[:pb] Ministério cria banco de preço para baratear compras públicas do SUS[:es]Ministerio cría banco de precios para abaratar compras públicas del Sistema Público de Salud[:]

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Luciano Máximo – Publicado no Jornal Valor Econômico em 26/06/2017

O Ministério da Saúde publicou na sexta-feira resolução que torna obrigatório, para União, Estados e municípios, registro num banco de dados online de todas as compras de medicamentos e equipamentos de saúde para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Dentro das iniciativas atuais de gestão e geração de economia da pasta, a medida serve para dar mais transparência aos processos de compras públicas na área da saúde e aumentar a concorrência, já que qualquer prefeitura, governo estadual ou o próprio ministério terá acesso aos preços praticados em todo o país.

Segundo o ministro Ricardo Barros, além do ministério, já existem 24 Estados e 580 municípios cadastrados no Banco de Preços em Saúde (BPS). Ele diz que até dezembro todos os entes federativos serão obrigados a aderir à ferramenta online. “Com a operação o gestor público vai poder economizar bastante, os prefeitos que utilizam já nos dão relato que conseguem economizar na hora de orçar as compras, já que um gestor pode até cancelar uma compra se verificar se outra prefeitura comprou o mesmo produto por um preço menor ou negociar o menor preço com o fornecedor”, disse Barros, acrescentando que os dados do banco de preços serão disponibilizados de forma regional.

A criação do Banco de Preços da Saúde foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite do SUS, que reúne gestores de saúde dos Estados, municípios e da União. De acordo com o Ministério da Saúde, as atuais medidas de economia e gestão da pasta geraram economia de R$ 3,2 bilhões, valor que foi realocado para custeio do SUS.

A maior economia, de R$ 298 milhões, foi obtida com a renegociação da compra do remédio Sofosbuvir, usado no tratamento de Hepatite C. Desde o ano passado, o ministério passou a comprar cada unidade por um valor 31% menor.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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Luciano Máximo – Publicado en el Diario Valor Económico el 26/06/2017

El Ministerio de la Salud publicó el viernes resolución que torna obligatorio, para Unión, Estados y municipios, registro en un banco de datos online de toda compra de medicamentos y equipos de salud para el Sistema Único de Salud brasileño(SUS).

Dentro de las iniciativas actuales de gestión y generación de economía de la pasta, la medida sirve para dar más transparencia a los procesos de compras públicas en el área de la salud y aumentar la concurrencia, ya que cualquier ayuntamiento, gobierno estadual o el propio ministerio tendrá acceso a los precios practicados en todo el país.

Segundo el ministro Ricardo Barros, además del ministerio, ya existen 24 Estados y 580 municipios registrados en el Banco de Precios en Salud (BPS). Dice que hasta diciembre todos los entes federativos serán obligados a adherir a la herramienta online. “Con la operación el gestor público va a poder ahorrar bastante, los alcaldes que utilizan ya nos dan relato que consiguen ahorrar en la hora de presuponer las compra, ya que un gestor puede hasta cancelar una compra si verifica que otro ayuntamiento compró el mismo producto por un precio menor o negocio un menor precio con el proveedor”, dijo Barros, añadiendo que los datos del banco de precios serán colocados de forma regional.

La creación del Banco de Precios de la Salud fue pactada en la Comisión Intergestores Tripartitis del SUS, que reúne gestores de salud de los Estados, municipios y de la Unión. De acuerdo con el Ministerio de la Salud, las actuales medidas de economía y gestión de la pasta generaron economía de R$ 3,2 mil millones, valor que fue incluido para el presupuesto del SUS.

La mayor economía, de R$ 298 millones, fue lograda con la renegociación de la compra del Sofosbuvir, usado en el tratamiento de Hepatitis C. Desde el año pasado, el ministerio pasó a comprar cada unidad por un valor 31% menor.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


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