) han mostrado ahora que la fructosa industrial, un azúcar encontrado en la mayoría de los alimentos procesados (generalmente en la forma de jarabe de maíz de alta fructosa), puede de hecho accionar mudanzas en su cerebro que puede llevar a excesos y ganancia de peso.

Los investigadores descubrieron que cuando usted bebe una bebida conteniendo fructosa industrial, el cerebro no registra la sensación de estar saciado, como hace cuando usted consume glucosa simple (azúcar).

Después de ingerir fructosa industrial, 100% debe ser metabolizada por el hígado, pues otras células del cuerpo no se alimentan de fructosa, ya con el azúcar solamente 20% es metabolizado en el hígado, eso porque cada célula de su cuerpo, incluyendo el cerebro, utiliza glucosa. Por tanto, mucho del azúcar es “quemado” luego de consumirlo.

Los ácidos grasos producidos durante el metabolismo de la fructosa industrial en el hígado acumulan gotitas de gordura en el hígado y músculos esqueléticos, causando resistencia a la insulina y enfermedad hepática grasa no alcohólica. La resistencia a la insulina progresa para el síndrome metabólico y diabetes tipo 2.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
INDUSTRIAL, BUT NOT FRUIT FRUCTOSE INTAKE IS INDEPENDENTLY ASSOCIATED WITH SEVERE LIVER FIBROSIS IN GENOTYPE 1 CHRONIC HEPATITIS C PATIENTS – S. Petta, V. Di Marco, F.S. Macaluso, C. Cammà, D. Cabibi, S. Ciminnisi, L. Caracausi, A. Craxì. – EASL 2013 – Abstract 486

Carlos Varaldo
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