[:pb]Esterilização correta de instrumentos evita contágio da hepatite C em salões de beleza[:es]Esterilización correcta de instrumentos evita contagio de la hepatitis C en salones de belleza[:]

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[:pb]Cuidar das unhas das mãos e dos pés nos salões de beleza faz parte da rotina de muitas pessoas, e alguns cuidados são necessários para prevenir doenças. O uso compartilhado de alicates, tesouras, espátulas, palitos, entre outros itens, pode ser responsável pela transmissão de vírus e bactérias.

Por mais que pareçam inofensivos, alguns procedimentos podem ser bastante prejudiciais à saúde e acarretar problemas graves. É o caso, por exemplo, da falta de esterilização ou quando ela é feita de forma inadequada nos materiais usados nos salões de beleza, podendo transmitir doenças de pele, hepatite e até o HIV/aids.

O processo de esterilização é fundamental para a completa destruição de microrganismos, incluindo todas as suas formas, inclusive as bactérias, com a finalidade de prevenir infecções e contaminações decorrentes de procedimentos invasivos durante a utilização dos instrumentos.

A esterilização pode ser por processos químicos, físicos e físico-químicos, conforme estabelecido pela portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego. Alicates, espátulas, desencravadores, tesouras de corte, navalhas de corte e pinças, por exemplo, devem passar obrigatoriamente pela autoclave (equipamento que combina temperatura, pressão e umidade para melhor esterilizar os instrumentos).

O profissional que manuseia esses materiais também precisa adotar métodos preventivos para assegurar sua integridade. Devem ser observadas e respeitadas as vacinas contra hepatite B e C, tétano, gripe e de outras doenças epidemiológicas que estejam sob orientação coletiva do Ministério da Saúde. Além disso, é imprescindível o uso correto dos equipamentos de proteção individual, como máscara, avental e luva descartável.

IMPORTANTE

O vírus da hepatite C sobrevive por vários dias em um instrumento contaminado, passando a ser uma fonte de transmissão da doença.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com

IMPORTANTE: Os artigos se encontram em ordem cronológica. O avanço do conhecimento nas pesquisas pode tornar obsoleta qualquer colocação em poucos meses. Encontrando colocações diversas que possam ser consideradas controversas sempre considerar a informação mais atual, com data de publicação mais recente.

Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.

Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação médica.
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WWW.HEPATO.COM

O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]Cuidar de las uñas de las manos y de los pies en los salones de belleza hace parte de la rutina de muchas personas, y algunos cuidados son necesarios para prevenir enfermedades. El uso compartido de alicates, tijeras, espátulas, palitos, entre otros ítems, puede ser responsables por la transmisión de virus y bacterias.

Por más que parezcan inofensivos, algunos procedimientos pueden ser bastantes prejudiciales a la salud y acarretar problemas graves. Es el caso, por ejemplo, de la falta de esterilización o cuando ella es hecha de forma inadecuada en los materiales usados en los salones de belleza, pudiendo transmitir enfermedades de piel, hepatitis y hasta el HIV/Sida.

El proceso de esterilización es fundamental para la completa destrucción de microrganismos, incluyendo todas sus formas, incluso las bacterias, con la finalidad de prevenir infecciones y contaminaciones consecuentes de procedimientos invasivos durante la utilización de los instrumentos.

La esterilización puede ser por procesos químicos, físicos y fisicoquímicos, conforme establecido por la Ley 3.214/78 del Ministerio del Trabajo y Empleo. Alicates, espátulas, desencravadores, tijeras de corte, navajas de corte y pinzas, por ejemplo, deben pasar obligatoriamente por la autoclave (equipo que combina temperatura, presión y humedad para mejor esterilizar los instrumentos).

El profesional que manosea esos materiales también necesita adoptar métodos preventivos para asegurar su integridad. Deben ser observadas y respetadas las vacunas contra hepatitis B y C, tétano, gripe y de otras enfermedades epidemiológicas que estén bajo orientación colectiva del Ministerio de la Salud. Además, es imprescindible el uso correcto de los equipos de protección individual, como máscara, delantal y guante desechable.

IMPORTANTE, el virus de la hepatitis C tiene una sobrevida de varios días en un instrumento contaminado, pasando ser una fuente de transmisión da enfermedad.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com 

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