[:pb]Infectados com hepatite C, curados ou não, poderão ser doadores de órgãos[:es]Infectados con hepatitis C, curada o no, pueden ser donantes de órganos [:]

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[:pb]Estudo publicado no “The Lancet Gastroenterology & Hepatology” relata o caso de 25 pacientes que receberam transplantes de coração de doadores com hepatite C (anti-hcv positivo), sendo que 20 deles se encontravam com infecção ativa da hepatite C (carga viral positiva).

Os cinco transplantados que receberam corações dos doadores que eram anti-hcv positivos (sem carga viral) não foram infectados pela hepatite C e, portanto, não foi necessário realizar tratamento após o transplante.

Os 20 transplantado que receberam corações de infectados com hepatite C (com anti-hcv positivo e carga viral positiva), foram tratados com tratamento preventivo antes da realização do transplante com medicamentos orais usando uma combinação de glecaprevir e pibrentasvir (Maviret®) iniciada no pré-operatório e continuando por 8 semanas após a cirurgia.

A obtenção de resposta virológica sustentada 12 semanas após a conclusão da terapia com glecaprevir-pibrentasvir (RVS12) considerada a cura da hepatite C serviu como desfecho primário. Os pesquisadores acompanharam os pacientes após o transplante até um ano após o procedimento, confirmando a cura de hepatite C em todos os transplantados.

Os autores alertaram, no entanto, que embora os transplantes de órgãos positivos para hepatite C possam reduzir o tempo de espera pelo transplante e a mortalidade associada à lista de espera, eles também podem aumentar as complicações relacionadas à infecção do novo órgão se o acesso oportuno ao tratamento eficaz não estiver disponível.

MEU COMENTÁRIO

É excelente notícia para todos aqueles que por estarem infectados, ou curados, da hepatite C e desejam serem doadores de órgãos não podiam ser solidários devido a que em algum momento terem se infectado com hepatite C e, curados, ou não, são excluídos.

Em curto prazo naqueles países que dispõem de medicamentos de última geração poderão aprovar a aceitação de órgãos de infectados com hepatite C, salvando vidas que hoje por falta de órgãos disponíveis muitos morrem na fila de espera por um transplante.

Todos os candidatos a receber um transplante devem ser devidamente informados das possíveis consequências e devem assinar um termo de consentimento para poder receber o órgão.

Assim que isso for aprovado eu serei um dos primeiros a me declarar doador de órgãos, espero com esse gesto salvar algumas vidas.

Fonte: Pre-emptive pangenotypic direct acting antiviral therapy in donor HCV-positive to recipient HCV-negative heart transplantation: an open-label study – Emily D Bethea, MD, Kerry Gaj, CNP, Jenna L Gustafson, MS, Andrea Axtell, MD, Taylor Lebeis, MD, Mark Schoenike, BS, et al. – Published:July 25, 2019DOI:https://doi.org/10.1016/S2468-1253(19)30240-7

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com

IMPORTANTE: Os artigos se encontram em ordem cronológica. O avanço do conhecimento nas pesquisas pode tornar obsoleta qualquer colocação em poucos meses. Encontrando colocações diversas que possam ser consideradas controversas sempre considerar a informação mais atual, com data de publicação mais recente.

Carlos Varaldo e o Grupo Otimismo declaram não possuir conflitos de interesse com eventuais patrocinadores das diversas atividades.

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O Grupo Otimismo é afiliado da AIGA – ALIANÇA INDEPENDENTE DOS GRUPOS DE APOIO[:es]Un estudio publicado en “The Lancet Gastroenterology & Hepatology” informa el caso de 25 pacientes que recibieron trasplantes de corazón de donantes con hepatitis C (anti-hcv positivo), 20 de los cuales tenían infección activa de hepatitis C (carga viral positiva). .

Los cinco receptores de trasplante que recibieron corazones de donantes que eran anti-hcv positivos (sin carga viral) no resultaron infectados con hepatitis C y, por lo tanto, no se requirió tratamiento después del trasplante.

Los 20 receptores de trasplante que recibieron corazones infectados con hepatitis C (con carga viral positiva y anti-hcv positivo) fueron tratados con tratamiento preventivo antes del trasplante con medicamentos de uso oral usando la combinación de glecaprevir e pibrentasvir (Maviret®)  iniciada antes del trasplante y continuando durante 8 semanas después de la cirugía.

La obtención de una respuesta virológica sostenida 12 semanas después de la finalización de la terapia con glecaprevir e pibrentasvir (SVR12) considerada la cura de la hepatitis C sirvió como el resultado primario. Los investigadores siguieron a los pacientes después del trasplante hasta un año después del procedimiento, confirmando la cura de la hepatitis C en todos los receptores de trasplante.

Sin embargo, los autores advirtieron que, si bien los trasplantes de órganos positivos para la hepatitis C pueden reducir el tiempo de espera del trasplante y la mortalidad asociada a la lista de espera, también pueden aumentar las complicaciones relacionadas con la infección de nuevos órganos si el acceso es oportuno el tratamiento efectivo no está disponible.

MI COMENTARIO

Esta es una excelente noticia para todos aquellos que, debido a que están infectados o curados con hepatitis C y desean ser donantes de órganos, no pudieron ser solidarios porque en algún momento se infectaron con hepatitis C y, ya sea curados o no, están excluidos.

A corto plazo, aquellos países que tienen medicamentos de última generación pueden aprobar la aceptación de los órganos infectados con hepatitis C, salvando vidas que hoy en día debido a la falta de órganos disponibles, muchos mueren en la lista de espera para un trasplante.

Todos los candidatos para un trasplante deben estar debidamente informados de las posibles consecuencias y deben firmar un formulario de consentimiento para recibir el órgano.

Una vez que se apruebe, seré uno de los primeros en declararme donante de órganos, espero con este gesto salvar algunas vidas.

Fuente: Pre-emptive pangenotypic direct acting antiviral therapy in donor HCV-positive to recipient HCV-negative heart transplantation: an open-label study – Emily D Bethea, MD, Kerry Gaj, CNP, Jenna L Gustafson, MS, Andrea Axtell, MD, Taylor Lebeis, MD, Mark Schoenike, BS, et al. – Published:July 25, 2019DOI:https://doi.org/10.1016/S2468-1253(19)30240-7

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com 

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El Grupo Optimismo es afiliado a AIGA – ALIANZA INDEPENDIENTE DE GRUPOS DE APOYO[:]