[:pb]Os sintomas que indicam cirrose no fígado[:es]Síntomas que indican cirrosis en el hígado[:]

190083

[:pb]A cirrose hepática é uma doença grave que leva em última instância à destruição do fígado. Provocando a morte das células do fígado, o deixando com uma consistência dura e cheia de nódulos.

Trata-se de uma doença grave isto porque o fígado desempenha múltiplas funções como a síntese de proteínas (albumina e outras), síntese de vitaminas, é uma importante reserva energética, contribui para a absorção dos alimentos, síntese de fatores da coagulação que impedem as hemorragias, eliminação de toxinas provenientes do aparelho digestivo, eliminação de tóxicos (álcool, medicamentos), defesa do organismo contra infecções, etc.

As principais causas para chegar a desenvolver a cirrose, são as hepatites B e C, os depósitos de gordura no fígado (esteatose), a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas. Também são fatores que podem levar a cirrose, em menor grau, a cirrose biliar primária, as hepatites autoimunes, a doença de Wilson, a hemocromatose, o défice de alfa 1-antitripsina, as anomalias das vias biliares e a colangite esclerosante primária.

Os sintomas mais comuns que aparecem como alertas no início do desenvolvimento da cirrose costumam ser a fadiga, perda de energia, perda de apetite e de peso, náuseas, dores abdominais e pequenos derrames na pele.

Quando o quadro de cirrose no fígado já é avançado os sintomas a seguir diagnosticam um quadro grave de saúde:

– Icterícia (olhos e pele amarelados);

– Presença de ascite (barriga inchada, chamada popularmente de barriga de água);

– Inchaço das pernas;

– Hemorragias digestivas sob a forma de vómitos ou fezes com sangue, mais frequentemente provocadas pela rotura de veias dilatadas no esófago (varizes esofágicas);

– Fezes descoradas;

– Alterações mentais que podem levar a confusão mental, agressividade e mesmo coma (encefalopatia hepática);

– Desenvolvimento de infecções graves;

– Alterações hormonais com disfunção eréctil e aumento das glândulas mamárias no homem;

– Câncer do fígado (carcinoma hepatocelular).

O risco de desenvolvimento de câncer do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1 a 4% por ano. Este tipo de câncer apresenta elevada mortalidade se for diagnosticado numa fase avançada.

Por esse motivo, é muito importante que todos os indivíduos com cirrose realizem uma ultrassonografia abdominal de seis em seis meses, para que o tumor seja diagnosticado ainda com pequenas dimensões. Nesses casos, existem alguns tratamentos eficazes, como o transplante do fígado, a remoção cirúrgica, a radiofrequência, a alcoolização, a quimo embolização ou um medicamento (sorafenib), administrado por via oral.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com

 

IMPORTANTE: Os artigos se encontram em ordem cronológica. O avanço do conhecimento nas pesquisas pode tornar obsoleta qualquer colocação em poucos meses. Encontrando colocações diversas que possam ser consideradas controversas sempre considerar a informação mais atual, com data de publicação mais recente.

Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.

Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação médica.
Acesso livre: Este artigo é distribuído sob os termos da Licença Internacional Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial 4.0 ( 
http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ ), que permite qualquer uso, distribuição e reprodução não comercial em qualquer meio, desde que você dê o crédito apropriado ao (s) autor (es) original (is) e cite à fonte WWW.HEPATO.COM  e indique se foram feitas alterações.

O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]La cirrosis hepática es una enfermedad grave que finalmente conduce a la destrucción del hígado. Causando la muerte de las células hepáticas, dejándolas con una consistencia dura y grumosa.

Es una enfermedad grave porque el hígado realiza múltiples funciones como la síntesis de proteínas (albúmina y otras), síntesis de vitaminas, es una importante reserva de energía, contribuye a la absorción de los alimentos, síntesis de factores de coagulación que impiden sangrado, eliminación de toxinas del sistema digestivo, eliminación de tóxicos (alcohol, drogas), defensa del cuerpo contra infecciones, etc.

Las causas principales para desarrollar cirrosis son las hepatitis B y C, depósitos grasos en el hígado (esteatosis), consumo excesivo de alcohol. También son factores que pueden conducir a cirrosis, en menor medida, cirrosis biliar primaria, hepatitis autoinmune, enfermedad de Wilson, hemocromatosis, déficit de alfa 1-antitripsina, anomalías de las vías biliares y colangitis esclerosante primaria.

Los síntomas más comunes que aparecen como alertas al comienzo del desarrollo de la cirrosis suelen ser fatiga, pérdida de energía, pérdida de apetito y peso, náuseas, dolor abdominal y pequeñas manchas en la piel.

Cuando la cirrosis en el hígado ya está avanzada, los siguientes síntomas diagnostican una condición de salud grave:

– Ictericia (ojos y piel amarillos);

– Presencia de ascitis (vientre hinchado, llamada popularmente de barriga de agua);

– Hinchazón de las piernas;

– Sangrado digestivo en forma de vómitos o heces con sangre, causadas con mayor frecuencia por la ruptura de venas dilatadas en el esófago (várices esofágicas);

– Heces descoloridas;

– Cambios mentales que pueden conducir a confusión mental, agresión e incluso coma (encefalopatía hepática);

– Desarrollo de infecciones graves;

– Cambios hormonales con disfunción eréctil y glándulas mamarias agrandadas en hombres;

– Cáncer de hígado (carcinoma hepatocelular).

El riesgo de desarrollar cáncer de hígado en la cirrosis hepática es de aproximadamente 1 a 4% por año. Este tipo de cáncer tiene una alta mortalidad si se diagnostica en una etapa avanzada.

Por esta razón, es muy importante que todas las personas con cirrosis realicen una ecografía abdominal cada seis meses, para que el tumor se diagnostique con pequeñas dimensiones. En tales casos, existen algunos tratamientos efectivos, como trasplante de hígado, extracción quirúrgica, radiofrecuencia, alcoholización, quimo embolización o un medicamento (sorafenib), administrado por vía oral.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com 

IMPORTANTE: Los artículos se encuentran en orden cronológico. El avanzo del conocimiento en las pesquisas puede tornar obsoleta cualquier colocación en pocos meses. Encontrando colocaciones diversas que puedan ser consideradas controversias siempre es importante considerar la información más actual, con fecha de publicación más reciente.

Carlos Varaldo y el Grupo Optimismo declaran que no tienen relaciones económicas relevantes con eventuales patrocinadores de las diversas actividades.

Aviso legal: Las informaciones de este texto son meramente informativas y no pueden ser consideradas ni utilizadas como indicación médica.

Es permitida la utilización de las informaciones contenidas en este mensaje si se cita la fuente: WWW.HEPATO.COM

El Grupo Optimismo es afiliado a AIGA – ALIANZA INDEPENDIENTE DE GRUPOS DE APOYO[:]