[:pb]A cura da hepatite C reduz a fadiga[:es]La curación de la hepatitis C reduce la fatiga[:]

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[:pb]A fadiga é um sintoma comum entre as pessoas infectadas com hepatite C, estando associada com a inflamação do fígado e a fibrose, afetando a qualidade de vida dos pacientes.

A fadiga afeta de tal forma a qualidade de vida que no ano passado a Associação Europeia para o Estudo do Fígado (EASL) recomendou que a fadiga debilitante deve estar entre as indicações para priorizar a indicação de tratamento da hepatite C.

Um estudo realizado na Dinamarca apresentado no “5th International Symposium on Hepatitis Care in Substance Users (INHSU 2016)” avaliou durante sete semanas o grau de fadiga em 56 infectados com hepatite C e usuários de drogas conforme a utilização de diversas escalas “Fatigue Severity Scale (FSS)”, “Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-Fatigue (FACIT-F)” e “Fatigue Visual Analog Scale (VAS-F)”.

No total 67,9% dos participantes relataram fadiga clinicamente significativa. A fadiga não foi associada com o uso de drogas atual ou anterior. A fibrose média encontrada nos pacientes foi de 12 kPa medida pela Elastografia. A fadiga foi significativamente associada com a severidade da doença.

Os pacientes com uma pontuação nas Elastografia acima de 12 kPa, indicando uma alta probabilidade de fibrose avançada (estágio F3) ou cirrose (F4), tinham quase seis vezes maior probabilidade de fadiga.

Os homens com a transaminase ALT acima de 30 e nas mulheres com transaminase ALT acima de 19 tinham cinco vezes maior probabilidade de fadiga.

Após 12 semanas de finalizado o tratamento, confirmando a cura da hepatite C, em todos os pacientes foi encontrada uma melhora substancial da fadiga.

Os pesquisadores concluíram que a fadiga em pessoas vivendo com hepatite C não pode ser apenas explicada pelo uso de drogas ou terapia de substituição de opiáceos, mas poderia estar ligada a medidas relacionadas com a hepatite C, incluindo inflamação do fígado, fibrose e resposta ao tratamento sustentado.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Fatigue in patients with chronic hepatitis C: the FAT-HEP study. A cross sectional study of fatigue and its relation to substance use and OST – R Thornhøj, A Riis, JF Hansen, et al. – 5th International Symposium on Hepatitis Care in Substance Users (INHSU 2016). Oslo, September 7-9, 2016.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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La fatiga es un síntoma común entre las personas infectadas con hepatitis C y se asocia con la inflamación y la fibrosis hepática, afectando la calidad de vida de los pacientes.

La fatiga afecta de tal manera la calidad de vida que, desde el año pasado, la Asociación Europea para el Estudio del Hígado (EASL) recomienda que la fatiga debilitante debe ser una prioridad para la indicación del tratamiento de la hepatitis C.

Un estudio presentado en Dinamarca, en el “5th International Symposium on Hepatitis Care in Substance Users (INHSU 2016)” ” evaluó durante siete semanas el grado de fatiga en los 56 usuarios infectados con hepatitis C y usuarios de drogas con el uso de diferentes escalas “Fatigue Severity Scale (FSS)”, “Functional Assessment of Chronic Illness Therapy-Fatigue (FACIT-F)” e “Fatigue Visual Analog Scale (VAS-F)”.

En total el 67,9% de los participantes informaron de sentir fatiga clínicamente significativa. La fatiga no se asoció con el uso de drogas actual o pasada. La fibrosis media que se produce en los pacientes fue de 12 kPa, medida por elastografia. La fatiga se asoció significativamente con la gravedad de la enfermedad.

Los pacientes con una puntuación en la elastografia por encima de 12 kPa, lo que indica una alta probabilidad de fibrosis avanzada (F3) o cirrosis (F4) eran casi seis veces más propensos a la fatiga.

Los hombres con la transaminasa ALT arriba de 30 y mujeres con transaminasa ALT por encima de 19 eran cinco veces más propensos a la fatiga.

Después de 12 semanas del tratamiento finalizado, se encontró que con la cura de la hepatitis C en general, una mejora sustancial de la fatiga.

Los investigadores llegaron a la conclusión de que la fatiga en personas que viven con hepatitis C no sólo puede explicarse por el uso de drogas o la terapia de sustitución de opiáceos, pero podría estar vinculado a las medidas relacionadas con la hepatitis C, incluyendo la inflamación del hígado, fibrosis y la respuesta sostenida al tratamiento.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Fatigue in patients with chronic hepatitis C: the FAT-HEP study. A cross sectional study of fatigue and its relation to substance use and OST – R Thornhøj, A Riis, JF Hansen, et al. – 5th International Symposium on Hepatitis Care in Substance Users (INHSU 2016). Oslo, September 7-9, 2016.

Carlos Varaldo
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hepato@hepato.com


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