[:pb]Melhoria da função cognitiva ao curar a hepatite C[:es]Mejoría de la función cognoscitiva al curar la hepatitis C[:]

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[:pb]Diversos estudos sugerem deficiência cognitiva (capacidade de processar pensamentos) em percentual considerável de infectados com hepatite C, antes mesmo de chegar ao estagio da cirrose, provocando problemas na concentração, na falta de atenção, na memória, etc..

Estudo publicado na “Hepatology” realizado por pesquisadores da Alemanha e da Polônia pesquisaram se a cura da hepatite C com o sucesso do tratamento antiviral consegue também melhorar as funções cerebrais. Foram incluídos 158 infectados com hepatite C em estudo multicêntrico que receberam tratamento com interferon peguilado e ribavirina, os quais foram avaliados antes do tratamento e acompanhados no seu desempenho neurocognitivo em cinco fatores selecionados por um longo período após o final do tratamento.

Quando testados após 12 meses do fim do tratamento antiviral, os pacientes que obtiveram a cura da hepatite C apresentavam melhoras significantes em relação a seu desempenho mental em três dos itens avaliados, melhorando a memória, vigilância e atenção. Os pacientes não respondedores ao tratamento não mostravam significativas melhoras em nenhum dos cinco itens avaliados.

Concluem os autores que a erradicação do vírus da hepatite C resulta em melhoras cognitivas (mentais) causadas durante o período em que a doença estava presente, sendo por tanto condições reversíveis com a cura e deveria, por tanto, ser uma indicação de tratamento daqueles pacientes que apresentam problemas cognitivos, independente de qualquer que seja o dano hepático ou grau de fibrose.

MEU COMENTÁRIO

É evidente que a cura da hepatite C consegue muitos benefícios ao paciente, seja por passar a ter uma expectativa de vida maior, uma melhor qualidade de vida, a possibilidade de regenerar o dano causado ao fígado e, agora, até recuperando aqueles pequenos problemas mentais para os quais não encontrava explicação, como perda de memória, dificuldade de concentração, esquecimentos, falta de atenção ou dificuldade até para realizar uma operação matemática.

O tratamento pode ser complicado, com efeitos colaterais desagradáveis, mas colocando na balança os problemas e os benefícios obtidos com a cura, não fica a menor duvida que vale a pena tratar a hepatite C quanto antes, sem deixar piorar o quadro clínico do infectado.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Improvement of neurocognitive function in responders to an antiviral therapy for chronic hepatitis C.Kraus MR, Schäfer A, Teuber G, Porst H, Paul K, Wollschläger S, Keicher C, Scheurlen M. – Hepatology. 2013 Jan 8. doi: 10.1002/hep.26229.

Carlos Varaldo
www.hepato.com
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[:es]Diversos estudios sugieren deficiencia cognoscitiva (capacidad de procesar pensamientos) en porcentual considerable de infectados con hepatitis C, antes mismo de llegar al estadio del cirrosis, provocando problemas en la concentración, en la falta de atención, en la memoria, etc..

Estudio publicado en la “Hepatology” realizado por investigadores de Alemania y de Polonia investigaron si la cura de la hepatitis C con el suceso del tratamiento antiviral logra también mejorar las funciones cerebrales. Fueron incluidos 158 infectados con hepatitis C en estudio multicentrico que recibieron tratamiento con interferón pegilado y ribavirina, quiénes fueron evaluados antes del tratamiento y acompañados en su desempeño neurocognitivo en cinco factores seleccionados por un largo período después del final del tratamiento.

Cuando testados después de 12 meses del fin del tratamiento antiviral, los pacientes que obtuvieron la cura de la hepatitis C presentaban mejoras significantes con relación a su desempeño mental en tres de los ítems evaluados, mejorando la memoria, vigilancia y atención. Los pacientes no respondedores al tratamiento no mostraban significativas mejoras en ninguno de los cinco ítems evaluados.

Concluyen los autores que la erradicación del virus de la hepatitis C resulta en mejoras cognoscitivas (mentales) causadas durante el período en el que la enfermedad estaba presente, siendo por tanto condiciones reversibles con la cura y debería, por tanto, ser una indicación de tratamiento de aquellos pacientes que presentan problemas cognoscitivos, independiente de cualquiera que sea el daño hepático o grado de fibrosis.

MI COMENTARIO

Es evidente que la cura de la hepatitis C consigue muchos beneficios al paciente, sea por pasar a tener una expectativa de vida mayor, una mejor calidad de vida, la posibilidad de regenerar el daño causado al hígado y, ahora, hasta recuperando aquellos pequeños problemas mentales para los cuales no encontraba explicación, como pérdida de memoria, dificultad de concentración, olvidos, falta de atención o dificultad hasta para realizar una operación matemática.

El tratamiento puede ser complicado, con efectos secundarios desagradables, pero colocando en la balanza los problemas y los beneficios obtenidos con la cura, no queda a menor duda que vale la pena tratar la hepatitis C cuanto antes, sin dejar empeorar lo cuadro clínico del infectado.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Improvement of neurocognitive function in responders to an antiviral therapy for chronic hepatitis C.Kraus MR, Schäfer A, Teuber G, Porst H, Paul K, Wollschläger S, Keicher C, Scheurlen M. – Hepatology. 2013 Jan 8. doi: 10.1002/hep.26229.

Carlos Varaldo
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