[:pb]Níveis altos de Selênio protegem contra câncer de fígado (Castanha do Pará é o ideal)[:es]Niveles bajos de Selenio pueden acelerar el cáncer de hígado[:]

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[:pb]A Agencia Internacional para a Investigação sobre o Câncer de Fígado publicou no “The American Journal of Clinical Nutrition” um estudo que mostra como um nível alto de Selênio no organismo está associado com um menor risco de desenvolver o tumor.

Níveis mais altos de Selênio no sangue e o de selenoproteína P (proteína que distribui o Selênio no organismo) são os responsáveis por causar o benefício.

A pesquisa é um projeto conjunto da Agencia Internacional para a Investigação sobre o Câncer de Fígado, o Real Colégio de Cirurgiões da Irlanda, a Escola de Medicina Charité de Berlim e um equipe de profissionais do Estudo Prospectivo Europeu sobre Câncer e Nutrição.

O estudo utilizou dados do EPIC no qual se encontram dados de 500.000 participantes de 10 países europeus, selecionando 121 canceres de fígado e 140 de vesícula biliar e os comparando com o mesmo número de indivíduos livres de câncer.

Concluem os autores que quando o Selênio se encontra abaixo dos níveis considerados ótimos, aumentar o consumo pode ser uma estratégia para prevenção do câncer de fígado, isso aliado ao paciente evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e deixar de fumar. Informam ainda que os resultados devem ser validados por outros estudos antes de redigir recomendações de saúde pública.

MEUS COMENTÁRIOS

O câncer de fígado é a segunda causa mais comum de morte por câncer, sendo responsável por mais 746.000 mortes em 2012. O grande problema é que o diagnostico em geral é feito já nas fases avançadas do tumor.

O SELENIO

O Selênio é um micronutriente essencial para o ser humano, em especial para o funcionamento eficaz do sistema imune e no controle dos processos oxidativos relacionados com o desenvolvimento do câncer, sendo encontrado em alimentos como os mariscos, salmão, castanha do Pará (Nueces de Brasil), carne, ovos, grãos e cebolas.

O alimento mais rico em Selênio é a castanha do Pará. Com duas ou três castanhas do Pará ao dia é suficiente para ter o nível ideal. Cuidado com o excesso de Selênio, pois ele pode causar problemas, como cansaço nos músculos do corpo; congestão vascular interna; queda de cabelos; enfraquecimento das unhas e dermatite.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Prediagnostic selenium status and hepatobiliary cancer risk in the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition cohort – David J Hughes and others – The American Journal of Clinical Nutrition – First published June 29, 2016, doi: 10.3945/ajcn.116.131672Am

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


IMPORTANTE: Os artigos se encontram em ordem cronológica. O avanço do conhecimento nas pesquisas pode tornar obsoleta qualquer colocação em poucos meses. Encontrando colocações diversas que possam ser consideradas controversas sempre considerar a informação mais atual, com data de publicação mais recente.


Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.


Aviso legal: As informações deste texto são meramente informativas e não podem ser consideradas nem utilizadas como indicação medica.
É permitida a utilização das informações contidas nesta mensagem desde que citada a fonte: WWW.HEPATO.COM


O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]La Agencia Internacional para la Investigación sobre el Cáncer de Hígado publicó en el “The American Journal of Clinical Nutrition” un estudio que muestra como un nivel alto de Selenio en el organismo está asociado con un menor riesgo de desarrollar el tumor.

Niveles más altos de Selenio en la sangre y el de selenoproteína P (proteína que distribuye el Selenio en el organismo) son los responsables de causar el beneficio.

La investigación es un proyecto conjunto de la Agencia Internacional para la Investigación sobre el Cáncer de Hígado, el Real Colegio de Cirujanos de Irlanda, la Escuela de Medicina Charité de Berlín y un equipo de profesionales del Estudio Prospectivo Europeo sobre Cáncer y Nutrición.

El estudio utilizó datos del EPIC en el cual se encuentran datos de 500.000 participantes de 10 países europeos, seleccionando 121 canceres de hígado y 140 de vesícula biliar y los comparando con el mismo número de individuos libres de cáncer.

Concluyen los autores que cuando el Selenio se encuentra abajo de los niveles considerados óptimos, aumentar el consumo puede ser una estrategia para prevención del cáncer de hígado, eso aliado al paciente evitar el consumo de bebidas alcohólicas, mantener el peso ideal y dejar de fumar. Informan todavía que los resultados deben ser validados por otros estudios antes de redactar recomendaciones de salud pública.

MIS COMENTARIOS

El cáncer de hígado es la segunda causa más común de muerte por cáncer, siendo responsable de más 746.000 muertes en 2012. El grande problema es que el diagnostico en general es hecho ya en las fases avanzadas del tumor.

EL SELENIO

El Selenio es un micronutriente esencial para el ser humano, en especial para el funcionamiento eficaz del sistema inmune y en el control de los procesos oxidativos relacionados con el desarrollo del cáncer, siendo encontrado en alimentos como los mariscos, salmón, Nueces de Brasil, carne, huevos, granos y cebollas.

El alimento más rico en Selenio son las Nueces de Brasil (Castaña del Pará). Con dos o tres nueces de Brasil al día es suficiente para tener el nivel ideal. Cuidado con el exceso de Selenio, pues él puede causar problemas, como cansancio en los músculos del cuerpo; congestión vascular interna; caída de cabellos; debilitación de las uñas y dermatitis.

Este artículo fue redactado con comentarios e interpretación personal de su autor, tomando como base la siguiente fuente:
Prediagnostic selenium status and hepatobiliary cancer risk in the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition cohort – David J Hughes and others – The American Journal of Clinical Nutrition – First published June 29, 2016, doi: 10.3945/ajcn.116.131672Am

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com 


IMPORTANTE: Los artículos se encuentran en orden cronológico. El avanzo del conocimiento en las pesquisas puede tornar obsoleta cualquier colocación en pocos meses. Encontrando colocaciones diversas que puedan ser consideradas controversias siempre debe se considerar la información más actual, con fecha de publicación más reciente.


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