RIR É UM EXCELENTE MEDICAMENTO! – Parte 1

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– Doutor, com a minha hepatite C poderei viver mais 30 anos?

– Depende, você saí de farra com seus amigos?

Não.

– Fuma?

– Não

– Bebe?

– Não

– Tem namorada?

– Não

– Tem relação com muitas mulheres?

– Não

– É então, para que diabos você quer viver mais 30 anos?

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Paciente chega ao médico e se queixa

– Doutor, estou com dor aqui do lado direito do fígado e meus olhos ficaram amarelados!

O médico responde:

– Muito bem, e o Senhor bebe?

– Obrigado! Eu aceito uma dosezinha!

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– Onde você estava? – pergunta a mãe à menininha.

– No quarto, brincando de médico com o Joãozinho.

– De médico! – a mãe dá um grito e um salto da cadeira.

– Médico do SUS, mãe…, ele nem olhou na minha cara!

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Pelo telefone,

– Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou…

– Qual é o nome do paciente?

– Chama-se Celso e está no quarto 302.

– Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem…

– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!

– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.

– Aqui é o Dr. Carlos plantonista. Em que posso ajudar?

– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.

– Ok, meu senhor, vou consultar o prontuário do paciente.… Um instante só! Hummm! Aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e até amanhã desligaremos todos os aparelhos. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

– Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!

– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?

– Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz coisa nenhuma. Eu só queria saber como estou…

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Uma senhora de meia-idade chega ao hospital toda em frangalhos, vítima de atropelamento. O médico examina-a, enquanto a enfermeira vai anotando numa ficha:

– Escoriações na cabeça… fratura no braço direito… luxação na clavícula… desarticulação do tornozelo esquerdo… secção longitudinal na coxa esquerda… – e virando-se para a mulher: – Qual a sua idade, minha senhora?

– Trinta e cinco!

O médico vira-se para a enfermeira:

– Anota também: “Perda de Memória.”

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